ABPA lança nova fase de campanha de prevenção à PSA

Ação busca conscientizar sobre cuidados de viajantes e na granja para manter a blindagem da produção contra a Peste Suína Africana_

 

Mantendo a atenção do setor à blindagem sanitária, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lançou hoje nova etapa da campanha “Brasil Livre de PSA”, iniciativa voltada à manutenção dos cuidados para a proteção da suinocultura do País contra riscos de introdução da Peste Suína Africana em território nacional.

A campanha conta com vídeos para difusão por meios digitais, e destaca questões básicas de cuidados para quem viaja ao exterior e para quem é produtor de suínos.

Os cuidados incluem não trazer qualquer tipo de produto à base de carne suína na bagagem após a visita a outros países – o que, inclusive, é proibido pelas autoridades brasileiras -; atenção à alimentação e água dos planteis, a proibição de visitas e a higienização total de roupas e sapatos após viagens. Veículos que acessem as propriedades também devem passar por descontaminação.

O vídeo completo da campanha está disponível neste link: https://youtu.be/xPdrzvvQNt4

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a campanha é parte de um conjunto de medidas adotadas pelo setor para manter a blindagem sanitária do setor contra a PSA, que é uma das enfermidades mais severas para a produção suinícola global.

“Em diversos países do mundo ainda há casos ativos de PSA. A parte continental das Américas não tem qualquer registro de foco e mantemos um esforço permanente com esse objetivo. A campanha que vamos realizar é parte destes esforços, para preservarmos nossa produção desta enfermidade que há quatro décadas não é registrada em nosso País”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Saiba mais sobre os cuidados e a proteção dos planteis brasileiros por meio do site www.brasilivredepsa.com.br

Suinocultura brasileira segue em expansão e valorização do consumo interno

ABPA homenageia produtores no Dia do Suinocultor, celebrado em 24 de julho

Confira mensagem do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1p-gHnBVUxZAhzU7s-MHWbSfBVZ_TOOAf/view?usp=sharing

 

A suinocultura brasileira segue firme na consolidação de sua relevância no agronegócio nacional e no comércio global de proteína animal. Em reconhecimento ao papel estratégico dos produtores nesse processo, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), juntamente com toda a cadeia produtiva, celebra nesta quinta-feira (24) o Dia do Suinocultor — data que homenageia os profissionais responsáveis pela produção da carne suína no país.

Em 2024, a produção nacional de carne suína alcançou 5,305 milhões de toneladas, volume 3% superior ao registrado no ano anterior. O crescimento foi impulsionado pela demanda do mercado doméstico e pela manutenção do ritmo das exportações. O Brasil se manteve como o quarto maior produtor global e o líder entre os exportadores livres de Peste Suína Africana.

O consumo interno tem sido um dos principais vetores de crescimento da atividade. No ano passado, o consumo per capita da proteína suína chegou a 18 quilos por habitante/ano, consolidando uma tendência de valorização do produto nas mesas dos brasileiros. A diversificação dos canais de comercialização e a ampliação do mix de cortes têm ampliado o acesso da carne suína a novos perfis de consumidores.

No comércio internacional, o setor embarcou 1,35 milhão de toneladas em 2024, com receita próxima de US$ 3 bilhões, mantendo o Brasil entre os principais players globais. As exportações foram direcionadas a mais de 100 mercados, com destaque para China, Hong Kong, Filipinas, Chile e Singapura. Para 2025, a expectativa é de ampliação da presença brasileira no Sudeste Asiático e em países da América Latina.

“O desempenho da suinocultura brasileira é resultado direto do trabalho do suinocultor. Com profissionalismo, eficiência e foco na sustentabilidade, ele tem garantido o abastecimento interno, gerado empregos no campo e promovido a competitividade do Brasil no comércio global de alimentos”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

A ABPA parabeniza todos os suinocultores pelo seu dia e reforça o compromisso com o desenvolvimento contínuo do setor, com foco em mercados, produtividade e sanidade.

Reconhecimento do Paraná como Livre de Aftosa deve reforçar embarques de carne suína para o Chile

Setor celebrou reconhecimento, que é pré-condição para embarques de produtos suínos para o destino

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o anúncio feito pelo Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil, com o reconhecimento do território do Paraná como Área Livre de Aftosa sem Vacinação pelo Chile. A informação foi divulgada hoje pelo MAPA, após publicação no Diário Oficial do Chile.

O reconhecimento do Paraná deve trazer um novo impulso aos negócios do setor. Atualmente, somente Santa Catarina exportava carne suína para o mercado chileno, que mantém acordo de exportações com o Brasil por meio de pré-listing – garantindo amplo acesso do estado ao mercado.

“Esta é mais uma conquista do Ministro Carlos Fávaro e dos Secretários Luis Rua (Relações Internacionais) e Carlos Goulart (Defesa) para a cadeia exportadora de carne suína do Brasil, que projeta recorde de exportações e deverá ter influencia positiva deste novo reconhecimento”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Quarto principal destino das exportações de carne suína do Brasil, o Chile importou apenas no primeiro semestre deste ano 55,9 mil toneladas do produto, gerando receitas de US$ 140 milhões. Em comparação com o ano passado, os embarques cresceram 11,1% em volumes e 30% em receita.

Exportações de ovos crescem no primeiro semestre

Receita no período supera US$ 57,7 milhões, alta de 216,3%

 

São Paulo, 10 de julho de 2025 – As exportações brasileiras de ovos (incluindo produtos in natura e processados) totalizaram 24.915 toneladas no primeiro semestre de 2025, conforme levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 192,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 8.518 toneladas embarcadas.

A receita obtida com as exportações entre janeiro e junho alcançou US$ 57,759 milhões, resultado 216,3% superior ao registrado no mesmo período de 2024, com US$ 18,622 milhões.

Apenas em junho, os embarques de ovos chegaram a 6.558 toneladas, número 308,3% superior ao registrado no mesmo mês de 2024. A receita obtida no mês foi de US$ 15,659 milhões, saldo 288,8% superior em relação a junho do ano anterior.

Os Estados Unidos consolidaram-se como o principal destino das exportações brasileiras no semestre, com 15.202 toneladas embarcadas (+1247%), gerando receita de US$ 33,1 milhões (+1586,2%). Em seguida, aparecem o México, com 1.586 toneladas e US$ 6,9 milhões em receita, e o Japão, com 1.570 toneladas (+152,1%) e US$ 3,7 milhões (+143,2%).

Outros destaques incluem Angola, com 686 toneladas e US$ 1,1 milhão; Serra Leoa, com 473 toneladas (+359,6%) e US$ 766 mil (+373,5%); e Uruguai, com 369 toneladas (-14,3%) e US$ 1,24 milhão (-18,5%). Por outro lado, o Chile registrou queda de 16,6% nos volumes (2.426 toneladas) e leve retração de 2% na receita, com US$ 6,85 milhões.

“Os embarques de ovos atingiram patamares históricos neste primeiro semestre, com forte ampliação da presença brasileira em mercados estratégicos como os Estados Unidos, México e Japão. O cenário reforça a confiança do mercado internacional na qualidade, biossegurança e competitividade do produto brasileiro. Com a manutenção das atuais condições de mercado, a expectativa é de que o segundo semestre consolide um novo ciclo de crescimento nas exportações do setor, sem impactos significativos na oferta interna de produtos”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Receita de exportações de carne suína crescem 45,2% em junho e alcançam recorde histórico

Volume exportado foi 28% maior e alcançou segundo maior resultado da história

 

Confira análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1ADbK8Q282uUilGCrggPHNShqiBR2hTV0/view?usp=sharing 

São Paulo, 8 de julho de 2025 – As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 137,1 mil toneladas em junho, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O resultado foi 28% superior ao embarcado no mesmo período do ano passado, com 107,1 mil toneladas. É o segundo maior volume mensal já registrado na história do setor. 

A alta foi ainda mais expressiva em receita. Ao todo, foram registrados US$ 341,6 milhões em junho deste ano, saldo 45,2% superior ao alcançado no mesmo período do ano passado, com US$ 235,3 milhões.  O saldo obtido em junho de 2025 é o maior já registrado na história do setor. 

No semestre, as exportações acumuladas chegaram a 722 mil toneladas, volume 17,6% superior ao embarcado entre janeiro e junho de 2024, com 613,7 mil toneladas. Em receita, a alta das exportações chegou a US$ 1,723 bilhão, saldo 32,6% maior em relação ao total obtido no mesmo período do ano passado, com US$ 1,300 bilhão. 

Principal destino das exportações de carne suína em junho, as Filipinas importaram 33,8 mil toneladas, volume 141,1% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida estão a China, com 15,4 mil toneladas (-6,2%), Japão, com 12,8 mil toneladas (+27,7%), Chile, com 11,3 mil toneladas (+55,3%) e Singapura, com 9,1 mil toneladas (+0,1). 

Entre os principais estados exportadores, Santa Catarina liderou com 374,3 mil toneladas exportadas no primeiro semestre (+11% em relação ao mesmo período do ano passado), seguido pelo Rio Grande do Sul, com 158,9 mil toneladas (+21,29%), Paraná, com 111,3 mil toneladas (+38,81%), Mato Grosso, com 18,5 mil toneladas (+5,46%) e Minas Gerais, com 18,4 mil toneladas (+54,71%).

“Há um aumento em diversos mercados na demanda por carne suína do Brasil, incluindo mercados com elevado valor agregado. O comportamento do mercado global projeta resultados ainda mais positivos que as expectativas traçadas pelo setor produtivo em janeiro, indicando novos recordes em volume e receita”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin. 

Embarques de carne de frango fecham semestre com alta de 0,5%

Receita das exportações foi 5% maior neste ano

 

Acompanhe a análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1pBNaQUIqy-vOQdEV5nkyubYqezI6TkaH/view?usp=sharing 

 

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram o primeiro semestre deste ano com alta de 0,5% nos volumes embarcados, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).  Ao todo, foram exportadas 2,6 milhões de toneladas, número 0,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 2,588 milhões de toneladas. 

O saldo das exportações no primeiro semestre chegou a US$ 4,871 bilhões, número 5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 4,636 bilhões. 

Em junho, as exportações de carne de frango chegaram a 343,4 mil toneladas. O saldo é 21,2% menor em relação ao registrado no mesmo período do ano passado, com 435,9 mil toneladas. A receita gerada no período chegou a US$ 637 milhões, saldo 19,7% menor em relação ao mesmo período do ano passado, com US$ 793,6 milhões.

O ranking dos principais destinos das exportações brasileiras no primeiro semestre é liderado pelos Emirados Árabes Unidos, com 231,1 mil toneladas (-3,7%), seguido pela China, com 228,6 mil toneladas (-17,2%), Arábia Saudita, com 201,9 mil toneladas (-2%), Japão, com 198,2 mil toneladas (-7,5%) e África do Sul, com 133,9 mil toneladas (-20,3%), União Europeia, com 125,3 mil toneladas (+20,8%), Filipinas, com 122,8 mil toneladas (+2,2%) e México, com 89,9 mil toneladas (+7,7%). 

Principal estado exportador, o Paraná embarcou 1,039 milhão de toneladas no primeiro semestre (-3,49% em relação ao ano anterior), seguido por Santa Catarina, com 573,3 mil toneladas (+1,72%), Rio Grande do Sul, com 348,5 mil toneladas (-1,62%), São Paulo, com 154 mil toneladas (+12,4%) e Goiás, com 131,1 mil toneladas (+4,2%).

“Por um lado, o saldo registrado em maio e junho demonstraram um impacto real inferior ao que se chegou a especular com as suspensões decorrentes do único foco identificado e já resolvido de Influenza Aviária em produção comercial. Agora, com a publicação da autodeclaração do Brasil de Livre de Influenza Aviária junto à Organização Mundial de Saúde Animal, a maioria dos mercados retomaram o fluxo das exportações e outros deverão restabelecer em breve. A expectativa é que ocorra uma significativa evolução nos níveis dos embarques neste segundo semestre, ampliando o resultado positivo esperado para este ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

ABPA anuncia novo gerente-executivo de mercados

Estevão Carvalho assume posição de gerente-executivo da área, liderando questões do comércio nacional e internacional da avicultura e da suinocultura do Brasil

São Paulo, 02 de julho de 2025 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) anunciou hoje a contratação de Estevão Carvalho para a posição de gerente-executivo da área de mercados da entidade.

O novo reforço da ABPA será responsável por liderar temas e negociações relativas ao comércio internacional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Também tratará de questões relativas ao mercado brasileiro, agregando linhas de atuação como inteligência de mercado, negociações bilaterais, relações com stakeholders, entre outros.

Estevão Carvalho é médico veterinário pela Universidade Federal de Minas Gerais e com MBA em Negócios Internacionais pela FIA. Com cerca de 15 anos de experiência no comércio global, é especialista em questões de acesso a mercados, relações institucionais, vendas e estratégia.

Já atuou em outras organizações com relação direta ao mercado de proteína animal, como a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) e na Câmara de Comércio Árabe Brasileira – onde foi diretor de novos negócios.

Também foi relações institucionais Internacionais da BRF, com foco no Oriente Médio e no Continente Africano.