Posicionamento Setorial – Situação União Europeia

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que o Brasil, por meio do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e com apoio técnico do setor produtivo privado, prestará todos os esclarecimentos necessários à União Europeia acerca das diretrizes técnicas relacionadas aos antimicrobianos, visando ao retorno do Brasil à lista de países autorizados.

É importante enfatizar: o Brasil cumpre integralmente todos os requisitos da União Europeia, inclusive no que tange aos regulamentos sobre antimicrobianos. É o que o Brasil demonstrará às autoridades sanitárias europeias.

Outro ponto que cabe esclarecer é que as exportações não estão suspensas. A lista de países em não conformidade, que ainda pende de publicação oficial, somente entrará em vigor a partir de 3 de setembro.

O Ministério da Agricultura e Pecuária já está em tratativas para demonstrar que os protocolos europeus são plenamente atendidos pelas empresas e fiscalizados pelo órgão oficial, sendo observados tanto para todos os destinos de exportação quanto para o mercado interno.

O setor brasileiro reforça que o país possui estruturas sanitárias e de controle produtivo robustas, com rígidos protocolos de rastreabilidade, monitoramento veterinário e uso responsável de medicamentos, em linha com referências internacionais de saúde animal e segurança dos alimentos.

A ABPA acompanhará o tema em conjunto com os órgãos oficiais brasileiros, contribuindo tecnicamente com as informações e garantias requeridas pelas autoridades europeias.

O Brasil mantém compromisso permanente com a produção sustentável, a segurança alimentar e as melhores práticas internacionais de produção agropecuária.

ABPA leva proteína animal brasileira à SIAL China e promove Road Show em Pequim

Ação integra Road Show, com o objetivo de fortalecer as relações com o mercado chinês

 

São Paulo, 12 de maio de 2026 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), levará agroindústrias do setor, entre os dias 18 e 20 de maio, para ação na SIAL China –  uma das principais feiras internacionais de alimentos e bebidas da Ásia, realizada em Xangai.

Na ação, a ABPA promoverá a imagem e os atributos da proteína animal brasileira junto a importadores, distribuidores e stakeholders do mercado chinês, reforçando a presença do Brasil em um dos principais destinos das exportações do setor.

Por meio das marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck, a ação contará com a participação das empresas Alibem, Aurora, Bello, Somave e Vibra, que apresentarão seus portfólios e ampliarão o relacionamento com compradores internacionais ao longo do evento.

A participação na SIAL China integra a estratégia contínua da ABPA de promoção comercial e fortalecimento da imagem do Brasil como fornecedor confiável de proteína animal, com destaque para atributos como qualidade, status sanitário e sustentabilidade da produção.

Na sequência da feira, a ABPA realizará, no dia 21 de maio, o Road Show Internacional “No borders for food: Parcerias para segurança alimentar”, na capital chinesa, dando continuidade às ações institucionais e comerciais no país. O evento reunirá autoridades, importadores e representantes do setor produtivo, e é voltada à promoção do comércio agropecuário com base em regras sanitárias claras, previsíveis e alinhadas aos princípios da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA/WOAH).

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a iniciativa reforça o compromisso do setor com a ampliação de mercados e o fortalecimento das relações comerciais com parceiros estratégicos.

“A presença na SIAL China, seguida do road show em Pequim, reforça a estratégia do setor de estreitar relações com o mercado chinês, ampliando oportunidades comerciais e consolidando o Brasil como parceiro confiável para o abastecimento de proteína animal”, avalia.

POSICIONAMENTO SETORIAL: ANTIDUMPING EMBALAGENS

POSICIONAMENTO SETORIAL

 

A cadeia de proteína animal depende diretamente de embalagens técnicas específicas para produtos congelados e processados, essenciais para garantir segurança sanitária, shelf life, resistência a baixas temperaturas e viabilidade logística das exportações brasileiras.

Segundo informações levantadas junto ao setor produtivo, os custos das resinas utilizadas na fabricação dessas embalagens já acumulam alta próxima de 70% desde o agravamento do conflito no Oriente Médio.

Neste contexto, o cenário é agravado diante da proposta de revisão da medida antidumping sobre o polietileno importado dos Estados Unidos e Canadá que, segundo informações, atualmente estaria em cerca de US$ 200 por tonelada, com proposta de elevação para aproximadamente US$ 735 por tonelada. A mudança representaria aumento adicional próximo de 25% sobre o custo das resinas utilizadas pela indústria.  Com isso, além da alta gerada pela guerra, há uma pressão de elevação nos custos de embalagens adicional de 16% a 22%, de acordo com a tecnologia empregada.

Com isso, as estimativas de elevação de preço dos produtos devido às embalagens, que já supera os 5% devido à crise internacional, agora poderão se aproximar de 10% frente às medidas antidumping adicionais em curso no Brasil.

A preocupação é ampliada pela dependência brasileira de importação de resinas. Cerca de 50% das resinas importadas pelo Brasil no último ano tiveram origem nos Estados Unidos e Canadá, justamente os mercados afetados pelas medidas antidumping. Ao mesmo tempo, outras regiões fornecedoras, como Oriente Médio, Ásia e Egito, enfrentam restrições de oferta em função do conflito internacional.

Outro ponto crítico é que os Estados Unidos atualmente representam uma das únicas fontes globais com disponibilidade de resinas base metaloceno e octenos, fundamentais para embalagens destinadas à cadeia de frio e produtos submetidos a baixas temperaturas, amplamente utilizados pela indústria brasileira de proteína animal.

Neste contexto, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e as entidades estaduais do setor aqui signatárias alertam para os riscos adicionais de inflação de alimentos, perda de competitividade das exportações brasileiras e desabastecimento de insumos estratégicos para a cadeia produtiva.

O setor defende a adoção de medidas emergenciais que contribuam para mitigar os impactos do atual cenário internacional, incluindo a avaliação de mecanismos temporários de suspensão ou redução das alíquotas incidentes sobre a importação de insumos estratégicos para embalagens, preservando o abastecimento, a competitividade do setor e o equilíbrio dos preços dos alimentos ao consumidor.

 

Atenciosamente,

 

Associação Brasileira de Proteína Animal – ABPA

Associação Avícola de Pernambuco – AVIPE

Associação Baiana de Avicultura – ABA

Associação Catarinense de Avicultura – ACAV

Associação Cearense de Avicultura – ACEAV

Associação de Suinocultores do Espírito Santo – ASES

Associação dos Avicultores de Minas Gerais – AVIMIG

Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo – AVES

Associação Gaúcha de Avicultura – ASGAV

Associação Goiana de Avicultura – AGA

Associação Mato-Grossense de Avicultura – AMAV

Associação Paraense de Avicultura – APAV

Associação Paulista de Avicultura – APA

Associação Sul Brasileira das Indústrias de Produtos Suínos – ASBIPS

Instituto Ovos Brasil – IOB

Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado de Santa Catarina – SINDICARNE-SC

Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná – SINDIAVIPAR

Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do RS – SIPS

Exportações de carne suína crescem 8,3% em abril e mantêm forte alta no quadrimestre

Receita mensal avança 8,8%; embarques acumulados do ano crescem 14,2%

 

São Paulo, 08 de maio de 2026 – Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 140 mil toneladas em abril. O volume supera em 8,3% o registrado no mesmo período do ano passado, com 129,2 mil toneladas.

A receita das exportações alcançou US$ 328,2 milhões no quarto mês deste ano, resultado 8,8% superior ao obtido em abril de 2025, com US$ 301,5 milhões.

No acumulado do primeiro quadrimestre, os embarques brasileiros de carne suína chegaram a 532,2 mil toneladas, número 14,2% maior em relação ao mesmo período de 2025, com 466 mil toneladas. Em receita, o crescimento acumulado alcança 14,1%, com US$ 1,244 bilhão entre janeiro e abril deste ano, contra US$ 1,090 bilhão registrados no primeiro quadrimestre do ano passado.

Entre os principais destinos das exportações brasileiras em abril, as Filipinas seguem na liderança, com 35,9 mil toneladas embarcadas, volume 20,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida aparecem Japão, com 16,6 mil toneladas (+131,9%), China, com 11,8 mil toneladas (-21,6%), Chile, com 11,1 mil toneladas (+22,8%), Hong Kong, com 8 mil toneladas (-34,3%), Vietnã, com 5,5 mil toneladas (+44,6%), Argentina, com 5,3 mil toneladas (-8,7%), Singapura, com 5,1 mil toneladas (-24,3%), Uruguai, com 4,6 mil toneladas (+12,7%) e México, com 4,4 mil toneladas (-40,3%).

“O fluxo internacional da carne suína brasileira segue bastante positivo em 2026, especialmente em mercados da Ásia, que continuam ampliando sua demanda por proteína animal. Observamos um avanço importante em destinos de maior valor agregado, como o Japão, além da ampliação das Filipinas como principal mercado para o setor brasileiro.  O comportamento positivo em praticamente todos os mercados importadores reforçam as perspectivas positivas projetadas pela ABPA para este ano”, avalia o presidente da associação, Ricardo Santin.

 

Exportações de carne de frango mantêm ritmo positivo e crescem 2,2% em abril

Receita mensal avança 3,8%; embarques acumulados do quadrimestre crescem 4,3%

 

São Paulo, 08 de maio de 2026 – As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 486,5 mil toneladas em abril, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é o maior já registrado para o período e supera em 2,2% o registrado no mesmo período do ano passado, com 475,9 mil toneladas.

A receita das exportações alcançou US$ 940,5 milhões no quarto mês deste ano, saldo 3,8% superior ao obtido em abril de 2025, com US$ 906,1 milhões.

No acumulado do primeiro quadrimestre, os embarques brasileiros de carne de frango chegaram a 1,943 milhão de toneladas, número 4,3% maior em relação ao mesmo período de 2025, com 1,863 milhão de toneladas. Em receita, o crescimento acumulado alcança 6,1%, com US$ 3,704 bilhões entre janeiro e abril deste ano, contra US$ 3,492 bilhões registrados no primeiro quadrimestre do ano passado.

Entre os principais destinos das exportações brasileiras em abril, a China segue na liderança, com 52,2 mil toneladas embarcadas, volume 0,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida aparecem Japão, com 42,3 mil toneladas (+13,1%), Arábia Saudita, com 35,8 mil toneladas (+5,2%), União Europeia, com 33 mil toneladas (+23,1%), México, com 27,1 mil toneladas (+50,2%), África do Sul, com 26,3 mil toneladas (-0,8%), Filipinas, com 24 mil toneladas (-10,7%), Emirados Árabes Unidos, com 19,1 mil toneladas (-52,7%), Coreia do Sul, com 15,5 mil toneladas (-10,2%) e Singapura, com 12,6 mil toneladas (+3,7%).

“O cenário internacional segue bastante dinâmico para a proteína animal brasileira. Observamos crescimento consistente em mercados estratégicos da Ásia, da União Europeia e da América Latina, além da ampliação de destinos de maior valor agregado. Ao mesmo tempo, há reacomodações pontuais em determinados mercados do Oriente Médio, dentro de um contexto geopolítico mais complexo para o comércio internacional de alimentos”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Segundo Santin, o desempenho acumulado do quadrimestre reforça a competitividade internacional da avicultura brasileira. “O Brasil segue ampliando sua presença global com base em eficiência produtiva, segurança sanitária e capacidade de abastecimento.  Mesmo com o conflito no Oriente Médio, o setor conseguiu realizar as entregas demandadas pela região, apoiando a segurança alimentar dos países do Golfo.  Os resultados registrados até aqui confirmam as perspectivas de um fluxo internacional positivo para as exportações do setor em 2026”, destaca.

No Dia Mundial do Frango, setor celebra alta do consumo e avanço das exportações brasileiras

Produção e embarques devem crescer em 2026; cadeia produtiva gera cerca de 350 mil empregos diretos nas agroindústrias

 

São Paulo, 07 de maio de 2026 – Celebrado mundialmente neste domingo (10 de maio), o setor avícola brasileiro chega à data com perspectivas positivas para 2026 de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), impulsionado pela alta do consumo interno, avanço das exportações e fortalecimento da presença do Brasil no abastecimento global de proteínas.

Maior exportador mundial e terceiro maior produtor de carne de frango do planeta, o Brasil deverá ampliar novamente seus números neste ano. Após encerrar 2025 com produção de 15,289 milhões de toneladas e exportações recordes de 5,324 milhões de toneladas, as projeções da ABPA indicam novo crescimento da cadeia produtiva em 2026.

Pelo levantamento, a produção poderá alcançar até 15,6 milhões de toneladas, em um movimento sustentado pela demanda interna aquecida e pela expansão das exportações brasileiras. Os embarques do setor devem atingir até 5,5 milhões de toneladas no ano.

Segundo a ABPA, o cenário reflete a capacidade da cadeia produtiva brasileira de ampliar a oferta mantendo competitividade, regularidade no abastecimento e elevados padrões sanitários.

Além da relevância econômica, a avicultura possui forte impacto social no Brasil. Apenas nas agroindústrias do setor, são cerca de 350 mil empregos diretos gerados em plantas frigoríficas, incubatórios, fábricas de ração, logística e processamento. Considerando toda a cadeia produtiva, são milhões de empregos diretos e indiretos distribuídos em diversas regiões do país.

Ao mesmo tempo em que lidera o comércio internacional do produto, o Brasil também mantém um dos maiores índices de consumo de carne de frango do mundo. Em 2025, o consumo per capita nacional alcançou 46,7 quilos por habitante, refletindo o papel da proteína como um dos principais alimentos da mesa dos brasileiros.  Já em 2026, o índice pode chegar a 47,3 quilos por habitante ao ano.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o desempenho do setor demonstra a importância estratégica da avicultura para a segurança alimentar e para a economia nacional.

“A carne de frango reúne características fundamentais para o cenário alimentar atual: acessibilidade, qualidade nutricional, eficiência produtiva e capacidade de abastecimento. O crescimento do consumo e das exportações reflete a confiança do mercado interno e internacional em uma cadeia produtiva que gera empregos, movimenta a economia e contribui diretamente para a segurança alimentar de milhões de pessoas”, avalia Santin.

O dirigente também destaca que a avicultura brasileira consolidou um modelo produtivo reconhecido internacionalmente pela biosseguridade, sustentabilidade e capacidade de resposta à demanda global. “O Brasil construiu uma das cadeias avícolas mais eficientes do mundo, combinando tecnologia, sanidade, integração produtiva e compromisso com o abastecimento. Neste Dia Mundial do Frango, celebramos não apenas um produto, mas uma atividade essencial para o país e para o mundo”, ressalta.

SIAVS 2026 prorroga prazo para submissão de trabalhos ao mérito ABPA de pesquisa aplicável até 10 de maio

Iniciativa reconhece estudos com aplicação prática na cadeia da proteína animal e amplia participação de pesquisadores

São Paulo, 05 de maio – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) prorrogou até o dia 10 de maio o prazo para submissão de trabalhos ao Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável, reconhecimento científico que será promovido durante o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS 2026), maior evento da avicultura e da suinocultura do Brasil, que será realizado entre os dias 4 e 6 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

A iniciativa contempla dois editais distintos, voltados à valorização de pesquisas com efetiva aplicabilidade prática para a cadeia produtiva da proteína animal.

O primeiro edital – Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável – RAM (Resistência aos Antimicrobianos) é voltado exclusivamente a estudos que abordem estratégias, ferramentas, indicadores e práticas relacionadas ao uso responsável de antimicrobianos e ao enfrentamento da resistência microbiana na produção animal. O tema é considerado estratégico para o setor e está alinhado aos princípios internacionais de One Health, no âmbito da campanha “Uso Consciente, Futuro Responsável”, mantida pela ABPA.

Já o segundo edital – Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável – Grandes Áreas é destinado a trabalhos científicos com impacto em temas como produção, manejo e ambiência; nutrição; tecnologia e processos; sanidade; sustentabilidade; e saúde pública.

O objetivo do Mérito é estimular pesquisas que extrapolem o ambiente acadêmico e apresentem aplicabilidade concreta, contribuindo para ganhos de eficiência, segurança sanitária, sustentabilidade e competitividade internacional da avicultura e da suinocultura brasileiras.

Os trabalhos inscritos serão avaliados por comissão julgadora formada por especialistas com reconhecida atuação técnica e acadêmica. Entre os critérios considerados estão relevância estratégica para o setor, grau de inovação, consistência metodológica, aplicabilidade prática e potencial de impacto na cadeia produtiva.

Após a etapa de avaliação, os trabalhos selecionados serão apresentados durante a programação oficial do SIAVS 2026, ampliando sua visibilidade junto a empresários, pesquisadores, autoridades sanitárias e representantes nacionais e internacionais.

Como forma de reconhecimento, o primeiro autor do trabalho vencedor em cada uma das duas distinções participará, com apoio da organização, de uma experiência internacional em uma das principais feiras globais de alimentos, podendo escolher entre a SIAL Paris 2026, em Paris, ou a Gulfood 2027, em Dubai. A iniciativa proporciona imersão no ambiente internacional de negócios e inovação, fortalecendo a formação estratégica dos pesquisadores.

As inscrições devem ser realizadas conforme as orientações disponíveis no site oficial do evento, onde também constam regulamento completo, prazos, formato de submissão e demais informações.

Saiba mais e submeta seu trabalho em https://siavs.com.br/trabalho-cientifico/.

AGENDA:
 Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS 2026)
Data: 4 a 6 de agosto de 2026
Local: Distrito Anhembi – São Paulo – Brasil – Av. Olavo Fontoura, 1209
Horário da feira: 10h às 19h (dias 04 e 05) e 10h às 17h (dia 06)