ABPA & ApexBrasil levam dezenas de agroindústrias para a maior feira de alimentos do mundo

A ação contará com estande próprio na Anuga, feira que acontecerá entre os dias 07 e 11 de outubro, na Alemanha.

 

São Paulo, 02 de outubro de 2023 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), levará agroindústrias da avicultura e da suinocultura do Brasil para a Anuga, maior feira de alimentos do mundo, que acontecerá entre os dias 07 e 11 de outubro na cidade de Colônia, Alemanha.

Principal ação de promoção de imagem e negócios no mercado europeu em 2023, a participação na feira de Anuga contará com um espaço exclusivo para a avicultura e a suinocultura do Brasil no evento. São mais de 400 metros quadrados dedicados ao setor, com infraestrutura completa, incluindo salas de reuniões, espaços dedicados para o atendimento comercial das empresas e área de degustação dos produtos brasileiros.

A cozinha será comandada pelo chef gaúcho Marcelo Bortolon, com o preparo de pratos à base de proteína animal – uma degustação que já se tornou tradicional no evento. São diversas as opções no cardápio, como frango com polenta, omeletes, porções de pururuca, pratos com carne de pato, entre outros.

Ao todo, 22 empresas confirmaram presença na ação da ABPA & ApexBrasil: Alibem, Avenorte, Bello Alimentos, C.Vale, Coasul, Copacol, Dália Alimentos, Ecofrigo, Frangos Pioneiro, Friato, Frigoestrela, Frimesa, Jaguafrangos, GTFoods, Lar Agroindustrial, Netto Alimentos, Rudolph, Somave, SSA, Vibra, Villa Germânia, Zanchetta Alimentos.

Outras associadas da ABPA estarão com espaço próprio no evento, como BRF, Aurora Alimentos, Seara Alimentos, Pamplona Alimentos e Vossko.

Na programação da ABPA também estão previstas ações de imagem, que incluem o lançamento da segunda fase de uma campanha internacional de sustentabilidade, além da distribuição de materiais com informações sobre as indústrias exportadoras do setor e sobre as características da produção brasileira, que é baseada em três pilares: qualidade, status sanitário e sustentabilidade.

“Teremos um amplo esforço de promoção de negócios e de imagem na edição deste ano da Anuga. Por um lado, promoveremos a qualidade e o sabor dos produtos. Por outro, buscaremos defender os diferenciais de sustentabilidade de nossa cadeia produtiva. Tudo isto, em meio a uma grande ação de prospecção e consolidação de novos negócios para as indústrias do setor”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Sobre suspensão das exportações do MS para o Japão

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que apoiará o Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil nas tratativas para o restabelecimento das exportações de carne de frango provenientes do Mato Grosso do Sul para o Japão.

Conforme informado ontem pelo ministério, as autoridades sanitárias japonesas suspenderam ontem os embarques provenientes da avicultura sul-mato-grossense, após o registro de Influenza Aviária de alta patogenicidade em uma ave de fundo de fundo de quintal.

Mensalmente, o Mato Grosso do Sul exporta em torno de 2,5 mil toneladas de carne de frango para o Japão – equivalente a 0,7% das exportações mensais totais do Brasil.

Todas as unidades exportadoras presentes no estado são de empresas que mantêm plantas em outras unidades federativas. A expectativa é que haja uma reorganização do fluxo da exportação para que os impactos gerados pela decisão japonesa sejam minimizados.

Cabe lembrar que, apesar do entendimento das autoridades japonesas sobre a questão, as recomendações da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) – que tem sido seguida por todos demais países – indicam suspensão de embarques apenas em ocorrências em produção comercial, o que não nunca ocorreu no Brasil. Exatamente por isto, o Brasil segue reconhecido pela OMSA como livre de Influenza Aviária.

Por fim, a ABPA reforça que todos os órgãos internacionais de saúde humana e animal atestam que os alimentos não são transmissores da enfermidade. Adicionalmente, a ABPA recomenda que, caso identifique alguma ave com sintomas da enfermidade (como andar cambaleante, pescoço torto e outros sinais anormais no animal), acione imediatamente o serviço veterinário mais próximo – e não toque na ave.

Formulário Veterinários – Suínos

A ABPA disponibiliza formulário para preenchimento de informações àqueles Médicos Veterinários que concluíram o Curso de Avaliação e Classificação de Suínos, Carcaças e partes de carcaças, oferecido pela EMBRAPA, em atendimento à Instrução Normativa 79 de 2018, e desejam atuar como Médico Veterinário Responsável. Esse banco de dados será disponibilizado para as indústrias de suinocultura.

Confira formulário no link: https://docs.google.com/forms

POSICIONAMENTO: Caso de subsistência em Bonito (MS)

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) ressalta a transparência e o trabalho realizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária no monitoramento de suspeitas de Influenza Aviária no Brasil, que resultou na detecção de um novo caso em ave de fundo de quintal (subsistência) identificado no município de Bonito (MS).

É o terceiro caso do tipo “subsistência” registrado no Brasil desde a primeira ocorrência de Influenza Aviária, em aves silvestres, ocorrida em maio. Ao todo, até o momento são 103 ocorrências – 100 em aves silvestres e 03 em fundo de quintal.

Cabe lembrar que a avicultura industrial do Brasil segue sem qualquer registro da enfermidade. O país mantém, assim, seu status de livre de Influenza Aviária perante a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

Por outro lado, a ABPA e toda a cadeia de proteína animal do Brasil entende que os registros da enfermidade (até aqui, sendo estritamente em aves silvestres e fundo de quintal) se tornaram fato comum em todo o mundo, reforçando a necessidade de medidas de biosseguridade e de monitoramento em toda a produção.

A ABPA reitera, ainda, que os produtores e as agroindústrias do setor seguem em alerta total sobre a Influenza Aviária, mantendo os protocolos de biosseguridade nos mais elevados níveis.

Por fim, a associação reforça que o monitoramento e a biosseguridade são o melhor caminho para a prevenção. Ao mesmo tempo, reitera as recomendações já feitas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária: em qualquer situação de suspeita da enfermidade, não toque no animal e acione imediatamente o serviço veterinário mais próximo.

Embarques de genética avícola crescem 78,3% em 2023

Receita gerada pelas vendas internacionais aumentam 47% no ano

São Paulo, 14 de setembro de 2023 – Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de genética avícola (incluindo ovos férteis e material genético) totalizaram 1,607 mil toneladas em agosto. O volume supera em 23,6% os embarques do mesmo período do ano passado, com 1,300 mil toneladas.

Em receita, foi registrada uma ligeira alta de 0,1% em agosto, com US$ 15,709 milhões em 2023, contra US$ 15,692 milhões em 2022.

No ano (janeiro a agosto), a alta acumulada nas exportações de genética avícola chega a 78,3%, com 17,295 mil toneladas embarcadas nos oito primeiros meses deste ano, contra 9,698 mil toneladas exportadas em 2022.

No mesmo período comparativo, a receita acumulada chegou a US$ 162,1 milhões, resultado 47% maior que o total realizado entre janeiro e agosto de 2022, com US$ 110,3 milhões.

Principal importador da genética avícola do Brasil, o México foi destino de 10,429 mil toneladas entre janeiro e agosto deste ano, número 171% superior ao registrado em 2022. Outros destaques foram Senegal, com 2,262 mil toneladas (-20%), Paraguai, com 1,789 mil toneladas (-1%) e Peru, com 1,402 mil toneladas (+1200%).

“Neste ano, o setor exportador de genética avícola tem reforçado presença em novas fronteiras das Américas, apoiando especialmente núcleos produtivos impactados por focos de Influenza Aviária. São importantes divisas que atestam, também, o reconhecimento destas nações importadoras sobre o status sanitário de nosso país, já que a biosseguridade é ponto obrigatório para os embarques neste segmento produtivo”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Exportações de ovos crescem 381,6% em agosto

No ano, alta é de 178,5%

Veja análise do diretor de mercados da ABPA, Luís Rua: https://drive.google.com/file/d/1iod0DHoIzPquKkErIculaiEhFa9zn3sc/view?usp=sharing

São Paulo, 13 de setembro de 2023 – As exportações brasileiras de ovos (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 2,148 mil toneladas em agosto, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 381,6% o total embarcado no mesmo período de 2022, quando foram exportadas 446 toneladas.

Em receita, a alta chega a 241,3%, com US$ 5,114 milhões no oitavo mês de 2023, contra US$ 1,499 milhão no mesmo período do ano anterior.

No acumulado do ano (janeiro a agosto), as exportações de ovos totalizaram 21,119 mil toneladas, número 178,5% maior que o registrado nos oito primeiros meses de 2022, com 7,583 mil toneladas.

No mesmo período, a receita acumulada chegou a US$ 52,380 milhões, resultado 222% superior ao registrado no mesmo período de 2022, com US$ 16,270 milhões.

Principal destino das exportações de ovos do Brasil, o Japão importou 9,212 mil toneladas entre janeiro e agosto, número 1164% maior que o volume embarcado no mesmo período do ano anterior. Taiwan, com 5,387 mil toneladas (sem registros comparativos em 2022) e Chile, com 1,791 mil toneladas (+1548%) completam a lista.

“As exportações de ovos vem gerando receitas importantes para as empresas do setor de ovos, que têm investido significativamente na participação em mercados de alto valor agregado.  É o caso do Japão e de Taiwan, que assumiram este ano a liderança entre os principais importadores do setor”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

SIAVS agora é Salão Internacional de Proteína Animal

Com nova marca e novo nome, #SIAVS2024 estabelece nova estratégia com presença nas diversas proteínas animais

São Paulo, 12 de setembro de 2023 – Com nova marca e novo nome, o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS 2024) superou esta semana a marca de 90% de comercialização de sua feira, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a edição de 2024 do evento foi ampliada em 35% em relação à anterior, com área próxima a 25 mil metros quadrados.

“Com o total comercializado até o momento, já seria possível promover uma edição maior que a realizada em 2022, que já foi recorde em dimensões e em público. Isto atesta a confiança do setor no novo SIAVS, que deverá ser histórico e ampliar seu papel como grande ponto de encontro da cadeia de proteína animal, seja por seu tamanho ou pela expectativa de público, tanto do mercado interno quanto internacional”, avalia Santin.

Com pouco menos de 12 meses para o evento, a organização do SIAVS segue avançada, com diversas atrações em curso. Uma nova marca foi definida, valorizando as novas proteínas agregadas ao evento – bovinocultura de corte e leite, e peixes de cultivo. Com ela, houve a ampliação da estratégia de atuação do evento, envolvendo as diversas cadeias produtivas que agora são parte do SIAVS.

Tradicionais ações – como os projetos especiais, o SIAVS Talks e outras iniciativas – serão incorporadas à reestruturação do evento, que contará com uma programação direcionada às questões setoriais mais atuais.

De acordo com o diretor administrativo da ABPA e também diretor comercial do SIAVS, José Perboyre, a edição 2024 do SIAVS será realizada no Novo Distrito Anhembi, que terá sua estrutura  totalmente reformulada e atualizada para eventos do porte do evento da ABPA.

“O endereço é o mesmo, mas será um evento completamente renovado, com as excelentes oportunidades que sempre marcaram o SIAVS, em meio ao mais moderno espaço da capital nacional de eventos”, ressalta.

Saiba mais sobre o #SIAVS2024 pelo site www.siavs.com.br.

Média mensal de exportações de carne suína superam 100 mil toneladas pela primeira vez na história

Embarques chegam a 112,8 mil toneladas em agosto e elevam média mensal das exportações do ano; recentemente aberto, México aparece entre 10 principais destinos do produto brasileiro

Veja análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: 

https://drive.google.com/file/d/1YWaLNp6_GPD5aPq4REAjb8qBdHoWmyLd/view?usp=sharing

São Paulo, 11 de setembro de 2023 – Pela primeira vez na história, a média mensal das exportações de carne suína superaram o patamar de 100 mil toneladas, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). De acordo com a entidade, os embarques do produto em agosto alcançaram 112,8 mil toneladas (considerando todos os produtos, entre in natura e processados). Com este número, a média acumulada neste ano chega a 100,9 mil toneladas mensais, superando o índice registrado no mesmo período comparativo (janeiro a agosto) de 2022, com 93,3 mil toneladas.

No comparativo com o mês de agosto de 2022, houve uma retração de 3,1%, considerando o total exportado no período do ano passado em 116,3 mil toneladas.  A receita das exportações do mês de agosto alcançou US$ 253,1 milhões, número 5,9% menor que o total registrado no oitavo mês de 2022, com US$ 269 milhões.

No ano (janeiro a agosto), as vendas internacionais de carne suína chegam a 807 mil toneladas, número 11,8% superior às exportações acumuladas no mesmo período de 2022, com 722,8 mil toneladas. Em receita, a alta acumulada é de 19,2%, com US$ 1,916 bilhão em 2023, contra US$ 1,607 bilhão no ano anterior.

Entre os principais destinos das exportações em 2023, a China segue na liderança, com 282,9 mil toneladas, volume 4,5% superior ao registrado em 2022. Em seguida estão Filipinas e Hong Kong, ambos com 78 mil toneladas (+26,4% no caso de Filipinas e +17,7% para Hong Kong), e o Chile, com 56,6 mil toneladas (+73,7%).

“Melhor resultado da série mensal de 2023, o mês de agosto estabelece um novo patamar nas exportações de carne suína, pela primeira vez acima das 100 mil toneladas. Outro ponto marcante do mês foi o desempenho registrado pelo México, mercado recentemente aberto e que já figura entre os 10 principais destinos das exportações do setor”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

No ranking dos maiores estados exportadores, Santa Catarina segue na liderança, com 62,7 mil toneladas exportadas em agosto (+1%), seguida pelo Rio Grande do Sul, com 22,9 mil toneladas (-19,8%) e Paraná, com 15,5 mil toneladas (+0,5%).

“A China continua sendo o principal mercado para os exportadores brasileiros, porém temos visto neste ano a presença cada vez maior de novos mercados com volumes relevantes e também de alto valor agregado. Para breve, por exemplo, já se esperam os primeiros embarques para o recém aberto mercado da República Dominicana” destacou o diretor de mercados  da ABPA, Luis Rua.

Exportações de carne de frango crescem 2,1% em agosto

No ano, embarques acumulam alta de 7,4%

Link com comentário do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1Vx9z4dPbC6g70k5nG9uD7qr2grwd0Lf1/view?usp=sharing

São Paulo, 06 de setembro de 2023 – Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 446,8 mil toneladas em agosto. O número supera em 2,1% as exportações registradas no mesmo período do ano passado, com 437 mil toneladas.

A receita das exportações de agosto chegaram a US$ 831 milhões, número 9,9% menor que o total alcançado no mesmo período de 2022, com US$ 922,1 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a agosto), os embarques de carne de frango totalizaram 3,508 milhões de toneladas, volume 7,4% superior ao registrado nos oito primeiros meses do ano passado, com 3,266 milhões de toneladas.

Já no saldo em dólares, a alta acumulada em 2023 chegou a 4,8%, com US$ 6,858 bilhões este ano, e US$ 6,542 bilhões no mesmo período comparativo em 2022.

No ranking dos maiores destinos das exportações do Brasil,  a China (maior importadora) importou 52,8 mil toneladas exportadas em agosto, número 32,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida estão Emirados Árabes Unidos, com 47,3 mil toneladas (+30,2%) e Arábia Saudita, com 37,2 mil toneladas (+12,6%).   O Japão, que já restabeleceu as importações de carne de frango do Espírito Santo e de Santa Catarina, importou 29,6 mil toneladas (-25,4%).

“As vendas de carne de frango do Brasil seguem em patamares indicativos para vendas totais neste ano acima de cinco milhões de toneladas. Neste mês, além da alta identificada nos embarques para diversos mercados, ganha destaque especial as elevações nas vendas para os três maiores destinos do produto brasileiro”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Entre os principais estados exportadores, o Paraná segue líder nos embarques, com 179,4 mil toneladas exportadas em agosto, número 5,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida estão Santa Catarina, com 98,2 mil toneladas (+8,7%) e Rio Grande do Sul, com 65,8 mil toneladas (+3,4%).

ABPA e ApexBrasil renovam parceria com projeções de mais de US$ 4 bilhões em negócios

Os presidentes da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, assinaram sexta-feira (01) o convênio de promoção setorial da avicultura e da suinocultura do País. A assinatura do acordo contou também com as presenças do Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e do Secretário de Agricultura do Rio Grande do Sul, Giovani Feltes, e ocorreu em meio à programação da Expointer, em Esteio (RS).

O convênio terá validade de dois anos, até 2025, e contará com diversas linhas estratégicas para o fortalecimento do comércio internacional da proteína animal do Brasil. São ações que incluem mentoria técnica e apoio para campanhas de imagem, organização de eventos e participação em feiras de diversos mercados-alvo para os setores exportadores de carne de frango, carne suína, carne de pato, ovos e material genético avícola.

“Todo este setor, que é um grande competidor internacional, terá dois anos garantidos das feiras, de promover negócios, de trazer compradores. Este é o maior convênio que já assinamos com estes importantes setores“, destacou Jorge Viana, presidente da ApexBrasil.

O convênio assinado hoje é a renovação de uma parceria construída ao longo de mais de 15 anos. Foram, até aqui, mais de oito renovações assinadas, que permitiram a realização de mais de 320 ações de promoção de imagem e de exportações ao longo do período, beneficiando diretamente 97% das empresas exportadoras da cadeia produtiva, que fazem parte do projeto.

Os contatos e iniciativas promovidas pelo convênio influenciaram direta e indiretamente a realização de mais de R$ 450 bilhões em exportações de carne de frango, carne suína, ovos, material genético e carne de pato, desde 2008.

“O convênio é a certeza de que continuaremos crescendo nas exportações, buscando mercados maiores, buscando oportunidades e quem ganha é o povo brasileiro, é o emprego gerado aqui, principalmente os produtores familiares, os integrados, onde estão as famílias mais humildes que são muito competentes na produção de proteína animal”, destacou na ocasião o Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

No novo convênio, a expectativa é de mais de US$ 4 bilhões (algo próximo de R$ 20 bilhões) em projeções de negócios diretamente (por contatos e consolidação de negócios nas feiras internacionais) impactados ao longo de dois anos, por meio das marcas internacionais geridas pela ABPA: Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck. Envolvendo os impactos indiretos (incluindo campanhas, seminários, workshops com importadores e outras ações de imagens), espera-se que este número chegue a quase US$ 15 bilhões (ou R$ 70 bilhões) anuais.

Diversas metas já estão traçadas neste novo convênio, incluindo a participação em 11 grandes feiras internacionais, campanhas, organização de missões comerciais, geração de inteligência de mercado, ampliação do número de empresas exportadoras do setor, entre outras iniciativas.

“Este é um convênio fundamental para fortalecer a nossa imagem internacional como produtores de alimentos e parceiros pela segurança alimentar, estimulando as exportações e a geração de ganhos para o setor e o país. É mais saúde e alimentos não apenas para as famílias brasileiras, como também para famílias de mais de 160 nações em todo o mundo”, ressaltou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Também estiveram no evento autoridades e representantes dos setores do Governo Federal e do Estado do Rio Grande do Sul, além de produtores e membros da cadeia produtiva de proteína animal.

 

SOBRE A ABPA – A ABPA é a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega cerca de 130 empresas e entidades dos vários elos da avicultura e da suinocultura do Brasil, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 12 bilhões. Sob a tutela da ABPA está a gestão, em parceria com a Apex-Brasil, das quatro marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Pork e Brazilian Duck. Por meio de suas marcas setoriais, a ABPA promove ações especiais em mercados-alvo e divulga os diferenciais dos produtos avícolas e suinícolas do Brasil – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e fomenta novos negócios para a cadeia exportadora de ovos, de material genético, de carne de frangos e de suínos.

SOBRE A APEXBRASIL – A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira, entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A ApexBrasil também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atrair investimentos estrangeiros diretos (IED) ao Brasil, com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

SOBRE AS MARCAS SETORIAIS – Os Projetos Setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Duck e Brazilian Pork são mantidos pela ABPA em parceria com a ApexBrasil com o objetivo de promover junto ao mercado internacional as carnes de frangos, de suínos, patos, ovos e material genético produzidos no Brasil. Por meio da participação em feiras, realização de workshops e outras ações especiais de promoção comercial, os projetos valorizam atributos destes setores produtivos – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e valorizam as marcas internacionais dos produtos, fomentando novos negócios para os exportadores brasileiros. Cerca de 62 empresas participam dos projetos atualmente. Informações sobre como fazer parte dos projetos setoriais podem ser obtidas pelo e-mail Isis.sardella@abpa-br.org.