Estão abertas as inscrições para programação de palestras do SIAVS 2026

SIAVS abre inscrições para programação de palestras e anuncia maior edição da história em 2026

 

Estão abertas as inscrições para participação na programação de palestras do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), maior evento das cadeias produtivas das proteínas animais do Brasil, que será realizado entre os dias 04 e 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

A programação reunirá especialistas nacionais e internacionais em uma agenda abrangente de conteúdos voltados aos principais desafios e tendências das proteínas animais, além de temas transversais estratégicos para a produção.

Entre os destaques da grade estão painéis sobre sanidade e biosseguridade, com foco na prevenção e controle de enfermidades; sustentabilidade e ESG, incluindo eficiência produtiva, bem-estar animal e redução de impactos ambientais; inovação e tecnologia, com aplicações em automação, digitalização e inteligência de dados; nutrição animal e insumos, com análises de custos e eficiência; além de debates sobre mercado e comércio internacional, geopolítica, acesso a mercados e segurança alimentar.

A programação foi estruturada para oferecer conteúdo técnico de alto nível, com aplicabilidade prática para produtores, agroindústrias e profissionais da cadeia produtiva.

O SIAVS 2026 já nasce como um marco histórico para a proteína animal brasileira e mundial. Maior edição de todos os tempos, a feira ocupará 45 mil metros quadrados – um salto de 65% em relação a 2024 – e se posiciona definitivamente entre os maiores encontros globais do setor, com a participação confirmada de empresas e visitantes de mais de 60 países.

Realizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o evento reúne milhares de visitantes de todas as regiões do Brasil e do exterior, incluindo lideranças políticas, autoridades, compradores internacionais, formadores de opinião e profissionais de toda a cadeia produtiva.

A nova edição evidencia o avanço da internacionalização do evento. Pela primeira vez, estarão presentes grandes líderes globais em equipamentos de linhas industriais, como Marel, Meyn, Foodmate e Mayekawa, reforçando o perfil inovador e tecnológico do SIAVS.

Outro destaque é a expansão da participação do setor de bovinos, que triplicou sua presença, passando de 280 metros quadrados em 2024 para mais de 620 metros em 2026, um crescimento superior a 120%.

No destaque da feira, mais de 5 mil metros quadrados estarão dedicados às principais agroindústrias de aves, suínos,bovinos, peixes, ovos e genética – segmentos em que o Brasil é referência mundial em produção sustentável e competitiva. Ao lado delas, empresas de genética, equipamentos de granja, insumos biológicos e farmacêuticos completarão a vitrine internacional de soluções para toda a cadeia produtiva.

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o crescimento do evento reflete o papel estratégico do Brasil no cenário global. _“O SIAVS se consolida como um espaço global de articulação, onde conhecimento, negócios e cooperação se encontram. É neste ambiente que o Brasil reafirma seu papel como referência em segurança alimentar e como parceiro confiável e estratégico para o futuro da proteína animal_”, destaca.

Paralelamente à feira, a programação técnica do SIAVS consolida-se como um dos principais fóruns de conteúdo do setor, integrando conhecimento, inovação e visão estratégica em um ambiente de alto nível.

As inscrições e informações completas do evento podem ser obtidas pelo link www.siavs.com.br.

 

SERVIÇO

Inscrições para participação na programação de palestras do SIAVS 2026

Data do evento: 04 a 06 de agosto de 2026

Local: Distrito Anhembi – São Paulo (SP)

Informações e inscrições: www.siavs.com.br

Estão abertas as inscrições para o Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável do SIAVS 2026

Estão abertas as inscrições para o Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável, reconhecimento científico que a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) promoverá durante o SIAVS 2026 – Salão Internacional de Proteína Animal, maior evento da avicultura e da suinocultura do Brasil, que será realizado entre os dias 04 e 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

A iniciativa contempla duas distinções, voltadas à valorização de pesquisas com efetiva aplicabilidade prática para a cadeia produtiva da proteína animal:

  • Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável – Grandes Áreas, destinado a trabalhos científicos com impacto nas áreas de produção, manejo e ambiência; nutrição; tecnologia e processos; sanidade; sustentabilidade; e saúde pública.
  • Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável – RAM (Resistência aos Antimicrobianos), voltado exclusivamente a estudos que abordem estratégias, ferramentas, indicadores e práticas relacionadas ao uso responsável de antimicrobianos e ao enfrentamento da resistência microbiana na produção animal, tema estratégico para o setor e alinhado aos princípios internacionais de One Health – no âmbito da  campanha “Uso Consciente, Futuro Responsável”, mantida pela ABPA.

O objetivo do Mérito é estimular pesquisas que extrapolem o ambiente acadêmico e apresentem aplicabilidade concreta, contribuindo para ganhos de eficiência, segurança sanitária, sustentabilidade e competitividade internacional da avicultura e da suinocultura brasileiras.

Os trabalhos inscritos serão avaliados por comissão julgadora composta por especialistas com reconhecida atuação técnica e acadêmica. Entre os critérios considerados estão:

  • Relevância estratégica para o setor
  • Grau de inovação
  • Consistência metodológica
  • Aplicabilidade prática
  • Potencial de impacto na cadeia produtiva

Após a etapa de avaliação, os trabalhos selecionados serão apresentados durante a programação oficial do SIAVS, ampliando sua visibilidade junto a empresários, pesquisadores, autoridades sanitárias e representantes nacionais e internacionais.

Como forma de reconhecimento, o primeiro autor do trabalho vencedor em cada uma das duas distinções participará, com apoio da organização, de uma experiência internacional em uma das principais feiras globais de alimentos, podendo escolher entre a SIAL Paris 2026, em Paris, ou a Gulfood 2027, em Dubai. A iniciativa proporciona imersão no ambiente internacional de negócios e inovação, fortalecendo a formação estratégica dos pesquisadores.

As inscrições devem ser realizadas conforme as orientações disponíveis no site oficial do evento, onde também constam regulamento completo, prazos, formato de submissão e demais informações: https://siavs.com.br/trabalho-cientifico/

Exportações de ovos crescem 16,3% em fevereiro

Receita mensal avança 25,1%; Chile e Japão impulsionam embarques do mês

 

São Paulo, 10 de março de 2026 – As exportações brasileiras de ovos (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 2.939 toneladas em fevereiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 16,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 2.527 toneladas.

Em receita, o crescimento foi ainda mais expressivo. As vendas internacionais do setor somaram US$ 6,175 milhões, valor 25,1% superior ao obtido em fevereiro de 2025, quando as exportações totalizaram US$ 4,936 milhões.

No acumulado do primeiro bimestre, as exportações brasileiras de ovos alcançaram 6.025 toneladas, número 23,4% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 4.884 toneladas. Em receita, o crescimento comparativo chega a 37,9%, com US$ 12,583 milhões obtidos nos dois primeiros meses de 2026, contra US$ 9,122 milhões no mesmo período do ano passado.

Entre os principais destinos das exportações brasileiras de ovos em fevereiro estão Chile, com 767 toneladas (+156,8%), Emirados Árabes Unidos, com 531 toneladas (-3,1%), Japão, com 524 toneladas (+143,5%), e México, com 284 toneladas (+12,7%).

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o desempenho das exportações reflete o fortalecimento da presença internacional da cadeia produtiva de ovos brasileira e a ampliação da diversificação de destinos.

“Os resultados deste início de ano mostram um crescimento consistente das exportações, com destaque para mercados da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina. A diversificação de destinos e a competitividade do produto brasileiro têm ampliado o espaço da nossa produção no comércio internacional, consolidando gradualmente a cultura exportadora do setor de ovos”, avalia Santin.

Embarques de carne suína crescem em fevereiro e Filipinas ampliam liderança entre destinos

Alta mensal é impulsionada pela demanda asiática; embarques para Filipinas avançam mais de 77% no mês

 

São Paulo, 06 de março de 2026 – As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 122,1 mil toneladas em fevereiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 6,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 114,4 mil toneladas.

Em receita, o desempenho também foi positivo. Ao todo, as vendas internacionais do setor somaram US$ 284,1 milhões, valor 4,1% superior ao obtido em fevereiro de 2025, quando as exportações alcançaram US$ 272,9 milhões.

No acumulado do primeiro bimestre do ano, as exportações brasileiras de carne suína chegaram a 238,4 mil toneladas, volume 8,1% maior em relação ao mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 220,5 mil toneladas. Em receita, o crescimento acumulado chega a 8,5%, com US$ 554,4 milhões obtidos nos dois primeiros meses de 2026, contra US$ 510,9 milhões registrados no mesmo período do ano passado.

Na análise por país-destino, as Filipinas ampliaram sua posição como principal mercado para a carne suína brasileira. Em fevereiro, o país importou 40,9 mil toneladas, volume 77,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. Em seguida aparecem Japão, com 12,1 mil toneladas (+34,8%), China, com 11,1 mil toneladas (-43%), Chile, com 8,8 mil toneladas (+6%), e Hong Kong, com 8 mil toneladas (-40%).

Também figuram entre os principais destinos Singapura, com 5,4 mil toneladas (-16,6%), Argentina, com 4,3 mil toneladas (-10,5%), Uruguai, com 4 mil toneladas (+8,7%), México, com 3,2 mil toneladas (+8%), e Geórgia, com 3,1 mil toneladas (+122%).

“O avanço expressivo em mercados como Filipinas e Japão demonstra a confiança dos importadores no status sanitário, na regularidade de fornecimento e na competitividade da proteína produzida no Brasil. Ao mesmo tempo, a diversificação de destinos tem ampliado a segurança da pauta exportadora, reduzindo a dependência de mercados específicos e abrindo novas oportunidades comerciais. Neste cenário, fatores como a credibilidade sanitária, a capacidade produtiva e a eficiência logística do setor brasileiro deixam de ser apenas condicionantes e passam a se consolidar como diferenciais estratégicos para sustentar o crescimento das exportações ao longo do ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principal exportador de carne suína, Santa Catarina embarcou 57 mil toneladas em fevereiro, número 7,7% menor em relação ao mesmo período do ano passado.  Em seguida estão o Rio Grande do Sul, com 29,7 mil toneladas (+24,1%), Paraná, com 20,6 mil toneladas (+15,3%), Mato Grosso, com 3,9 mil toneladas (+39,2%) e Minas Gerais, com 3,1 mil toneladas (+34,3%).

Embarques de carne de frango crescem 5,3% em fevereiro

Alta em receita mensal chega a 8,6%; China reassume liderança nos embarques mensais

São Paulo, 06 de março de 2026 – As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 493,2 mil toneladas em fevereiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é o maior já registrado para o mês de fevereiro, superando em 5,3% o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 468,4 mil toneladas.

O saldo em dólares também é o maior já registrado para o mês de fevereiro. Ao todo, foram US$ 945,4 milhões, número 8,6% superior ao alcançado no mesmo período do ano passado, com US$ 870,4 milhões.

No ano, a alta acumulada chega a 4,5%, com 952,3 mil toneladas embarcadas no primeiro bimestre deste ano, contra 911,4 mil toneladas no mesmo período do ano passado. Em receita, o crescimento comparativo é de 7,2%, com US$ 1,819 bilhão em 2026, contra US$ 1,696 bilhão nos dois primeiros meses de 2025. É o melhor desempenho já registrado no período, tanto em volume quanto em receita.

Considerando os dados por país, a China reassumiu a liderança das exportações de carne de frango. Ao todo, foram 49,4 mil toneladas exportadas em fevereiro, número apenas 0,4% menor em relação ao registrado no segundo mês de 2025. Em seguida estão Emirados Árabes Unidos, com 44 mil toneladas (+13,4%), Japão, com 38,2 mil toneladas (+38%), Arábia Saudita, com 33,8 mil toneladas (+7,3%), África do Sul, com 31,3 mil toneladas (+27,6%), União Europeia, com 30,1 mil toneladas (+46,3%), Filipinas, com 30 mil toneladas (+29,2%), Coreia do Sul, com 18,5 mil toneladas (+2,4%), México, com 15,8 mil toneladas (-24,3%), e Singapura, com 15,4 mil toneladas (+20,1%).

“Vimos em fevereiro a consolidação da retomada dos embarques para a China, nos mesmos patamares anteriormente praticados para este destino, comportamento também observado nas exportações para a União Europeia. Os efeitos comerciais do foco de Influenza Aviária registrado — e já superado — na produção comercial do Brasil, em maio do ano passado, foram superados e devem influenciar positivamente o desempenho das exportações nos próximos meses, acompanhando a alta dos embarques para os principais países importadores.  Isso comprova a forte demanda internacional que há pela proteína animal do Brasil. Por outro lado, são grandes os esforços para a construção de alternativas logísticas que mantenham o fluxo para destinos afetados pelo conflito no Golfo do Oriente Médio”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

No levantamento por Estado, o Paraná seguiu na liderança, com 211 mil toneladas exportadas em fevereiro, número 13,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.  Em seguida estão Santa Catarina, com 104,6 mil toneladas (-1,9%), Rio Grande do Sul, com 61,1 mil toneladas (-12,47%), São Paulo, com 28,8 mil toneladas (+6,4%) e Goiás, com 24,5 mil toneladas (+19,36%).

Novo destino para a carne de frango – Os exportadores de carne de frango celebraram o anúncio do Ministério da Agricultura e Pecuária sobre a conquista de acesso ao mercado das Ilhas Salomão para exportações do setor brasileiro.

País com forte dependência de importações de alimentos e demanda crescente por proteína animal, as Ilhas Salomão possuem aproximadamente 830 mil habitantes e apresentam produção doméstica limitada de frango. Dados da Food and Agriculture Organization (FAO) indicam que a oferta interna do produto dobrou ao longo da última década, passando de cerca de 2 mil toneladas em 2010 para aproximadamente 4 mil toneladas, refletindo um setor em expansão, porém ainda dependente de importações para atender à demanda.  Em 2024, as importações de carne de frango somaram cerca de US$ 10,8 milhões, com fornecimento concentrado principalmente na Austrália e nos Estados Unidos.

“A abertura deste mercado coloca o Brasil como alternativa sólida na parceria estratégica para o apoio à segurança alimentar deste país, oferecendo proteína de qualidade produzida com elevados padrões sanitários e grande capacidade de abastecimento”, analisa Santin.

Exportações de ovos crescem 30,9% em volume em janeiro

Receita supera US$ 6,4 milhões no mês, com avanço em mercados estratégicos 

São Paulo, 12 de fevereiro de 2026 – As exportações brasileiras de ovos (considerando in natura e processados) totalizaram 3.076 toneladas em janeiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O resultado é 30,9% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 2.357 toneladas.

Em receita, os embarques geraram US$ 6,408 milhões no primeiro mês do ano, desempenho 53,1% superior ao obtido em janeiro do ano passado, com US$ 4,186 milhões.

Entre os principais destinos do mês, destacam-se os Emirados Árabes Unidos, que ampliaram suas importações em 34%, passando de 783 toneladas em janeiro de 2025 para 1.051 toneladas em janeiro de 2026. O Japão apresentou crescimento expressivo, com alta de 267% no volume importado (de 205 para 752 toneladas), seguido pelo Chile, com avanço de 184% (de 130 para 371 toneladas), e pelo México, com incremento de 65% (de 172 para 284 toneladas).

“Os números mostram uma clara retomada de destinos. Observamos uma desaceleração em mercados que tiveram comportamento atípico no ano passado, como os Estados Unidos, ao mesmo tempo em que Ásia, Oriente Médio e América Latina recuperaram sua participação. O crescimento expressivo de Japão, Emirados Árabes Unidos, Chile e México indica maior diversificação e redução de concentração, o que traz mais estabilidade ao setor. Trata-se de um movimento consistente de consolidação da cultura exportadora, com foco em mercados de maior valor agregado e contratos mais previsíveis”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Exportações de carne de frango e de carne suína registram alta em janeiro

Resultados em volume e receita são recordes para o período nas duas proteínas

 

São Paulo, de 06 de fevereiro de 2026 – As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 459 mil toneladas em janeiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).  O número é recorde para o mês e representa uma alta de 3,6% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado, com 443 mil toneladas.

Em receita, também houve crescimento e registro de recorde para janeiro.  O resultado chegou a US$ 874,2 milhões, saldo 5,8% superior ao alcançado no primeiro mês de 2025, com US$ 826,4 milhões.

Principal destino das exportações de carne de frango do Brasil, os Emirados Árabes Unidos importaram 44,3 mil toneladas no mês, volume 14% superior ao registrado no ano passado.  Em seguida estão África do Sul, com 36,8 mil toneladas (+34%), Arábia Saudita, com 33,5 mil toneladas (+5%), China, com 33,5 mil toneladas (-25%), Japão, com 29,2 mil toneladas (+4%), União Europeia, com 27,4 mil toneladas (+24%), Filipinas, com 25,1 mil toneladas (+23%), Coreia do Sul, com 16,2 mil toneladas (+10%), Singapura, com 14,1 mil toneladas (resultado equivalente à 2025) e Chile, com 11,8 mil toneladas (+51%).

Principal estado exportador, o Paraná embarcou 187,7 mil toneladas em janeiro (+3,9%), e foi seguido por Santa Catarina, com 103,1 mil toneladas (+9,3%), Rio Grande do Sul, com 58,7 mil toneladas (+0,75%), São Paulo, com 26,7 mil toneladas (+2%) e Goiás, com 25,6 mil toneladas (+9,5%).

“O desempenho recorde com alta em praticamente todos os principais destinos, em um período de típica demanda reduzida, como é o mês de janeiro, sinaliza perspectivas otimistas para 2026. Isto indica crescimento sustentado em diversos mercados importadores, especialmente nos Emirados Árabes, na África do Sul, nos países da União Europeia e em determinados mercados da Ásia com expressiva demanda”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

CARNE SUÍNA – As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) também foram recordes para o período.  Ao todo, foram 116,3 mil toneladas embarcadas em janeiro, número 9,7% maior que o total embarcado no mesmo mês do ano passado, com 106 mil toneladas.

A receita das exportações chegou a US$ 270,2 milhões, saldo 13,6% em relação ao mesmo período do ano passado (e recorde para o mês de janeiro), com US$ 238 milhões.

Maior importadora de carne suína do Brasil, as Filipinas foram destino de 37,4 mil toneladas (+91%).  Foram seguidas por Japão, com 12,9 mil toneladas (+58%), Hong Kong, com 8,8 mil toneladas (-7%), China, com 8,3 mil toneladas (-58%), Chile, com 7,7 mil toneladas (resultado equivalente a 2025), Singapura, com 5,5 mil toneladas (-16%), Uruguai, com 3,7 mil toneladas (+1%), Costa do Marfim, com 3,4 mil toneladas (+3%), México, com 3 mil toneladas (+133%) e Argentina, com 2,8 mil toneladas (-37%).

Maior estado exportador, Santa Catarina embarcou 56,5 mil toneladas (-2,3%), e foi seguido pelo Rio Grande do Sul, com 29 mil toneladas (+34,4%), Paraná, com 17 mil toneladas (+29,1%), Mato Grosso, com 3,6 mil toneladas (+7,5%) e Minas Gerais, com 3 mil toneladas (-11,8%).

“O movimento ocorrido ao longo de 2025 segue neste ano, com descentralização dos envios à China para novos destinos, incluindo Filipinas e outros mercados de alto valor agregado, como é o caso do Japão. O saldo recorde de janeiro aponta para um fluxo novamente positivo em 2026”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Exportadores de proteínas projetam US$ 1,4 bilhão em negócios após a Gulfood 2026, em Dubai

Ação da ABPA, em parceria com a ApexBrasil, reuniu 21 agroindústrias brasileiras e gerou US$ 131,4 milhões em vendas durante a feira

 

São Paulo, 03 de fevereiro de 2026 – Encerrada na semana passada, a ação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), na Gulfood 2026, realizada em Dubai (Emirados Árabes Unidos), foi concluída com resultados expressivos para os setores de aves e ovos do Brasil.

De acordo com projeções consolidadas junto às empresas participantes, os contatos e negociações realizados durante o evento deverão gerar US$ 1,4 bilhão em negócios ao longo dos próximos 12 meses.

Apenas durante os cinco dias de feira, os negócios efetivamente realizados somaram US$ 131,4 milhões, reforçando o papel da Gulfood como a principal vitrine global para o mercado halal e para destinos estratégicos do Oriente Médio, Ásia e África.

A ação integrou a estratégia de promoção comercial internacional conduzida pela ABPA, e contou com um espaço exclusivo de mais de 430 metros quadrados em meio à Gulfood, dedicado à realização de negócios, relacionamento institucional e promoção da proteína animal brasileira.

Ao todo, 21 agroindústrias brasileiras participaram da ação coordenada pela ABPA: Adoro Alimentos, Avine, Avivar, Bello Alimentos, BFB Alimentos, C.Vale – Cooperativa Agroindustrial, Coasul – Cooperativa Agroindustrial, Copacol – Cooperativa Agroindustrial Consolata, Coroaves, Frango Pioneiro, Granja Faria, GTFoods, Jaguá Alimentos, Lar Cooperativa Agroindustrial, Netto Alimentos, Pif Paf Alimentos, Somave Alimentos, SSA Alimentos, Villa Germania Alimentos, Vossko do Brasil e Zanchetta Alimentos.

Durante os dias de evento, o espaço brasileiro registrou uma intensa agenda de reuniões comerciais com importadores, distribuidores e decisores de compras de diferentes regiões do mundo. A ação da ABPA também contou com uma área central de degustação, onde foram servidos shawarma de carne de frango e de pato, além de omeletes, com o objetivo de reforçar junto aos visitantes a qualidade, a versatilidade e o sabor diferenciado dos produtos brasileiros. Ao longo dos dias de feira, foram servidos cerca de 6.500 shawarmas e de 1.000 omeletes.

A participação na Gulfood 2026 reforçou as alianças estratégicas do setor exportador brasileiro com o mercado halal. O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango produzida segundo os preceitos islâmicos e mantém posição de destaque como fornecedor confiável para países muçulmanos, atendendo exigências sanitárias, religiosas e de rastreabilidade.

“Os resultados alcançados na Gulfood 2026 refletem a confiança do mercado internacional na proteína animal brasileira. A feira é um espaço estratégico para consolidar parcerias, ampliar o diálogo com importadores e reforçar a imagem do Brasil como fornecedor seguro, previsível e alinhado às exigências dos mercados halal”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

SOBRE A ABPA – A ABPA é a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos da cadeia produtiva, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 12 bilhões. Sob a tutela da ABPA está a gestão, em parceria com a ApexBrasil, das cinco marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Duck e Brazilian Pork.

SOBRE A APEXBRASIL – A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira, entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

SOBRE AS MARCAS SETORIAIS – Os Projetos Setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Duck e Brazilian Pork são mantidos pela ABPA em parceria com a ApexBrasil, com o objetivo de promover, junto ao mercado internacional, as carnes de frango, suína, pato, ovos e material genético produzidos no Brasil. Por meio da participação em feiras, realização de workshops e outras ações especiais de promoção comercial, os projetos valorizam atributos destes setores produtivos – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e fortalecem as marcas internacionais dos produtos brasileiros. Atualmente, cerca de 62 empresas participam dos projetos setoriais. Informações sobre como integrar os projetos podem ser obtidas pelo e-mail isis.sardella@abpa-br.org.

SIAVS 2026 amplia parcerias e reforça presença global durante a IPPE

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) marcou presença na edição 2026 da International Production & Processing Expo (IPPE), realizada entre os dias 27 e 29 de janeiro, em Atlanta (Estados Unidos). Representaram a entidade o diretor de negócios do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), José Perboyre, e Adriana Alves, da equipe da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Durante a IPPE, os representantes da ABPA apresentaram as oportunidades de negócios e de relacionamento com o setor produtivo brasileiro promovidas pelo SIAVS, o maior evento técnico, político e comercial das cadeias de proteína animal do Brasil. A edição de 2026 do SIAVS será realizada de 4 a 6 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo.

“A IPPE é um ambiente estratégico para ampliar ainda mais a internacionalização do SIAVS, que, em sua última edição, contou com a participação de representantes de mais de 60 países. Nossa presença em Atlanta também fortalece o relacionamento com cadeias produtivas que atuam de forma complementar à brasileira, além de possibilitar o alinhamento de desafios comuns que impactam os principais polos produtores globais”, destaca José Perboyre

ABPA & ApexBrasil promovem novos negócios para a proteína animal do Brasil na Gulfood, em Dubai

Ação levará dezenas de agroindústrias para promover negócios e fortalecer laços durante uma das maiores feiras de alimentos do mundo

 

São Paulo, 21 de janeiro de 2026 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), levará 22 agroindústrias brasileiras à Gulfood, uma das maiores feiras internacionais de alimentos do mundo, realizada entre os dias 26 e 30 de janeiro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Focada em promover imagem, novos negócios e fortalecer as relações comerciais com mercados do Oriente Médio, em um dos principais hubs globais do comércio de alimentos halal, a ação organizada pela ABPA e ApexBrasil contará com a participação da Ad’oro Alimentos, Avenorte, Avine Alimentos, Avivar Alimentos, Bello Alimentos Ltda, BFB Foods, C.Vale Cooperativa Agroindustrial, Coasul Cooperativa Agroindustrial, Copacol – Cooperativa Agroindustrial Consolata, Coroaves, Frango Pioneiro, Granja Faria, GT Foods, Jaguá Frangos Ltda, Lar Cooperativa Agroindustrial, Netto Alimentos S.A, Pif Paf Alimentos S.A., Somave – Cooperativa Agroindustrial, SSA Alimentos, Villa Germania Alimentos, Vossko do Brasil Alimentos Ltda e Zanchetta Alimentos.

A ABPA contará com um estande exclusivo com 432 metros quadrados, que foi projetado para apoiar as agendas comerciais das empresas, promover encontros com importadores, distribuidores e operadores do food service, além de reforçar o posicionamento institucional do setor brasileiro.

Um dos destaques do estande será o espaço de degustação, instalado na área central, com oferta de shawarma de frango, shawarma de pato e omeletes, valorizando a versatilidade da proteína animal brasileira e sua adequação aos hábitos de consumo da região.

Em 2026, a Gulfood será realizada simultaneamente em dois centros de exposições: o Dubai World Trade Centre e o Dubai Exhibition Center, ampliando a área do evento e a circulação de compradores internacionais.

_“A Gulfood é uma vitrine fundamental para o relacionamento com compradores do Oriente Médio e de outras regiões. A presença das empresas brasileiras, com o apoio da ApexBrasil, fortalece a imagem do Brasil como fornecedor confiável de proteína animal, com produção alinhada aos mais altos padrões sanitários e às demandas dos mercados internacionais_”, afirma o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

A participação integra o calendário de ações internacionais da ABPA e da ApexBrasil voltadas à promoção das exportações brasileiras de proteína animal, com foco em mercados estratégicos e no fortalecimento da imagem do Brasil como fornecedor de alimentos seguros e de qualidade.

 

EMIRADOS ÁRABES UNIDOS – País-sede da Gulfood, os Emirados Árabes Unidos foram o principal destino das exportações brasileiras de carne de frango de 2025.  Ao todo, o país importou 479,9 mil toneladas, volume que superou em 5,5% o total exportado em 2024 – o que gerou uma receita de US$ 937,2 milhões no ano passado.