SUSTENTABILIDADE: ABPA lança guia com orientações sobre gestão de GEE

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lançou hoje (16), por meio de seu Programa ABPA de Incentivo às Práticas Sustentáveis, um guia que trata da gestão de Gases do Efeito Estufa (GEE) no âmbito das agroindústrias e das propriedades da avicultura e da suinocultura do Brasil.

O guia é gratuito e pode ser obtido por meio deste link: http://bit.ly/3ObY7Os

Produzido com o apoio da Flos Ambiental, o guia apresenta informações de entendimento básico sobre o que são os GEE, a Política Nacional  de Mudanças Climáticas, o Decreto No 11.075 (que estabelece os Planos Setoriais de Mitigação das Mudanças Climáticas e institui o Sistema Nacional de Redução de Emissões de GEE), entre outros pontos.

O guia orienta, de forma ilustrativa e detalhada, como construir um inventário de emissões de GEE, com escopo estabelecido a partir de emissões diretas, de terceiros e de outros que não estão sob responsabilidade da empresa.

Lançado no contexto da realização da COP 27, o material é mais uma ação que busca reforçar, no âmbito do Programa da ABPA, a implantação de práticas alinhadas à gestão sustentável de toda a cadeia produtiva, independentemente do tamanho e do impacto econômico, social e ambiental do estabelecimento.

“O Programa da ABPA busca incentivar as práticas em toda a cadeia produtiva, por meio de orientações a produtores e empresas sobre medidas e controles para o desenvolvimento sustentável. O novo guia tem este propósito: colocar o setor alinhado às expectativas e metas do Brasil no âmbito da sustentabilidade”, avalia a diretora técnica da ABPA, Sula Alves.

Receita de exportações de ovos cresce 26,6% em outubro

A receita das exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram em outubro US$ 1,725 milhão, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 26,6% o resultado alcançado no mesmo período do ano passado, com US$ 1,363 milhão.

Em volume, as vendas de ovos chegaram a 587 toneladas, volume 28,4% menor que o registrado no mesmo período de 2021, com 819 toneladas.

No ano (janeiro a outubro), a alta acumulada nas exportações de ovos chega a 52,3%, com US$ 19,657 milhões, contra US$ 12,903 milhões em 2021. O resultado também é positivo em volume, com 8,649 mil toneladas, número 6,1% maior que o acumulado nos 10 primeiros meses de 2021, com 8,148 mil toneladas.

Principal destino das exportações de ovos, as vendas para os Emirados Árabes Unidos geraram receita de US$ 5,520 milhões entre janeiro e outubro, resultado 9,3% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior. Outros destaques foram o Japão, com U$ 5,085 milhões (+164%) e o Catar, país sede da Copa do Mundo, com US$ 1,784 milhões (+253%).

“As vendas internacionais de ovos e ovo-produto do Brasil estão ganhando nova configuração, com uma expressiva elevação da relevância do mercado japonês para os resultados do ano, assim como está ocorrendo com o Catar, que aumentou sua demanda diante do grande volume de visitantes estrangeiros com o evento esportivo internacional”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

ABPA aplaude a abertura do México para a carne suína do Brasil

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o anúncio feito hoje pelo Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes, sobre a abertura do mercado do México para a carne suína do Brasil.

A publicação da autorização foi feita hoje pelo SENASICA – órgão equivalente ao ministério da agricultura brasileiro, responsável pelo controle da produção, importação e exportação de alimentos no México.

As habilitações são das plantas frigoríficas do estado de Santa Catarina que, à época da solicitação de acesso às autoridades mexicanas, era a única região brasileira reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como livre de aftosa sem vacinação.

A abertura, na visão do presidente da ABPA, Ricardo Santin, representa uma das mais importantes conquistas para a cadeia exportadora de proteína animal do Brasil.

“O México é, historicamente, um dos três principais destinos das exportações globais de carne suína, com volumes próximos a 1 milhão de toneladas.  Falamos de aproximadamente 10% do trade global.  A abertura é parte das medidas tomadas pelo Governo Mexicano para o controle inflacionário e das ações do MAPA e do MRE brasileiro no sentido de ampliação dos acessos de nossa proteína.  Neste contexto, o Brasil reforça a sua posição de apoio às nações para a segurança alimentar e para a oferta de alimentos”, ressalta Santin.

De acordo com o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, as exportações brasileiras deverão ser direcionadas aos processadores mexicanos, evitando concorrência com a produção local de suínos.

“Vamos atuar em complementaridade à produção mexicana de suínos.  Exatamente neste sentido, envidaremos esforços para ampliar a habilitação para plantas das novas áreas reconhecidas pela OMSA como livre de aftosa sem vacinação, como Rio Grande do Sul e Paraná, ampliando ao máximo a capacidade de fornecimento de produtos brasileiros à população do México”, completa do diretor da ABPA.

Exportações de carne suína alcançam 98,6 mil tons em outubro

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 98,6 mil toneladas em outubro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 0,5% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 99 mil toneladas.

Em receita, as vendas do setor cresceram 8,8%, com US$ 237,1 milhões em outubro deste ano, contra US$ 217,9 milhões obtidos no décimo mês de 2021.

No acumulado do ano, as exportações de carne suína totalizaram embarques de 924,2 mil toneladas entre janeiro e outubro, volume 4,5% menor do que o registrado nos dez primeiros meses de 2021, com 967,9 mil toneladas.

Em receita, as vendas do setor chegaram a US$ 2,088 bilhões, número 8,4% menor que o resultado alcançado entre janeiro e outubro do ano passado, com US$ 2,279 bilhões.

Entre os principais destinos das exportações de carne suína, a China, maior importadora, incrementou suas compras em 23,2% em outubro na comparação com o ano anterior, alcançando 46 mil toneladas. Outros destaques foram o Chile e as Filipinas que, segundo o mesmo comparativo, elevaram as suas importações em, respectivamente, 74,8% (com 7,2 mil toneladas) e 0,3% (com 4,4 mil toneladas).

“A média do segundo semestre permanece superior a 100 mil toneladas, em patamares acima do registrado tanto no primeiro semestre deste ano, como à média de todo o ano de 2021. O resultado aponta a recuperação do desempenho do ano em relação ao registrado no ano passado e indica a mesma tendência para 2023”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Receita de exportações de carne de frango cresce 15% em outubro

No ano, resultado acumulado em volume é 5,1% maior

A receita das exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram US$ 822,6 milhões em outubro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 15% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 715,2 milhões.

O volume embarcado no décimo mês do ano alcançou 394 mil toneladas, desempenho 0,8% menor que o registrado em outubro de 2021, com 397,1 mil toneladas.

No acumulado do ano, a receita das exportações de carne de frango alcançou US$ 8,195 bilhões, desempenho 29,3% maior que o registrado entre janeiro e outubro de 2021, com US$ 6,339 bilhões.

Em volume, os embarques registrados nos dez primeiros meses de 2022 chegaram a 4,060 milhões de toneladas, volume 5,1% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior, com 3,864 milhões de toneladas.

Entre os principais destinos de exportações do ano (janeiro a outubro), destaque para os Emirados Árabes Unidos, com 377,3 mil toneladas (+22.9%), Filipinas, com 215 mil toneladas (+45,6%), União Europeia, com 202,1 mil toneladas (+23,8%) e Coreia do Sul, com 153,3 mil toneladas (+63,2%).

“A média mensal das exportações de carne de frango se mantém acima das 400 mil toneladas, em linha com as projeções da ABPA para o ano. O desempenho positivo das receitas obtidas com as vendas internacionais aponta para um quadro de manutenção da demanda do mercado internacional pelo produto brasileiro”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

ALA e IICA lançam guia para promover o comércio de empresas avícolas da região

Documento reúne informações sobre regulamentações nacionais e multilaterais relacionadas à avicultura, para fortalecer as exportações dos países das Américas

Ter documentos e regulamentações relevantes, de forma organizada e de fácil acesso, é essencial para promover o comércio internacional e a produção sustentável de aves em uma região tão heterogênea como as Américas.

Para atender a essa necessidade, por ser um setor fundamental para a segurança alimentar mundial, a Associação Latinoamericana de Avicultura (ALA) e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) lançam o Guia para Identificação e Sistematização de Informações sobre Regras do Comércio de Aves, disponível no link https://online.fliphtml5.com/eebm/pvjw/

https://online.fliphtml5.com/eebm/lxyx/

Construído a partir de um acordo de cooperação mútua, o guia contém informações sobre as normas específicas da regulamentação nacional de produtos avícolas de cada país membro da ALA que, por sua vez, é membro do IICA.

Os países envolvidos são: Antigua y Barbuda, Argentina, Barbados, Belice, Bolivia, Brasil, Chile, Costa Rica, Ecuador, El Salvador, Guatemala, Guyana, Honduras, Jamaica, México, Nicaragua, Panamá, Paraguay, Perú, República Dominicana, San Vicente y las Granadinas, Surinam, Uruguay y Venezuela; é também Cuba.

Intuitivo, de fácil navegação, com linguagem simples e amigável, o manual inclui legislações e regulamentações nacionais específicas voltadas às agroindústrias do setor que buscam acessar o mercado internacional em seu planejamento estratégico.

Com conteúdo atual, resume as normas e as vincula às publicações originais dos órgãos reguladores de cada país por meio de links.

Daniel Rodríguez, gerente do Programa de Comércio Internacional e Integração Regional do IICA, destacou que a realização de iniciativas conjuntas com parceiros importantes como a ALA permite oferecer aos países informações técnicas especializadas para acessar os mercados internacionais.

“É extremamente importante que os exportadores conheçam as atuais regulamentações comerciais em nível multilateral em entidades como a OMC e com os principais parceiros comerciais, como Estados Unidos, China e União Européia”, disse.

“O futuro da alimentação mundial passa pela América Latina e Caribe e a indústria avícola deve estar preparada para este chamado. Nesse contexto, o manual tem um papel fundamental para tornar

fáceis e acessíveis as informações jurídicas que cada nação determina para uma empresa se tornar exportadora”, ressaltou a diretora da ALA, Juana Galván.

Além do novo manual, a ALA mantém informações estatísticas, sanitárias, de qualidade e de gestão em seu site http://www.avicolatina.com, úteis para produtores que desejam exportar.

Sobre a ALA

 Fundada em 1970, a Associação Latinoamericana de Avicultura (ALA) busca apoiar o desenvolvimento do setor avícola no continente. Entidade guarda-chuva do setor avícola na América Latina, reúne 21 associações de avicultura, ovos, genética e outras.

Mantém três institutos: o Instituto Técnico Científico (ITC), o Instituto Latino-Americano Ovo (ILH) e o Instituto Latino-Americano Frango (ILP), voltados ao desenvolvimento produtivo, técnico e de consumo de produtos no continente. A ALA também é mantenedora da OVUM, principal feira e congresso do setor avícola da América Latina.

Sobre o IICA

 É a organização internacional especializada em agricultura do Sistema Interamericano, cuja missão é estimular, promover e apoiar os esforços de seus 34 Estados membros para alcançar o desenvolvimento agrícola e o bem-estar rural por meio de uma excelente cooperação técnica internacional.

Na Espanha, exposição de fotos destaca produção de proteína animal no Brasil

Cerca de cinquenta stakeholders, autoridades e jornalistas espanhóis visitaram uma exposição de imagens do Agro Brasileiro organizada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), na Embaixada Brasileira em Madri (Espanha).

As fotografias expostas são das obras fotográficas “Da Nossa Mesa para a sua Mesa” e “A Força da Terra”, de autoria do fotógrafo Manoel Petry, que também participou do evento. As imagens detalham aspectos sobre a cadeia produtiva do Brasil, reforçando o posicionamento do setor como fomentador de desenvolvimento em núcleos interioranos, com foco em sustentabilidade, qualidade e preservação do status sanitário.

Durante o evento, o presidente da ABPA, Ricardo Santin, reforçou aspectos que fortalecem a posição brasileira como produtora de alimentos essencial para o planeta, garantindo oferta de alimentos de alta qualidade, com sustentabilidade e livre de enfermidades como a Influenza Aviária.

“Estamos em amplas frentes de ação em mercados com relevância na formação de opinião global. Contra desinformações cuja única finalidade é fortalecer protecionismos, temos realizado ações estruturadas que mostram e detalham como produzimos. Esta ação na Embaixada em Madri, que contou com absoluto apoio do embaixador Orlando Leite Ribeiro, foi uma destas iniciativas com o propósito de reforçar a nossa posição como apoiadores da segurança alimentar dos diversos mercados, em complemento à produção local”, reforça Santin.

ABPA & ApexBrasil promovem exposição de imagens do setor na Espanha

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), promoverá uma exposição de imagens da avicultura e da suinocultura do Brasil nesta quinta-feira (20), em Madri (Espanha).

A exposição acontecerá na Embaixada do Brasil na capital espanhola e mostrará elementos que definem o perfil produtivo dos setores brasileiros, pautados pela qualidade dos produtos, pelo status sanitário preservado e pela sustentabilidade das pequenas propriedades no interior do País.

As imagens são da obra fotográfica “Da Nossa Mesa para a sua Mesa”, de autoria do fotógrafo Manoel Petry. Stakeholders e representantes da imprensa espanhola foram convidados para a exposição.

O evento de lançamento da exposição contará com apresentações do presidente da ABPA, Ricardo Santin, e do Embaixador do Brasil em Madrid, Orlando Leite Ribeiro. Em sua fala, Ricardo abordará o papel do Brasil como fornecedor de alimentos para o continente europeu, em complementariedade à produção local.

“Neste momento em que a Europa busca construir caminhos seguros para a própria segurança alimentar, queremos reforçar a posição brasileira como parceiro sólido.   Destacaremos nossa atuação com os mais elevados padrões de qualidade e sustentabilidade, além de preservar um status sanitário que é ímpar entre os grandes produtores de carne de frango, por nunca registrar casos de influenza aviária em seu território. É um momento relevante para reforçarmos nossos laços com a comunidade europeia”, avalia Santin.

Receita de exportações de ovos cresce 12,3% em setembro

São Paulo, 19 de outubro de 2022 – As exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) geraram receita de US$ 1,663 milhão em setembro, segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O resultado supera em 12,3% o desempenho registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 1,480 milhão.

O volume exportado no nono mês do ano alcançou 479 toneladas, número 26,3% menor que o efetivado no mesmo período de 2021, com 650 toneladas.

No ano, a alta acumulada em receita chega a 55,4%, com US$ 17,9 milhões entre janeiro e setembro deste ano, contra US$ 11,5 milhões no ano anterior.

O saldo positivo se repete em volumes, com 8,062 mil toneladas nos nove primeiros meses deste ano, número 10% superior ao registrado em 2021, com 7,329 mil toneladas.

Entre os principais destinos das exportações, destaque para os Emirados Árabes Unidos, maior importador do ovo brasileiro, com 4,323 mil toneladas entre janeiro e setembro (-1,9%), seguido pelo Japão, com 815 toneladas (+25,5%). Sede da Copa do Mundo, o Catar aumentou suas importações do produto brasileiro em 222,16% neste ano, com 783 toneladas.

“Há uma alta generalizada entre os doze maiores compradores de ovos brasileiros neste ano, apontando uma tendência de ampliação da capilaridade do produto, especialmente para nações islâmicas, da Ásia e das Américas”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.