ABPA leva exposição sobre a avicultura e suinocultura brasileiras à Expo Osaka 2025, no Japão

Iniciativa apresentará imagens, vídeos e publicações institucionais no pavilhão do Brasil

São Paulo, 06 de agosto de 2025 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), promoverá entre os dias 11 e 13 de agosto uma exposição imersiva sobre a cadeia produtiva de aves e suínos do Brasil, no Pavilhão Brasileiro da Expo Osaka 2025, no Japão.

Com curadoria da ABPA, a ação será composta por fotos, vídeos e publicações institucionais que destacam a qualidade, a sustentabilidade e o valor cultural dos alimentos produzidos no Brasil. Estarão em exibição os livros “Da Nossa Mesa para a Sua Mesa”, “A Força da Terra” e o “Livro Halal”, materiais que retratam a importância social, econômica e simbólica das proteínas brasileiras para o mundo.

A ação integra a programação do espaço brasileiro coordenado pela ApexBrasil e promovido em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o Governo Federal do Brasil.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, estará presente durante o período da exposição, juntamente com a coordenadora de promoção comercial, Nayara Dalmolin, reforçando o papel do setor na segurança alimentar global e o compromisso com os mercados asiáticos.

“O mercado japonês é um dos mais tradicionais parceiros da proteína animal do Brasil.  Queremos reforçar a história das relações do povo japonês com a produção brasileira, seja como consumidores mas também como produtores, lembrando que grande parte da cadeia agroindustrial é formada por imigrantes japoneses, do campo à agroindústria”, ressalta Santin.

A entrada na Expo Osaka 2025 é limitada a ingressos adquiridos exclusivamente por meio dos canais oficiais do evento: https://www.expo2025.or.jp/en

 

ABPA & ApexBrasil levam 13 agroindústrias brasileiras para a WOFEX 2025 nas Filipinas

Estande coletivo ocupará 90 m² no World Trade Center Metro Manila

 

São Paulo, 05 de agosto de 2025 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), liderará a participação de 13 agroindústrias exportadoras brasileiras na World Food Expo – WOFEX 2025, que será realizada entre os dias 6 e 9 de agosto, nas Filipinas.

A ação contará com espaço exclusivamente dedicado à proteína animal do Brasil. Participam da ação as agroindústrias: Alibem, Aurora, Bello, BMG, Coasul, Dália, Ecofrigo, Frigoestrela, Rainha da Paz, Rudolph, Jaguafrangos, Avenorte e Somave. O espaço foi estruturado para proporcionar encontros de negócios com importadores e autoridades locais, além de ações promocionais das marcas setoriais coordenadas pela ABPA.

A presença brasileira na WOFEX marcará também o início do Road Show 2025, iniciativa internacional lançada pela ABPA em parceria com a ApexBrasil para promover o alinhamento às diretrizes sanitárias da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA/WOAH) e fortalecer o papel do Brasil como parceiro global para a segurança alimentar. A etapa filipina contará com seminário técnico-institucional com autoridades do governo local e representantes do setor privado, reforçando a confiança nas exportações brasileiras de proteína animal.

“A forte ação na WOFEX é reflexo dos novos patamares estabelecidos nas relações entre os exportadores brasileiros e o mercado consumidor filipino, que assumiu a liderança em carne suína e segue expandindo a demanda por carne de frango do Brasil. Temos fortes laços e queremos avançar, incluindo ações que estabeleçam novos patamares nas tratativas sanitárias entre os nossos países”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin, que liderará a ação.

A WOFEX é considerada a principal vitrine da cadeia de alimentos e bebidas nas Filipinas, atraindo visitantes e compradores de diversos mercados do Sudeste Asiático. Mais informações sobre o evento: https://wofex.com

Falta um ano para o SIAVS 2026

Evento será a maior edição da história

 

São Paulo, 04 de agosto de 2025 – Começa hoje a contagem regressiva oficial para a maior edição já realizada do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O evento acontecerá de 04 a 06 de agosto de 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), e contará com novidades estruturais e de conteúdo que reforçam o papel estratégico do SIAVS como o maior ponto de encontro da cadeia da proteína animal no mundo.

Com mais de 45 mil metros quadrados de área total11 mil a mais do que em 2024 —, o SIAVS 2026 ampliará seu espaço de exposição, conhecimento e relacionamento internacional, reunindo toda a cadeia da avicultura, suinocultura, piscicultura, bovinocultura de corte e de leite, produção de ovos e demais proteínas. A ampliação consolida o formato multiproteínas, integrando todos os elos da produção pecuária do Brasil e fortalecendo conexões com os mercados globais.

Além da feira de negócios com mais de 300 empresas nacionais e internacionais, o evento manterá sua tradicional programação institucional de alto nível, com presença de autoridades, lideranças do agronegócio, especialistas internacionais, pesquisadores e representantes de organismos multilaterais. Estão previstos ainda fóruns técnicos, painéis de políticas públicas, encontros bilaterais com países importadores, além de ações voltadas para sustentabilidade, inovação, bem-estar animal e segurança alimentar.

Entre os destaques de 2026 estão a ampliação da presença da cadeia exportadora de bovinos – viabilizada pela Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne (ABIEC) – e de peixes de cultivo (com a PeixeBR), ampliação do programa do SIAVS Talks, voltada para startups e tecnologias emergentes no agro, a ampliação das ativações de marcas setoriais como Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck.  

“Estamos há um ano da maior edição do SIAVS, e o que já está em construção é grandioso. Será uma vitrine global da proteína animal brasileira, com foco em inovação, sustentabilidade e valorização da produção de proteínas. Um evento conectado aos desafios do presente e às oportunidades do futuro”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

As inscrições para visitantes e delegações internacionais serão abertas nos próximos meses, por meio do site oficial do evento: www.siavs.com.br.

 

 

Brasil celebra 50 anos do primeiro embarque de carne de frango

São Paulo, 1º de agosto de 2025 – Há exatos 50 anos, em 1º de agosto de 1975, o Brasil realizava seu primeiro embarque oficial de carne de frango com destino ao mercado internacional, inaugurando uma trajetória de sucesso que posicionaria o país como o maior exportador mundial da proteína.

 O destino daquele primeiro embarque foi o Kuwait, país do Oriente Médio que, ainda hoje, figura entre os principais destinos da carne de frango brasileira. O embarque pioneiro marcou o início de uma longa relação de confiança com os mercados islâmicos, especialmente os países do Golfo, que ao longo dos anos se consolidaram como grandes parceiros comerciais da avicultura nacional.

 Ao longo dessas 5 décadas, o Brasil exportou quase 100 milhões de toneladas de carne de frango para mais de 150 nações em todo o mundo.  Apenas no ano passado, foram mais de 4,9 milhões de toneladas anuais, com receita próxima de US$ 10 bilhões ao ano. Entre os principais destinos atuais estão China, Emirados Árabes Unidos, Japão, Arábia Saudita e União Europeia, refletindo o reconhecimento internacional à qualidade, à segurança sanitária e ao respeito às normas internacionais da produção brasileira.

 Parte expressiva dessas exportações é composta por produtos halal, voltados aos consumidores muçulmanos – são mais de 2 milhões de toneladas embarcadas anualmente. O Brasil é, atualmente, o maior exportador global de carne de frango halal, atendendo com exclusividade mercados altamente exigentes em requisitos religiosos, sanitários e de rastreabilidade. Para garantir esse padrão, o setor mantém estreita colaboração com certificadoras, autoridades religiosas e governos parceiros, promovendo o diálogo e a adaptação contínua de seus processos produtivos.

 “Celebrar 50 anos deste primeiro embarque é reconhecer a força de uma cadeia que evoluiu com base na ciência, na integração entre campo e indústria, no compromisso com a segurança dos alimentos e, sobretudo, na confiança dos mercados internacionais. É uma história construída por milhares de produtores, cooperativas e empresas que acreditaram no potencial do Brasil”, destaca Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

 Ao longo desta trajetória, os projetos setoriais desenvolvidos em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) foram fundamentais para consolidar a imagem do Brasil como fornecedor confiável de alimentos. Por meio de ações de promoção comercial, posicionamento estratégico de imagem, participação em feiras internacionais e relacionamento com stakeholders globais, os projetos contribuíram decisivamente para a diversificação de mercados e o crescimento sustentado das exportações.

 “Aquele 1º de agosto de 1975 não foi apenas o início de um comércio. Foi o ponto de partida de uma jornada que ajudou o Brasil a se consolidar como fornecedor estratégico de alimentos para o mundo. Meio século depois, seguimos comprometidos com a excelência e com a segurança alimentar global”, conclui Santin.

ABPA lança nova fase de campanha de prevenção à PSA

Ação busca conscientizar sobre cuidados de viajantes e na granja para manter a blindagem da produção contra a Peste Suína Africana_

 

Mantendo a atenção do setor à blindagem sanitária, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lançou hoje nova etapa da campanha “Brasil Livre de PSA”, iniciativa voltada à manutenção dos cuidados para a proteção da suinocultura do País contra riscos de introdução da Peste Suína Africana em território nacional.

A campanha conta com vídeos para difusão por meios digitais, e destaca questões básicas de cuidados para quem viaja ao exterior e para quem é produtor de suínos.

Os cuidados incluem não trazer qualquer tipo de produto à base de carne suína na bagagem após a visita a outros países – o que, inclusive, é proibido pelas autoridades brasileiras -; atenção à alimentação e água dos planteis, a proibição de visitas e a higienização total de roupas e sapatos após viagens. Veículos que acessem as propriedades também devem passar por descontaminação.

O vídeo completo da campanha está disponível neste link: https://youtu.be/xPdrzvvQNt4

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a campanha é parte de um conjunto de medidas adotadas pelo setor para manter a blindagem sanitária do setor contra a PSA, que é uma das enfermidades mais severas para a produção suinícola global.

“Em diversos países do mundo ainda há casos ativos de PSA. A parte continental das Américas não tem qualquer registro de foco e mantemos um esforço permanente com esse objetivo. A campanha que vamos realizar é parte destes esforços, para preservarmos nossa produção desta enfermidade que há quatro décadas não é registrada em nosso País”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Saiba mais sobre os cuidados e a proteção dos planteis brasileiros por meio do site www.brasilivredepsa.com.br

Suinocultura brasileira segue em expansão e valorização do consumo interno

ABPA homenageia produtores no Dia do Suinocultor, celebrado em 24 de julho

Confira mensagem do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1p-gHnBVUxZAhzU7s-MHWbSfBVZ_TOOAf/view?usp=sharing

 

A suinocultura brasileira segue firme na consolidação de sua relevância no agronegócio nacional e no comércio global de proteína animal. Em reconhecimento ao papel estratégico dos produtores nesse processo, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), juntamente com toda a cadeia produtiva, celebra nesta quinta-feira (24) o Dia do Suinocultor — data que homenageia os profissionais responsáveis pela produção da carne suína no país.

Em 2024, a produção nacional de carne suína alcançou 5,305 milhões de toneladas, volume 3% superior ao registrado no ano anterior. O crescimento foi impulsionado pela demanda do mercado doméstico e pela manutenção do ritmo das exportações. O Brasil se manteve como o quarto maior produtor global e o líder entre os exportadores livres de Peste Suína Africana.

O consumo interno tem sido um dos principais vetores de crescimento da atividade. No ano passado, o consumo per capita da proteína suína chegou a 18 quilos por habitante/ano, consolidando uma tendência de valorização do produto nas mesas dos brasileiros. A diversificação dos canais de comercialização e a ampliação do mix de cortes têm ampliado o acesso da carne suína a novos perfis de consumidores.

No comércio internacional, o setor embarcou 1,35 milhão de toneladas em 2024, com receita próxima de US$ 3 bilhões, mantendo o Brasil entre os principais players globais. As exportações foram direcionadas a mais de 100 mercados, com destaque para China, Hong Kong, Filipinas, Chile e Singapura. Para 2025, a expectativa é de ampliação da presença brasileira no Sudeste Asiático e em países da América Latina.

“O desempenho da suinocultura brasileira é resultado direto do trabalho do suinocultor. Com profissionalismo, eficiência e foco na sustentabilidade, ele tem garantido o abastecimento interno, gerado empregos no campo e promovido a competitividade do Brasil no comércio global de alimentos”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

A ABPA parabeniza todos os suinocultores pelo seu dia e reforça o compromisso com o desenvolvimento contínuo do setor, com foco em mercados, produtividade e sanidade.

Reconhecimento do Paraná como Livre de Aftosa deve reforçar embarques de carne suína para o Chile

Setor celebrou reconhecimento, que é pré-condição para embarques de produtos suínos para o destino

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o anúncio feito pelo Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil, com o reconhecimento do território do Paraná como Área Livre de Aftosa sem Vacinação pelo Chile. A informação foi divulgada hoje pelo MAPA, após publicação no Diário Oficial do Chile.

O reconhecimento do Paraná deve trazer um novo impulso aos negócios do setor. Atualmente, somente Santa Catarina exportava carne suína para o mercado chileno, que mantém acordo de exportações com o Brasil por meio de pré-listing – garantindo amplo acesso do estado ao mercado.

“Esta é mais uma conquista do Ministro Carlos Fávaro e dos Secretários Luis Rua (Relações Internacionais) e Carlos Goulart (Defesa) para a cadeia exportadora de carne suína do Brasil, que projeta recorde de exportações e deverá ter influencia positiva deste novo reconhecimento”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Quarto principal destino das exportações de carne suína do Brasil, o Chile importou apenas no primeiro semestre deste ano 55,9 mil toneladas do produto, gerando receitas de US$ 140 milhões. Em comparação com o ano passado, os embarques cresceram 11,1% em volumes e 30% em receita.

Exportações de ovos crescem no primeiro semestre

Receita no período supera US$ 57,7 milhões, alta de 216,3%

 

São Paulo, 10 de julho de 2025 – As exportações brasileiras de ovos (incluindo produtos in natura e processados) totalizaram 24.915 toneladas no primeiro semestre de 2025, conforme levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 192,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 8.518 toneladas embarcadas.

A receita obtida com as exportações entre janeiro e junho alcançou US$ 57,759 milhões, resultado 216,3% superior ao registrado no mesmo período de 2024, com US$ 18,622 milhões.

Apenas em junho, os embarques de ovos chegaram a 6.558 toneladas, número 308,3% superior ao registrado no mesmo mês de 2024. A receita obtida no mês foi de US$ 15,659 milhões, saldo 288,8% superior em relação a junho do ano anterior.

Os Estados Unidos consolidaram-se como o principal destino das exportações brasileiras no semestre, com 15.202 toneladas embarcadas (+1247%), gerando receita de US$ 33,1 milhões (+1586,2%). Em seguida, aparecem o México, com 1.586 toneladas e US$ 6,9 milhões em receita, e o Japão, com 1.570 toneladas (+152,1%) e US$ 3,7 milhões (+143,2%).

Outros destaques incluem Angola, com 686 toneladas e US$ 1,1 milhão; Serra Leoa, com 473 toneladas (+359,6%) e US$ 766 mil (+373,5%); e Uruguai, com 369 toneladas (-14,3%) e US$ 1,24 milhão (-18,5%). Por outro lado, o Chile registrou queda de 16,6% nos volumes (2.426 toneladas) e leve retração de 2% na receita, com US$ 6,85 milhões.

“Os embarques de ovos atingiram patamares históricos neste primeiro semestre, com forte ampliação da presença brasileira em mercados estratégicos como os Estados Unidos, México e Japão. O cenário reforça a confiança do mercado internacional na qualidade, biossegurança e competitividade do produto brasileiro. Com a manutenção das atuais condições de mercado, a expectativa é de que o segundo semestre consolide um novo ciclo de crescimento nas exportações do setor, sem impactos significativos na oferta interna de produtos”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Receita de exportações de carne suína crescem 45,2% em junho e alcançam recorde histórico

Volume exportado foi 28% maior e alcançou segundo maior resultado da história

 

Confira análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1ADbK8Q282uUilGCrggPHNShqiBR2hTV0/view?usp=sharing 

São Paulo, 8 de julho de 2025 – As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 137,1 mil toneladas em junho, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O resultado foi 28% superior ao embarcado no mesmo período do ano passado, com 107,1 mil toneladas. É o segundo maior volume mensal já registrado na história do setor. 

A alta foi ainda mais expressiva em receita. Ao todo, foram registrados US$ 341,6 milhões em junho deste ano, saldo 45,2% superior ao alcançado no mesmo período do ano passado, com US$ 235,3 milhões.  O saldo obtido em junho de 2025 é o maior já registrado na história do setor. 

No semestre, as exportações acumuladas chegaram a 722 mil toneladas, volume 17,6% superior ao embarcado entre janeiro e junho de 2024, com 613,7 mil toneladas. Em receita, a alta das exportações chegou a US$ 1,723 bilhão, saldo 32,6% maior em relação ao total obtido no mesmo período do ano passado, com US$ 1,300 bilhão. 

Principal destino das exportações de carne suína em junho, as Filipinas importaram 33,8 mil toneladas, volume 141,1% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida estão a China, com 15,4 mil toneladas (-6,2%), Japão, com 12,8 mil toneladas (+27,7%), Chile, com 11,3 mil toneladas (+55,3%) e Singapura, com 9,1 mil toneladas (+0,1). 

Entre os principais estados exportadores, Santa Catarina liderou com 374,3 mil toneladas exportadas no primeiro semestre (+11% em relação ao mesmo período do ano passado), seguido pelo Rio Grande do Sul, com 158,9 mil toneladas (+21,29%), Paraná, com 111,3 mil toneladas (+38,81%), Mato Grosso, com 18,5 mil toneladas (+5,46%) e Minas Gerais, com 18,4 mil toneladas (+54,71%).

“Há um aumento em diversos mercados na demanda por carne suína do Brasil, incluindo mercados com elevado valor agregado. O comportamento do mercado global projeta resultados ainda mais positivos que as expectativas traçadas pelo setor produtivo em janeiro, indicando novos recordes em volume e receita”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin. 

Embarques de carne de frango fecham semestre com alta de 0,5%

Receita das exportações foi 5% maior neste ano

 

Acompanhe a análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1pBNaQUIqy-vOQdEV5nkyubYqezI6TkaH/view?usp=sharing 

 

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram o primeiro semestre deste ano com alta de 0,5% nos volumes embarcados, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).  Ao todo, foram exportadas 2,6 milhões de toneladas, número 0,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 2,588 milhões de toneladas. 

O saldo das exportações no primeiro semestre chegou a US$ 4,871 bilhões, número 5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 4,636 bilhões. 

Em junho, as exportações de carne de frango chegaram a 343,4 mil toneladas. O saldo é 21,2% menor em relação ao registrado no mesmo período do ano passado, com 435,9 mil toneladas. A receita gerada no período chegou a US$ 637 milhões, saldo 19,7% menor em relação ao mesmo período do ano passado, com US$ 793,6 milhões.

O ranking dos principais destinos das exportações brasileiras no primeiro semestre é liderado pelos Emirados Árabes Unidos, com 231,1 mil toneladas (-3,7%), seguido pela China, com 228,6 mil toneladas (-17,2%), Arábia Saudita, com 201,9 mil toneladas (-2%), Japão, com 198,2 mil toneladas (-7,5%) e África do Sul, com 133,9 mil toneladas (-20,3%), União Europeia, com 125,3 mil toneladas (+20,8%), Filipinas, com 122,8 mil toneladas (+2,2%) e México, com 89,9 mil toneladas (+7,7%). 

Principal estado exportador, o Paraná embarcou 1,039 milhão de toneladas no primeiro semestre (-3,49% em relação ao ano anterior), seguido por Santa Catarina, com 573,3 mil toneladas (+1,72%), Rio Grande do Sul, com 348,5 mil toneladas (-1,62%), São Paulo, com 154 mil toneladas (+12,4%) e Goiás, com 131,1 mil toneladas (+4,2%).

“Por um lado, o saldo registrado em maio e junho demonstraram um impacto real inferior ao que se chegou a especular com as suspensões decorrentes do único foco identificado e já resolvido de Influenza Aviária em produção comercial. Agora, com a publicação da autodeclaração do Brasil de Livre de Influenza Aviária junto à Organização Mundial de Saúde Animal, a maioria dos mercados retomaram o fluxo das exportações e outros deverão restabelecer em breve. A expectativa é que ocorra uma significativa evolução nos níveis dos embarques neste segundo semestre, ampliando o resultado positivo esperado para este ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.