Na Gulfood, ABPA & ApexBrasil promovem maior ação já realizada pela parceria

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), realizará a maior ação de fomento às exportações já feita pelo projeto setorial mantido pelas duas organizações, durante a Gulfood 2024, feira de alimentos que acontecerá entre 19 e 23 de fevereiro, em Dubai (Emirados Árabes Unidos).

Em meio ao impulso da demanda da região, que apresentou alta de 10,4% no fluxo de exportações de carne de frango em 2023, a ABPA e a ApexBrasil vão estruturar a maior área já destinada a uma ação de promoção para as exportações dos setores representados pelas marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck.

Serão mais de 520 metros quadrados com ampla estrutura para encontros de negócios, incluindo salas de reuniões e o espaço exclusivo para cada empresa exportadora participante da ação. Ao todo, são 19 agroindústrias: Aurora Alimentos, Bello Alimentos, Coasul Cooperativa Agroindustrial, Copacol Cooperativa Agroindustrial Consolata, C.Vale Cooperativa Agroindustrial, Granja Faria, GTFoods, Lar Cooperativa Agroindustrial, Avenorte Avícola Cianorte, Jaguafrangos, Frangos Pioneiro, Somave Agroindustrial, São Salvador Alimentos, Netto Alimentos, Pamplona Alimentos, Villa Germania Alimentos, Vossko do Brasil, Zanchetta Alimentos e Granja Econômica Avícola. Outras empresas brasileiras do setor, como a BRF, a Seara Alimentos e a Vibra Agroindustrial, participarão com estandes próprios.

A área contará, também, com um espaço dedicado para o sabor e a qualidade dos produtos brasileiros. Trata-se de uma ampla área de degustação, onde os sabores do Brasil e das nações árabes se encontrarão, com o serviço de pratos típicos árabes à base de produtos avícolas brasileiros como shawarmas (sanduíche tradicional da região) de carne de frango e de carne de pato. Também serão oferecidas omeletes – com ovos “made in Brazil” aos visitantes.

Além de negócios e sabores, a promoção da imagem dos setores brasileiros também estará no roteiro de ações, com a distribuição de materiais promocionais com informações sobre os setores e as empresas exportadoras.

“Nesta edição da Gulfood queremos construir uma ação ainda mais completa e assertiva na experiência dos importadores dos produtos brasileiros, envolvendo o sabor e os conceitos que nos fazem reconhecidos pelas nações importadoras da região que, apenas no ano passado, gerou mais de 3 bilhões de dólares em exportações de carne de frango para o Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

SOBRE A ABPA – A ABPA é a representação político-institucional da avicultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 8 bilhões. Sob a tutela da ABPA está a gestão, em parceria com a ApexBrasil, das cinco marcas setoriais das exportações brasileiras de aves: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck. Por meio de suas marcas setoriais, a ABPA promove ações especiais em mercados-alvo e divulga os diferenciais dos produtos avícolas do Brasil – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e fomenta novos negócios para a cadeia exportadora de ovos, de material genético e de carne de frangos.

SOBRE A APEXBRASIL – A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira, entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A ApexBrasil também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atrair investimentos estrangeiros diretos (IED) ao Brasil, com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

SOBRE AS MARCAS SETORIAIS – Os Projetos Setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Duck e Brazilian Pork são mantidos pela ABPA em parceria com a ApexBrasil com o objetivo de promover junto ao mercado internacional as carnes de frangos, de suínos, patos, ovos e material genético produzidos no Brasil. Por meio da participação em feiras, realização de workshops e outras ações especiais de promoção comercial, os projetos valorizam atributos destes setores produtivos – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e valorizam as marcas internacionais dos produtos, fomentando novos negócios para os exportadores brasileiros. Cerca de 62 empresas participam dos projetos atualmente. Informações sobre como fazer parte dos projetos setoriais podem ser obtidas pelo e-mail Isis.sardella@abpa-br.org.

Posicionamento – Situação em ave silvestre no RS

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul (OARS / Asgav/Sipargs) informam que estão acompanhando, junto ao Ministério da Agricultura e da Secretária de Agricultura, Pecuária. Produção Sustentável e Irrigação, as ações de monitoramento frente à ocorrência de Influenza Aviária em ave silvestre registrada no município de Rio Pardo (RS).

As entidades lembram que a produção do estado e do Brasil seguem sem qualquer registro da enfermidade.   Portanto, não há qualquer alteração em relação ao status sanitário do Brasil, que segue reconhecido como livre de Influenza Aviária perante a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).  A produção e as exportações seguem em fluxo normal, com a manutenção dos protocolos de biosseguridade nos mais elevados níveis.

Ao mesmo tempo, a ABPA e a OARS/ASGAV/SIPARGS lembram que não há qualquer risco aos produtos e ao consumidor, se tratando a enfermidade de uma situação específica das aves.

Por fim, as associações reforçam a recomendação dos órgãos sanitários: caso encontre uma ave ou qualquer outro animal com comportamento suspeito, não toque e acione imediatamente as autoridades sanitárias.

No IPPE, novas confirmações estabelecem quase 100% de comercialização do SIAVS 2024

Ação em Atlanta (EUA) reforça expectativa em relação ao maior evento dos setores no Brasil

São Paulo, 09 de fevereiro de 2024 – Novas confirmações de expositores e a ampla divulgação internacional marcaram a participação da equipe organizadora do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS 2024) no International Production & Processing Expo (IPPE), maior feira da avicultura global, realizado entre os dias 30 de janeiro e 01 de fevereiro, em Atlanta (EUA). 

Durante os três dias do evento, os representantes do SIAVS – incluindo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, e o diretor comercial do SIAVS, José Perboyre – contataram lideranças, empresários e diversos stakeholders no espaço exclusivo do SIAVS no evento. 

A partir dos encontros, diversas empresas fecharam a participação no SIAVS 2024, o que praticamente encerrou a comercialização de espaços do evento.

“A área prevista para a feira do SIAVS já foi comercializada quase integralmente. A participação no evento de Atlanta permitiu estabelecer conversas finais a negociações que estavam em estágio avançado.  O sucesso da venda dos estandes reforça as mais altas expectativas quanto ao sucesso do evento da ABPA”, avalia Perboyre.

Em meio ao IPPE, também houve uma ampla ação de divulgação do SIAVS, incluindo encontros com stakeholders internacionais, que confirmaram participação no evento brasileiro, que acontecerá entre os dias 06 e 08 de agosto, no novo Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

“A presença internacional no SIAVS será ampliada nesta edição, não apenas pelo fato do evento de 2024 crescer 40% em relação à edição anterior, como também pela reputação do encontro setorial, que agora contemplará toda a cadeia de proteína animal, dos produtores de insumos às agroindústrias de aves, suínos, ovos, bovinos de corte e de leite e de peixes de cultivo”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin. 

Sobre o SIAVS – O SIAVS agora é Salão Internacional de Proteína Animal.  Com nova marca e novo nome, o maior evento das cadeias produtivas do Brasil – que acontecerá entre 06 e 08 de agosto, no novo Distrito Anhembi, em São Paulo, contará com diversas novidades na edição deste ano. 

 Tradicionais ações – como os projetos especiais, o SIAVS Talks e outras iniciativas – serão incorporadas à reestruturação do evento, que contará com uma programação de palestras e seminários direcionados às questões setoriais mais atuais.  A feira superará os 25 mil metros quadrados, com mais de 200 empresas participantes.  Representantes de mais de 50 países são esperados no evento. 

A edição 2024 do SIAVS será realizada no Novo Distrito Anhembi, que terá sua estrutura  totalmente reformulada e atualizada para eventos do porte do evento da ABPA. O endereço é o mesmo, mas será um evento completamente renovado, com as excelentes oportunidades que sempre marcaram o SIAVS, em meio ao mais moderno espaço da capital nacional de eventos.

 

Saiba mais pelo www.siavs.com.br 

Exportações de carne suína crescem 11,7% em janeiro

Embarques de carne de frango mantém fluxo acima de 400 mil toneladas em 2024

 

São Paulo, 08 de janeiro de 2024 – Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 99,6 mil toneladas em janeiro, superando em 11,7% o total exportado no mesmo período do ano passado, com 89,2 mil toneladas.

Em receita, as vendas internacionais do setor totalizaram US$ 199 milhões, saldo 6,3% menor que o total registrado em janeiro de 2023, com US$ 212,4 milhões.

A China, maior importadora de carne suína do Brasil, importou 23,1 mil toneladas em janeiro (-44,6% em relação ao ano anterior). Em fluxo altamente positivo, as Filipinas importaram 12,3 mil toneladas no mesmo período (+241,3%), seguida pelo Chile, com 10,8 mil toneladas (+65,7%), Hong Kong, com 9,5 mil toneladas (+34%) e Singapura, com 5,1 mil toneladas (+10%).

No ranking dos maiores estados exportadores, Santa Catarina lidera com 55,5 mil toneladas exportadas em janeiro, 11% a mais que no mesmo período de 2023. Em seguida estão o Rio Grande do Sul, com 21,2 mil toneladas (+3,44%), Paraná, com 10,9 mil toneladas (+4,9%), Mato Grosso, com 2,6 mil toneladas (+25,8%) e Mato Grosso do Sul, com 2,5 mil toneladas (+23,8%).

“Há uma diversificação nos destinos de exportações de carne suína, com o estabelecimento de maior demanda em determinadas nações da Ásia. Neste mês, também vimos países das Américas, como Chile e Estados Unidos, reforçarem suas compras”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

CARNE DE FRANGO – Conforme os dados compilados pela ABPA, as exportações de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 404,9 mil toneladas em janeiro, número 3,8% menor que as 420,9 mil toneladas registradas no primeiro mês de 2023. No mesmo período, a receita das exportações alcançou US$ 683,6 milhões, saldo 20,2% menor que o total registrado no ano anterior, com US$ 856,6 milhões.

No ranking de destinos de exportações estão Japão, 40,1 mil toneladas importadas em janeiro (+6,4% em relação a janeiro de 2023), seguido por Emirados Árabes Unidos, com 38,7 mil toneladas (+7,5%), China, com 38,4 mil toneladas (-36,2%) Arábia Saudita, com 34,9 mil toneladas (+7,9%) e África do Sul, com 31,9 mil toneladas (+8%).

Entre os estados exportadores, o Paraná segue na liderança, com 165,9 mil toneladas embarcadas (+3,8%), seguido por Santa Catarina, com 90,7 mil toneladas (-4,8%), Rio Grande do Sul, com 54,3 mil toneladas (-15,3%), São Paulo, com 23,5 mil toneladas (-3,1%) e Goiás, com 19,3 mil toneladas (-2,9%).

“O fluxo mensal de exportações segue acima das 400 mil toneladas, dentro do esperado para o primeiro mês do ano. Apesar do quadro complexo em torno do mar vermelho, as nações do Oriente Médio seguem em destaque, com altas significativas nas importações”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

CONSOLIDAÇÃO DE DADOS: Embarques de carne de pato crescem 18,9% em 2023

Receita do setor aumentou 24,4% no ano

 

Confira análise do diretor de mercados da ABPA, Luís Rua: https://drive.google.com/file/d/1cChR6uMKaerOU5FaiX0FrrLmyd6emhUy/view?usp=sharing 

 

São Paulo, 18 de janeiro de 2024 – As exportações de carne de pato do Brasil cresceram em 2023, conforme a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). No ano, foram embarcadas 3.507 toneladas do produto, volume que supera em 18,9% o total exportado no mesmo período de 2022, com 2.950 toneladas. 

A receita gerada pelas exportações nos 12 meses de 2023 chegou a US$ 13,7 milhões, desempenho 24,4% maior que os US$ 11 milhões obtidos no ano anterior. 

Apenas no mês de dezembro foram embarcadas 484 toneladas, número 171,7% maior que o total exportado no mesmo período de 2022, com 178 toneladas. A receita obtida no mês chegou a US$ 1,7 milhão, desempenho 115,6% maior que o saldo do décimo segundo mês de 2022, com US$ 791 mil toneladas. 

“O setor tem investido no fortalecimento da imagem internacional por meio de ações por meio da marca setorial Brazilian Duck. O crescimento das vendas externas desse segmento de alto valor agregado e de produtos premium tem influência direta da estratégia setorial, que deve continuar a gerar importantes receitas cambiais para o Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin. 

Maior importadora dos produtos brasileiros, a Arábia Saudita foi destino de 986 toneladas em 2023, volume 2% inferior em relação a 2022. Por outro lado, os Emirados Árabes Unidos importaram 916 toneladas, número 32% maior, segundo o mesmo período comparativo. Outros destaques foram Catar, com 422 toneladas (+38%), México, com 266 toneladas (+11%) e Japão, com 238 toneladas (+54%). 

“A estratégia de difusão internacional da marca brasileira seguirá forte em 2024, especialmente em ações em feiras internacionais. Isto, especialmente no Oriente Médio, que é o nosso principal mercado. Já para fevereiro, realizaremos degustações de shawarma (sanduíche típico árabe) de pato e promoção da imagem durante a Gulfood, maior feira de alimentos do Oriente Médio”, detalhou Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

CONSOLIDAÇÃO DE DADOS: Setor de genética avícola fecha 2023 com recorde e crescimento de 69,3%

Receita de exportações alcança US$ 240 milhões

Acompanhe a análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1H_T-1xLlfOYxdeOEdfwnU_5NWEu0PuS4/view?usp=drive_link

São Paulo, 11 de janeiro de 2024 – As exportações brasileiras de genética avícola (incluindo pintos de 01 dia e ovos férteis) encerraram o ano de 2023 com o total de 26,4 mil toneladas embarcadas, de acordo com levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é recorde e supera em 69,3% o total exportado no mesmo período do ano passado, com 15,6 mil toneladas.

A receita das exportações do segmento de alto valor agregado também é recorde. Ao todo, foram gerados US$ 240 milhões nos doze meses de 2023, resultado 34,2% superior ao total obtido em 2022, com US$ 178,8 milhões.

Apenas no mês de dezembro de 2023, foram 2,5 mil toneladas exportadas, número 45,1% maior que as 1,7 mil toneladas embarcadas no mesmo período do décimo segundo mês do ano anterior. Com isto, foram geradas receitas de US$ 20,2 milhões, saldo 2,2% maior que o mesmo período comparativo de 2022, com US$ 19,8 milhões.

Principal destino das exportações do setor de genética avícola do Brasil, o México importou em 2023 um total de 13,5 mil toneladas, número 72,7% maior do que o registrado em 2022. Em seguida estão Senegal, com 3,7 mil toneladas (+11,7%), Paraguai, com 2,7 mil toneladas (-2%), África do Sul, com 2,3 mil toneladas (sem registros comparativos em 2022) e Peru, com 1,4 mil toneladas (+838,8%).

O forte desempenho do setor exportador de genética avícola em 2023 é um indicador importante da confiança internacional na biosseguridade da avicultura do Brasil. Por outro lado, também mostra o aumento da relevância do setor brasileiro como porto seguro para nações que enfrentam desafios sanitários e precisam repor planteis”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

CONSOLIDAÇÃO DE DADOS: Exportações de carne de peru registram alta de 17,8% em 2023

Vendas internacionais geram receitas superiores a US$ 200 milhões

Acompanhe a análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1aUa4qmGBwgbIaIwL6hwRTlu7mNbyx-wT/view?usp=sharing

São Paulo, 10 de janeiro de 2024 – As exportações brasileiras de carne de peru encerraram o ano de 2023 com alta de 17,8%, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ao todo, foram exportadas 69,8 mil toneladas do produto avícola no ano passado, contra 59,2 mil toneladas em 2022.

As vendas geradas ao longo dos 12 meses de 2023 geraram receita de US$ 201 milhões, resultado 6,2% maior que o total do ano anterior, com US$ 189,3 milhões.

Em dezembro, as vendas de carne de peru para o mercado internacional foram de 4,2 mil toneladas, volume 20,4% maior do que o embarcado no mesmo período comparativo de 2022, com 3,5 mil toneladas. A receita obtida com as vendas totalizou US$ 8,4 milhões, número 5,1% menor que o total realizado no décimo segundo mês de 2022, com US$ 8,9 milhões.

Maior importador da carne de peru produzida no Brasil, o México importou em 2023 16 mil toneladas, número 4% menor em relação ao ano anterior. Em fluxo positivo, a África do Sul importou 12,9 mil toneladas (+38%) e a União Europeia, 10,8 mil toneladas (+239%).

“As exportações de carne de peru têm mantido movimento ascendente nos últimos cinco anos, e ganhou especial impulso em 2023 com as vendas para a Europa e a África do Sul. A expectativa é que o ritmo se mantenha ao longo deste ano”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

CONSOLIDAÇÃO DE DADOS: Exportações de ovos fecham 2023 com crescimento de 168,1%

Receita das vendas internacionais crescem 182% no ano

Veja a análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin https://drive.google.com/file/d/1TTEUdr_FuXePhjHDbJCh9iYPSmL35b8-/view?usp=sharing

São Paulo, 09 de janeiro de 2024 – Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de ovos (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram o ano de 2023 com total de 25,4 mil toneladas embarcadas, número que supera em 168,1% o total exportado no mesmo período do ano passado, com 9,5 mil toneladas.

Em receita, a alta registrada em 2023 é ainda maior, chegando a 182% em relação ao ano de 2022. Ao todo, foram obtidos US$ 63,2 milhões em 2023, contra US$ 22,4 milhões no ano anterior.

Em dezembro, as exportações de ovos do Brasil totalizaram 947 toneladas, número 119,5% maior que o total registrado no mesmo período de 2022, com 431 toneladas.

Com estes embarques, o setor obteve receita de US$ 2,5 milhões no mês, desempenho 93,3% superior ao US$ 1,3 milhão registrado no ano anterior.

O Japão foi o grande comprador internacional dos ovos produzidos no Brasil, com total de 10,3 mil toneladas em 2023 – número 848,5% superior ao registrado no ano anterior. Em seguida estão Taiwan, com 5,3 mil toneladas no ano (sem dados comparativos em 2022) e Chile, com 2,8 mil toneladas (+1.302,3%).

“O expressivo aumento do volume exportado de ovos em 2023, respaldado pela biosseguridade da produção nacional frente à ausência de Influenza Aviária no País, encontrou destino em nações de elevados critérios sanitários, o que destaca a confiança dos países no trabalho executado pelas empresas do Brasil e pelo poder público para a preservação de nosso status sanitário. Hoje, as exportações de ovos representam 1% do total produzido pelo Brasil, e geram receita importante para a sustentabilidade da cadeia produtiva, especialmente diante em um quadro de oscilações de custos”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

CONSOLIDAÇÃO DE DADOS: Volume e receita de exportações de carne suína crescem acima de 9% em 2023

Desempenho do ano é recorde histórico

São Paulo, 08 de janeiro de 2024 – As exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram 2023 com desempenho recorde, totalizando 1,229 milhão de toneladas, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O resultado supera em 9,8% o volume total embarcado em 2022, com 1,120 milhão de toneladas.  

Em receita, as vendas internacionais de carne suína alcançaram US$ 2,818 bilhões no acumulado dos doze meses de 2023, número recorde que supera em 9,5% o saldo alcançado em 2022, com US$ 2,572 bilhões. 

“O resultado confirma as projeções estabelecidas pela ABPA para 2023, em um ano marcado pelas oscilações de custos de produção e pela busca de recuperação da rentabilidade na atividade. Frente às aberturas de novos mercados para a carne suína do Brasil e as boas expectativas sobre o comportamento dos tradicionais destinos dos produtos brasileiros, é esperado que os patamares alcançados ao longo do ano passado se mantenham neste ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

As exportações do setor fecharam o último mês do ano com resultado positivo. Ao todo, foram embarcadas 110,9 mil toneladas em dezembro, desempenho 7,9% superior às 102,8 mil toneladas exportadas no mesmo período de 2022. 

Em receita, as exportações de carne suína totalizaram US$ 231,5 milhões, saldo 8,8% menor que o resultado registrado em dezembro de 2022, com US$ 253,8 milhões.

Maior importadora de carne suína do Brasil, a China foi destino de 388,6 mil toneladas do produto ao longo de 2023, número 15,6% menor que o total embarcado para o país no mesmo período de 2022.  Em fluxo positivo, as vendas para Hong Kong totalizaram 126,6 mil toneladas (+29,3%), sendo seguidas pelas Filipinas, com 126 mil toneladas (+58,8%), Chile, com 87,5 mil toneladas (+44,2%), Singapura, com 64,3 mil toneladas (+16,2%), Uruguai, com 49,1 mil toneladas (+11,9%), Vietnã, com 47,8 mil toneladas (+4,8%) e Japão, com 40,3 mil toneladas (+46,9%). 

“O ano de 2023 se encerra para as exportações de carne suína com a confirmação de um movimento notado, em especial, ao longo do segundo semestre, pela influência dos efeitos da diversificação dos destinos de exportações sobre o resultado final do ano. Isto, em especial, com relação a países da Ásia e Américas”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

No ranking dos estados exportadores, Santa Catarina lidera os embarques do ano com 663,3 mil toneladas (+10,05%), seguida pelo Rio Grande do Sul, com 280,9 mil toneladas (+5,07%). Paraná, com 169,9 mil toneladas (7,61%), Mato Grosso, com 31,1 mil toneladas (+44,1%) e Mato Grosso do Sul, com 24,8 mil toneladas (+19,44%). 

CONSOLIDAÇÃO DE DADOS: Exportações de dezembro crescem 20,9% e setor registra recorde no ano

Números positivos confirmam projeções da ABPA para 2023

 

São Paulo, 08 de janeiro de 2024 – As exportações brasileiras de carne de frango (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram 2023 com exportações totais de 5,138 milhões de toneladas, informa a *Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)*. O número confirma as projeções traçadas pela associação para o ano, acumulando alta de 6,6% em relação ao total exportado em 2022, com 4,822 milhões de toneladas. 

Em receita, a alta do ano foi de 0,4%, com total de US$ 9,796 bilhões acumulados nos 12 meses do ano passado, contra US$ 9,762 bilhões no mesmo período de 2022. 

O bom desempenho do ano foi consolidado com o resultado alcançado em dezembro. Ao todo, foram exportadas 467,2 mil toneladas de carne de frango no período, número 20,9% superior ao registrado no décimo segundo mês de 2022, com 386,3 mil toneladas. Foi o segundo maior volume embarcado em um único mês na história do setor, superado apenas pelas 514,6 mil toneladas exportadas no mês de março de 2023. 

Com isto, a receita gerada pelas exportações de dezembro totalizaram US$ 818,9 milhões, número 4,3% maior que os US$ 785 milhões obtidos no mesmo período de 2022. 

“Apesar dos desafios do ano, incluindo um cenário com variações acentuadas de mercados e de custos de produção, o resultado é altamente positivo e confirma as projeções traçadas pela ABPA para o ano, ao mesmo tempo em que indica a tendência de exportações que deveremos observar ao longo de 2024. Pela primeira vez superamos a marca de 5 milhões de toneladas exportadas. Neste contexto, as boas notícias divulgadas no fim de 2023 trazem expectativas de movimento sustentado nas vendas internacionais, seja em relação a mercados consolidados ou mesmo com a abertura de novos”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Em dezembro, o Japão assumiu a liderança como principal destino das exportações de carne de frango do Brasil, com 55,9 mil toneladas importadas, volume 53,9% maior que o total registrado no mesmo período de 2022. Em segundo lugar, a China importou 50,3 mil toneladas (+8,5%), seguida por Emirados Árabes Unidos, com 44,3 mil toneladas (+27%), Arábia Saudita, com 39,5 mil toneladas (+56,3%) e África do Sul, com 31,2 mil toneladas (+10,8%). 

“Houve um aumento generalizado nas importações de carne de frango pelos principais destinos dos nossos produtos, o que justifica o desempenho recorde para o mês de dezembro”, destaca o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Maior exportador de carne de frango do Brasil, o Paraná embarcou 2,087 milhões de toneladas ao longo do ano de 2023, número que supera em 9,69% o total exportado no ano anterior. Em seguida estão Santa Catarina, com 1,103 milhão de toneladas (+8,48%), Rio Grande do Sul, com 739 mil toneladas (-2,13%), São Paulo, com 292,6 mil toneladas (+6,32%) e Goiás, com 236,8 mil toneladas (+21,3%). 

“No ano em que registramos o primeiro foco de Influenza Aviária em aves silvestres no Brasil, os resultados obtidos pelas exportações atestam a confiança do mundo no trabalho de excelência em biosseguridade executado pelas empresas do setor, com o apoio do Ministério da Agricultura e das secretarias estaduais e municipais de agricultura, o que permitiu ao país continuar livre de Influenza Aviária”, conclui o presidente da ABPA, Ricardo Santin.