Influenza Aviária no Hemisfério Norte acende alerta no Brasil

Único entre os grandes produtores mundiais a nunca registrar Influenza Aviária em seu território, o Brasil acendeu o alerta com os recentes registros da enfermidade em diversos países do Hemisfério Norte, como Estados Unidos e países da União Europeia. Por este motivo, a ABPA iniciou recentemente uma mobilização setorial, em uma campanha com o objetivo de reforçar os cuidados sanitários nas propriedades avícolas de todo o país.

Uma das ações acontece juntamente com o “Família Integrada” – iniciativa conjunta da ABPA e seus associados para a realização de cursos para famílias de produtores de todo o Brasil.  Na próxima terça-feira (29), às 18h00, acontecerá uma aula on line focada em dicas práticas para preservar a biosseguridade das propriedades rurais, tanto para aves quanto para suínos. A aula será ministrada pela consultora Nelva Grando e pela coordenadora técnica da ABPA, Tabatha Lacerda.

A apresentação é gratuita e será aberta a todo o setor por meio da plataforma ZOOM. As inscrições podem ser realizadas neste link:https://us06web.zoom.us/webinar/register/WN_1EWdNVL7T1uyZcsp2BcxxA

Além da ação com o “Família Integrada”, a ABPA, juntamente com seus associados, reforçou campanhas internas de conscientização em relação à proibição de visitas de pessoas externas à propriedade, entre outros pontos.  A campanha está em curso nas redes sociais da ABPA e na comunicação interna das agroindústrias associadas.

Em outra linha de ação, protocolos de biosseguridade foram atualizados e redistribuídos para as equipes técnicas das agroindústrias do setor.  Os protocolos são públicos e estão disponíveis no site da ABPA, pelo link: https://abpa-br.org/tecnico/

“Nosso status sanitário é um diferencial competitivo fundamental.  Neste momento em que os vários grandes produtores enfrentam dificuldades com Influenza Aviária, o Brasil, que é livre, permanece como fornecedor seguro de proteína animal para o mundo.  Não podemos baixar a guarda, especialmente neste momento tão sensível, com diversos desafios em curso para o fornecimento global de proteína animal”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Informação do curso: https://bit.ly/37Yp1Zc

Materiais da campanha: https://bit.ly/3JUWMZc

Sobre o Família Integrada – O Família Integrada é uma iniciativa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e de suas associadas, no âmbito do Programa ABPA de Incentivo às Práticas Sustentáveis, para estimular a profissionalização e a sucessão familiar na pequena propriedade da avicultura e da suinocultura. Com base em cursos livres e gratuitos, o Família Integrada foca demandas identificadas pelas agroindústrias integradoras. Ocorre em formato on line, ao vivo e gravado.  Saiba mais pelo site www.familiaintegrada.com e pelas redes sociais no YouTube (youtube.com/familiaintegrada), Facebook (facebook.com/familiaintegrada) e Instagram (www.instagram.com/familiaintegrada.abpa/).

ABPA é homenageada como Associação Parceira do Selo Mais Integridade 2021/2022

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) foi uma das quatro entidades homenageadas como Associação Parceira do Selo Mais Integridade 2021/2022, em solenidade realizada hoje (23) durante a entrega do Selo Mais Integridade, realizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

A homenagem contou com a presença da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, além de autoridades do próprio ministério e do Governo Federal. O diretor de relações institucionais da ABPA, Marcelo Osório, representou a entidade na solenidade.

Duas associadas da ABPA estão entre as empresas agraciadas com o Selo Mais Integridade: a SSA, agroindústria instalada no estado de Goiás, que recebeu o Selo Amarelo; e a Rivelli Alimentos, que foi a grande homenageada da noite com o primeiro “Selo Mais Integridade – Versão Especial”, como a primeira empresa do agronegócio a receber o Prêmio Pró-Ética, da Controladoria-Geral da União (CGU), além de também receber, de forma cumulativa, o Selo Mais Integridade.

As organizações que conquistaram o Selo poderão utilizar a marca de integridade do ministério em seus produtos, sites, publicidades e publicações positivas, entre outros pontos que se relacionam com clientes, autoridades e stakeholders no mercado nacional e internacional, no âmbito das práticas Ambiental, Social e Governança (ESG)

“A ABPA tem acumulado forte experiência no desenvolvimento de práticas associativas que estimulam a integridade e a transparência em suas relações e entre as suas associadas, incluindo composições de manuais, cursos e outras medidas. A ABPA também tem estimulado as suas associadas à adesão ao Selo Mais Integridade, que é um importante marco anticorrupção, que valoriza a imagem do agro brasileiro para o País e o Mundo”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Saiba mais sobre o Selo Mais Integridade pelo site do Ministério, pelo link: https://bit.ly/3vcEPkG

Exportação de genética avícola cresce 21,3% em 2022

São Paulo, 23 de março de 2022 – Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de genética avícola (considerando todos os produtos, entre ovos férteis e genética para reprodução) totalizaram US$ 26,079 milhões no primeiro bimestre de 2022, número 21,3% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, com US$ 21,499 milhões.

Do total exportado no bimestre, US$ 16,353 milhões resultaram das vendas de pinto de 01 dia, resultado 13% maior que o registrado em 2021, com US$ 14,468 milhões. A outra parte refere-se à ovos férteis, com receita de US$ 9,726 milhões, número US$ 38,3% superior ao realizado em 2021, com US$ 7,032 milhões.

Apenas no mês de fevereiro, o resultado das vendas do setor chegou a US$ 13,302 milhões, número 65,5% maior que o registrado no segundo mês de 2021, com US$ 8,038. Deste total, US$ 8,162 milhões correspondem a pinto de 01 dia, saldo US$ 76,5% maior que o realizado no mesmo período do ano passado, com US$ 4,625. Já o de ovos férteis foram US$ 5,141 milhões, número 50,6% maior que o realizado em fevereiro de 2021, com US$ 3,414.

Entre os destinos de exportações, a Colômbia se destacou entre os importadores de pinto de 01 dia, com 24% do resultado em dólares do total exportado no bimestre, seguido por Bolívia, com 18% e Peru, com 17%. Já entre os países importadores de ovos férteis, Senegal foi o destaque com 38% da receita em dólares no bimestre, seguido por México, com 33%, e Paraguai, com 14%.

“A demanda internacional por genética avícola do Brasil segue em elevação, em especial, nas nações das Américas e África. Em um momento com ocorrências de Influenza Aviária em diversos países produtores, o país ganhou competitividade por nunca ter registrado a enfermidade em seu território”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

ABPA fortalece laços com o mercado Dominicano

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), com o apoio da embaixada do Brasil em Santo Domingo, realizou ontem um evento focado nas tratativas para abertura do mercado da República Dominicana para a carne suína do Brasil, ampliação do número de estabelecimentos de aves habilitados a exportar para o país, assim como a abertura para material genético de aves.

O evento, que também contou com a parceria dos ministérios das Relações Exteriores e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e da Câmara de Comércio Domínico Brasileira, teve como propósito reforçar os diferenciais do Brasil como fornecedor confiável de proteína animal para o país caribenho.

O objetivo, de acordo com o diretor de mercados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Luís Rua, foi reforçar laços com importadores, stakeholders e lideranças locais, com o propósito de, entre outras coisas, oferecer a possibilidade da carne suína brasileira em complemento à oferta local, que sofre os severos impactos gerados pelas ocorrências de Peste Suína Africana e com dificuldades de fornecimento em função da menor disponibilidade de produto importado de fornecedores tradicionais.

“A República Dominicana vem se consolidando nestes últimos anos como um importante parceiro comercial do Brasil no comércio de carne de aves. Estamos disponíveis para auxiliar o país em outras proteínas também. A ação realizada foi um sucesso e esperamos que possa se reverter em bons negócios para ambas as partes”, destacou.

Durante o evento, Rua, juntamente com Clóvis Serafini, da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais no Ministério da Agricultura, Jonatas Silveira, do Departamento de Promoção do Agronegócio do Ministério das Relações Exteriores, Angelo Viro, presidente da Câmara de Comércio Brasil & República Dominicana e Eduardo Hosannah, ministro conselheiro Embaixada do Brasil em Santo Domingo, apresentaram fatores competitivos importantes do Brasil, como o status sanitário e a capacidade de fornecimento do País, o quarto maior produtor e exportador de carne suína do mundo. Também reiterou que a suinocultura brasileira pode colaborar com a segurança alimentar dominicana, complementando a demanda local por produtos.

A ação acontece em meio à uma missão brasileira na República Dominicana.

Além de Rua, a analista de promoção comercial Nayara Dalmolin, também representou a ABPA no evento, que ocorreu no Hotel Sheraton Santo Domingo.

 

Brasil trabalha pela abertura do mercado caribenho para a carne suína do País

Veja fotos da ação no link: https://bit.ly/3wzTerF

Avaliação do Diretor de Mercados da ABPA, Luís Rua, em vídeo:https://bit.ly/3NeqJpp

EXPORTAÇÕES DE OVOS CRESCEM 38,9% EM 2022

As exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 2,096 mil toneladas em fevereiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 35% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 1,552 mil toneladas.

As vendas de fevereiro geraram receita de US$ 3,161 milhões, número 50,6% maior que o realizado no segundo mês de 2021, com US$ 2,099 milhões.

No primeiro bimestre, as exportações de ovos totalizaram 4,411 mil toneladas, volume 38,9% maior que das 3,177 mil toneladas embarcadas entre janeiro e fevereiro de 2021. Em receita, as exportações do bimestre alcançaram US$ 6,250 milhões, número 51,4% maior que o resultado registrado em 2021, com US$ 4,128 milhões.

Principal destino das exportações de ovos do Brasil, os Emirados Árabes Unidos importaram 3,532 mil toneladas no primeiro bimestre, número 49,9% superior às 2,356 mil toneladas importadas no mesmo período do ano passado. Outros destaques foram Omã, com 273 toneladas (+0,6%), e Japão, com 100 toneladas (+13,1%).

“O setor de ovos tem buscado o mercado internacional para ampliar receitas e reduzir os impactos gerados pelos custos de produção. E as investidas vem gerando ótimos resultados em mercados exigentes, o que comprova o trabalho de excelência executado pelos produtores”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

ABPA comemora a abertura do Canadá para a carne suína do Brasil

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o anúncio feito pela Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, sobre a abertura do mercado do Canadá para as exportações brasileiras de carne suína.

A abertura é válida, neste primeiro momento, para os estabelecimentos sob inspeção federal localizados no Estado de Santa Catarina – à época da solicitação inicial, o estado era o único reconhecido como livre de aftosa sem vacinação, que é um critério estabelecido pelas autoridades canadenses.  As negociações seguirão em curso para a inclusão, no futuro, de novas áreas já reconhecidas com o mesmo status pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

Vale lembrar que as exportações de carne suína de Santa Catarina representam pouco mais de 50% dos embarques do setor.

Desta forma, a ABPA, em nome de todo o setor produtivo, parabeniza e agradece o empenho da ministra Tereza Cristina e de sua equipe em estabelecer celeridade no processo de abertura deste que é um dos mais importantes mercados abertos na última década.

Lá, o setor produtivo deverá atuar em complementaridade à produção local, com oferta de produtos premium.

Além de gerar mais divisas para a suinocultura nacional – que vem enfrentando fortes dificuldades em função dos elevados custos de produção – o reconhecimento sanitário das autoridades canadenses reforçará as chancelas já existentes à qualidade e à sanidade do produto brasileiro.

Exportações de carne suína mantêm alta de 1,3% no primeiro bimestre

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 146,1 mil toneladas no primeiro bimestre de 2022, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 1,3% superior ao obtido no mesmo período de 2021, quando foram embarcadas 144,2 mil toneladas.

A receita acumulada nos dois primeiros meses deste ano chegou a US$ 308,2 milhões, número 7,2% menor que o efetuado no mesmo período de 2021, quando foram obtidos US$ 332,2 milhões.

Considerando apenas o mês de fevereiro, as vendas do setor chegaram a 71,5 mil toneladas, volume 11,9% menor que as 81,1 mil toneladas exportadas no segundo mês do ano passado. O saldo em dólares dos embarques do mês totalizaram US$ 147,4 milhões, número 20,6% menor que o resultado de fevereiro de 2021, com US$ 185,7 milhões.

“Em um período historicamente mais contido para as exportações de carne suína, os embarques foram em linha com o esperado. Nos próximos meses, a estimativa é que os patamares de embarque aumentem, até mesmo para aliviar os altos e históricos custos de produção enfrentados pelo setor”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principal destino das exportações brasileiras de carne suína, a China importou no primeiro bimestre deste ano 53 mil toneladas (-28,5%). Se consolidando entre os principais importadores, as Filipinas importaram no período 9,6 mil toneladas (+471,6%). Outros destaques foram a Argentina, com 8,1 mil toneladas (+76,6%) e Singapura, com 7,3 mil toneladas (+27,1%).

“Houve uma notável e esperada desaceleração nos números consolidados deste mês para o mercado chinês, uma vez que as compras para o Ano Novo chinês já haviam sido realizadas em meses anteriores. Entretanto, já há indicativos de retomada das exportações que devem refletir sobre o resultado dos próximos meses”, avalia Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Santin é reconduzido à presidência da Câmara Setorial de Aves e Suínos

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, foi reconduzido ao cargo de presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Aves e Suínos, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

A informação foi confirmada hoje em publicação no Diário Oficial da União, por meio da portaria n° 99, assinada pela Ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

O mandato como presidente da câmara setorial está previsto até 20 de janeiro de 2024.

Santin assumiu a posição na câmara de aves e suínos em 2020.  Durante a sua gestão, tratou de temas variados, de questões técnicas à mercadológicas, com destaque especial aos desafios estabelecidos durante a pandemia global.

“A Câmara de Aves e Suínos do MAPA é um ambiente plural e um canal direto com a Ministra e seus secretários, e é parte do Conselho Nacional de Política Agrícola, por meio dos quais conseguimos avançar em debates e tratativas interinstitucionais, em temas importantes para a sustentabilidade da cadeia produtiva.  Por isso, é uma honra assumir este novo mandato”, ressalta.

Além de presidente da ABPA e da Câmara de Aves e Suínos, Santin é vice-presidente do Conselho Mundial da Avicultura (IPC, sigla em inglês) e do Conselho Deliberativo do Instituto Ovos Brasil.

Exportações de carne de frango crescem 13% no primeiro bimestre

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 374,5 mil toneladas em fevereiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 7,4% o total embarcado pelo país no segundo mês de 2021, com 348,8 mil toneladas.

O resultado em dólares das exportações de fevereiro chegou a US$ 663 milhões, número 27,1% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 521,6 milhões.

No primeiro bimestre, as vendas internacionais de carne de frango totalizaram 723,7 mil toneladas, volume 13% maior que o total exportado em 2021, com 640,4 mil toneladas. Em receita, houve aumento de 33,9%, com US$ 1,280 bilhão neste ano, contra US$ 956,1 milhões em 2021.

“As altas históricas dos custos de produção têm pressionado positivamente os preços internacionais de carne de frango, com o repasse aos preços finais. Ao mesmo tempo, as ocorrências de focos de Influenza Aviária em vários países da Europa, Ásia, África e, mais recentemente, na América do Norte, também favoreceram o desempenho das exportações brasileiras”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Os Emirados Árabes Unidos assumiram, pela primeira vez, a liderança nas exportações de carne de frango do Brasil, com 42,8 mil toneladas exportadas em fevereiro, número 89,9% superior ao alcançado no mesmo período de 2021. A China, agora no segundo posto, importou 42,3 mil toneladas (-8,4%). Em terceiro lugar, a África do Sul importou 30,7 mil toneladas (+6%).

Outros destaques do mês foram o México, com 19,6 mil toneladas (+358,3%), e União Europeia, com 16,5 mil toneladas (+35,1%).

“Os Emirados Árabes Unidos ganharam forte protagonismo nas exportações brasileiras dos últimos meses e foram decisivos, assim como o reforço das vendas ao México e à União Europeia. É esperado que estes níveis de compras nestas regiões se mantenham pelos próximos meses, especialmente porque a Ucrânia, que é um forte competidor do Brasil em destinos como a União Europeia, Arábia Saudita e países do Golfo, com o conflito, seguramente deixará de exportar os volumes habitualmente destinados a estas regiões”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Após Gulfood, exportadores projetam US$ 1 bi em negócios

As agroindústrias exportadoras da avicultura nacional devem realizar ao longo dos próximos doze meses negócios que devem superar $ 1 bilhão, a partir das negociações realizadas durante a Gulfood 2022, em ação liderada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).   Encerrada na ultima quinta-feira (17) em Dubai (Emirados Árabes Unidos), a Gulfood é a maior feira de alimentos halal do planeta.

Apenas durante os cinco dias do evento, as 20 agroindústrias produtoras e exportadoras associadas à ABPA, que estavam na feira, consolidaram mais de US$ 50 milhões em vendas para clientes de nações do Oriente Médio e de outras partes da África, Ásia e Europa, que participaram da feira.

Além da promoção de negócios, a parceria ABPA & ApexBrasil focou, também, no posicionamento de imagem da proteína animal do Brasil, por duas linhas estratégicas: a divulgação de informações e atributos setoriais e pela degustação de produtos brasileiros que carregam as marcas Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck.

Neste sentido, a entidade realizou a distribuição de materiais promocionais por meio de QRCode – respeitando protocolos de proteção contra a Covid-19 – que ressaltam dados sobre o perfil produtivo brasileiro, o status sanitário e as características sustententáveis da produção, além de contatos das empresas exportadoras associadas à ABPA.

Além disso, uma grande área gastronômica foi instalada no evento.  No cardápio estavam omeletes e o shawarma, prato típico islâmico, feito com cortes de carne de frango e de pato (a novidade da ação da ABPA este ano).   Ao todo, mais de 6.000 shawarmas e 1.000 omeletes foram servidos no evento para os mais de 2,8 mil clientes, potenciais compradores, stakeholders e autoridades que visitaram o espaço da avicultura no evento.

Entre as feiras internacionais, a Gulfood foi a única a seguir o calendário sem interrupções, graças a um bem-sucedido protocolo implantado e respeitado por todos os expositores.  Este ano, havia um clima de forte retomada da participação no evento de Dubai, o que se comprova pelos números de negócios e pelo serviço de pratos em nossa área gastronômica.  São resultados importantes em um momento em que produtores buscam expandir a atuação internacional do setor brasileiro como forma de superar os desafios impostos pelas altas nos custos de produção”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.