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COVID 19 – Higiene transporte e distribuição de alimentos 23/03/2020 Download
COVID19 – Ações preventivas e de contingenciamento 23/03/2020 Download
Norma de Biosseguridade da ABPA AVES (português) 05/04/2019 Download
Norma de Biosseguridade da ABPA SUÍNOS (português) 04/04/2019 Download
ABPA POULTRY Biosecurity Procedures (English) 03/04/2019 Download
ABPA PORK Biosecurity Procedures (English) 02/04/2019 Download
Norma de Bioseguridad de la ABPA AVES (español) 01/04/2019 Download
Norma de Bioseguridad de la ABPA PORCINO (español) 31/03/2019 Download
Protocolo de Bem-Estar para Aves Poedeiras 2008 30/03/2019 Download
Protocolo de Bem-Estar para Frangos de Corte 29/03/2019 Download
  • COVID 19 – Higiene transporte e distribuição de alimentos

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  • Norma de Biosseguridade da ABPA AVES (português)

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  • ABPA POULTRY Biosecurity Procedures (English)

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  • Norma de Bioseguridad de la ABPA AVES (español)

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  • Protocolo de Bem-Estar para Aves Poedeiras 2008

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  • Protocolo de Bem-Estar para Frangos de Corte

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O que é

Influenza Aviária é uma doença viral altamente contagiosa que afeta várias espécies de aves produtoras de alimentos (frangos, perus, codornas, etc.), assim como aves de companhia e aves selvagens. Em algumas ocasiões, mamíferos, incluindo humanos, podem contrair influenza aviária.

Existem várias estirpes do vírus da influenza aviária, que podem ser classificadas em geral em duas categorias, de acordo com a gravidade da doençaem aves:

- o vírus de baixa patogenicidade (LPAI), que geralmente causa uma doença leve muitas vezes despercebida ou sem quaisquer sintomas; e

- alta patogenicidade do vírus da influenza aviária (HPAI), que causa sérios clínicos e possíveis altas taxas de mortalidade em aves.

A influenza aviária chamou a atenção da comunidade internacional ao longo do tempo, com surtos em aves que tiveram um sério impacto nos meios de subsistência das pessoas e no comércio internacional em muitos países.Clique e veja o mapa de focos da doença no mundo.

Além disso, a maioria do vírus da influenza aviária não infecta seres humanos, mas alguns, como o H5N1 e o H7N9, tornaram-se conhecidos por que causam infecções humanas graves.

O subtipo H5N1 altamente patogênico, por exemplo, foi diagnosticado pela primeira vez em Hong Kong em 1997, o vírus reapareceu em 2003 e 2204, espalhando da Ásia para a Europa e África, e causando centenas de casos e mortes em seres humanos, bem como a destruição de centenas de milhões de aves. Essa forma asiática do H5N1 tem sido motivo de preocupação para os cientistas e permance sob minucioso exame devido ao seu pandêmico potencial, caso uma mutação permita que seja transmitida de humano para humano.

Atualmente, surtos da influenza aviária continuam a ser um problema mundial de saúde pública, devido à circulação de diferentes cepas (H5N1, H5N2, H5N6, H5N8, H7N8, N7N9, etc).Nesta perspectiva, eles permanecem objetivos prioritários da OIE para promover a transparência e compreensão dasituação da sae anima no mundo, a fim proteger a saúde pública e garantir a segurança do comércio mundial de animais e produtos de origem animal. Para mais informações clique aqui e acesse o site da OIE.

O contato com as aves silvestres é portando, um dos principais fatores determinantes dos surtos da doença em aves domésticas. Além da possibilidade da chegada do vírus ao território nacional (por meio de aves migratórias), outras formas de introdução e disseminação devem ser consideradas, movimentação internacional de aves de produção e de companhia, criações consorciadas de muitas espécies em um mesmo estabelecimento e o comércio de materiais genéticos, produtos e subprodutos avícolas. Turistas provenientes de áreas infectadas pelo vírus por seus calçados e vestimentas podem funcionar como vetores mecânicos.

Frente a isto, aconselha-se que viajantes com destino a áreas afetadas pela doença evitem visitas a estabelecimentos avícolas em seu retorno ao Brasil, por pelo menos 15 dias.

Como ajudar na prevenção?

Você sabia que o Brasil é o único país dentre os maiores produtores do mundo que nunca registrou Influenza Aviária em seu território?

Casa com cerca

Permita somente a entrada de pessoas autorizadas. O simples contato de uma vestimenta contamida pode contaminar o lote. Não visite outras granjas.

Veículo na ducha

Lave e desinfete pneus, chassis e esteiras de todos os veículos. Evite emprestar ou pedir emprestado equipamentos. Se você teve contato com outras aves ou seus donos, higienize seu veículo e equipamentos antes de voltar à sua propriedade.

Homem lavando botas

Use sempre calçados e roupas limpas ao entrar na propriedade e os desinfete com frequência durante o trabalho. Ao manipular as aves e seus produtos, use equipamento de proteção - como máscaras e luvas - e lave as mãos com água e sabão após o contato.

Proibido contato com outros animais

Como patos, marrecos, gansos, perus, pássaros silvestres; bem como outras espécies de animais, como cães e gatos.

Proibido nadar no lago

Não utilize água de rios ou fontes descobertas. Utilize agua tratada para consumo das aves e para nebulização

Veterinario examinando

Na presença de sinais de doenças nervosas e respiratórias, ou em casos de morte repentina e em curto período de grande quantidade de aves, consulte e informe um veterinário.

O rápido conhecimento pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO) sobre o aparecimento de sinais clínicos sugestivos de influenza aviária, em qualquer estabelecimento avícola, tem importância decisiva no processo eficiente de conteção do agente e erradicação da doença.

Essa notificação deverá ser feita, preferecialmente, por meio de comunicação direta ao SVO, realizada através de chamado originado do médico veterinário, proprietário, produtor e demais envolvidos com a atividade avícola, ou ainda pelas próprias autoridades sanitárias locais que trabalhem em abatedouros de aves, através da identificação de sinais ou lesões sugestivas, verificadas nas inspeções ante e post mortem.

A comunicação de suspeita sempre poderá ser feita: aos escritórios locais, regionais ou central dos Serviços Veterinários Estaduais, à Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SFA), ou ainda diretamente ao MAPA utilizado o serviço do telefone 0800 704 1995, que é um canal de comunicação gratuíto, aberto à população.

Perdas econômicas devido à ocorrência de influenza aviária vairam de acordo com a cepa do vírus, a espécie de aves infectadas, o número de estabelecimentos atingidos, os métodos de controle utilizados, e a volcidade da implementação de ações de conrole e erradicação. Essas perdas estão relacionadas as ações de sacrifício de aves, custos das atividades de quarentena e vigilância, perdas devido às altas taxas de mortalidade e morbidade e perda de mercados internacionais.

A Coordenação de Sanidade Avícola, do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura produziu este manual de procedimentos de atenção a suspeitas e medidas de contenção de episódio de influenza aviária e doença de Newcastle, que é documento básico de referência às Superintendências Federais de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SFAs).
Serviço Veterinários Estaduais (SVEs), criadores de aves e público interessado em geral, sobre as ações a serem executadas pelo SVO, como medida de previnir, controlar e impedir a disseminação dos agentes dessas doenças no plantel avícola nacional. Para mais informações,clique e acesse Plano de Contigência Federal

Para mais informações, acesse:

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