ABPA & ApexBrasil promovem ação na Expoalimentaria Peru

Ampliação das relações comerciais com o mercado peruano está na pauta de ação.

 

São Paulo, 21 de setembro de 2026 –  A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), promoverá uma ampla ação de promoção de negócios em meio à Expoalimentaria Peru, uma das maiores feiras de alimentos da região andina, programada entre 23 e 25 de setembro, em Lima (Peru).

No espaço exclusivo da proteína animal do Brasil no evento estarão empresas exportadoras do setor, como Bello Alimentos, Netto Alimentos, Friato, MBRF, Somave, Jaguafrangos e Avenorte.

Na iniciativa organizada por meio das marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck, além dos encontros de negócios, o espaço do setor será dedicado à divulgação dos atributos da proteína animal de aves, suínos, ovos do Brasil, como qualidade, sanidade e sustentabilidade. A difusão ocorrerá por meio da distribuição de materiais promocionais, com informações setoriais e os contatos das empresas exportadoras.

“A Expoalimentaria é uma importante oportunidade para avançar ainda mais na parceria com o mercado peruano, um dos mais relevantes da América do Sul e com perspectivas de fortalecimento em parcerias em prol da segurança alimentar local, em complementariedade à produção local”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Com consumo per capita que supera os 50 quilos de carne de frango anuais, o Peru é, hoje, um dos mais importantes destinos das exportações avícolas do Brasil.  Ao todo, o país importou, entre janeiro e julho, 35,4 mil toneladas de carne de frango e  cerca de 255 toneladas em genética.  As receitas das exportações para o país andino se aproximaram nos sete primeiros meses deste ano, da marca de US$ 70 milhões.

 

SOBRE A ABPA – A ABPA é a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos das cadeias produtivas, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 12 bilhões. Em parceria com a ApexBrasil, a entidade gerencia as marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Duck e Brazilian Pork e promove ações de imagem e comerciais em mercados estratégicos, destacando atributos como qualidade, status sanitário e sustentabilidade da produção brasileira.

 

SOBRE A APEXBRASIL – A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira.

Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil.

A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

 

SOBRE AS MARCAS SETORIAIS – Os projetos setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Duck e Brazilian Pork são mantidos pela ABPA em parceria com a ApexBrasil com o objetivo de promover, no mercado internacional, as carnes de frango, suínos e patos, os ovos e o material genético avícola produzidos no Brasil.

Por meio da participação em feiras, realização de workshops e outras ações especiais de promoção comercial, os projetos destacam atributos desses setores produtivos — como qualidade, status sanitário e sustentabilidade da produção —, valorizam as marcas internacionais dos produtos e fomentam novos negócios para os exportadores brasileiros. Cerca de 62 empresas participam atualmente dos projetos. Informações sobre como fazer parte das marcas setoriais podem ser obtidas pelo e-mail isis.sardella@abpa-br.org.

Em Tóquio, ABPA promove experiência gastronômica com importadores e stakeholders japoneses

Ação busca fortalecer relações com o segundo maior destino das exportações de carne de frango, carne suína e de ovos em 2026; ação teve, entre seus objetivos, buscar expansão do envio de carne suína brasileira ao mercado japonês

 

São Paulo, 17 de setembro de 2026 – Para fortalecer laços com um dos mais tradicionais destinos da proteína animal do Brasil, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) promoveu uma ação gastronômica com importadores e stakeholders japoneses na noite desta quarta-feira (16), em Tóquio.

Realizada em uma filial da rede de churrascarias brasileira Barbacoa, na capital japonesa, a iniciativa contou com o serviço de cortes e pratos à base de carne de frango e de carne suína produzidas no Brasil.

A ação trouxe à pauta, entre outros temas, a oportunidade de expandir o comércio de carne suína do Brasil com o Japão.  Atualmente, as autoridades brasileiras buscam o reconhecimento de estados extra-Santa Catarina (único autorizado a embarcar o produto para o destino) como livre de aftosa sem vacinação (status já alcançado junto à Organização Mundial de Saúde Animal, e que também é exigido pelas autoridades japonesas).

O evento com a presença do Secretário de Comércio e Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura brasileiro, Augusto Billi, além de representantes da Embaixada Brasileira em Tóquio e de empresas exportadoras de proteínas animais para o destino asiático.

Atualmente, o Japão é o segundo maior importador de carne de frango, de carne suína e de ovos brasileiros. Ao longo dos oito primeiros meses de 2026 (janeiro a agosto), o país importou 451,9 mil toneladas  (sendo 322,2 mil toneladas de carne de frango, 127,2 mil toneladas de carne suína e 2,5 mil toneladas de ovos), gerando receita total de US$ 1,268 bilhão no período.

“Foi uma ótima oportunidade de integração entre os principais importadores de produtos brasileiros com as empresas e os entes brasileiros.  A relação entre os dois países é marcada pela tradição, seja em relação aos laços culturais como também comerciais, já que o mercado japonês demanda nossos produtos há mais de três décadas.  É uma relação que reforça a posição brasileira em relação aos mais elevados padrões de qualidade, sanitário e de confiabilidade em oferta e customização em proteínas animais”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

ABPA promove diálogo sobre parceria com Coreia do Sul para a segurança alimentar, em Seul

Ação realizada com o apoio da ApexBrasil e da Embaixada do Brasil destaca a complementaridade entre os países, os avanços sanitários e a capacidade brasileira de contribuir para o abastecimento sul-coreano

 

São Paulo, 16 de setembro de 2026 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e da Embaixada do Brasil em Seul,  realizou nesta segunda-feira (14) o seminário bilateral “South Korea–Brazil: Improving a Successful Partnership in Food Security”, na capital sul-coreana.

O encontro reuniu autoridades, representantes do setor produtivo e outros públicos estratégicos para discutir o fortalecimento da parceria entre Brasil e Coreia do Sul no comércio de proteína animal, com foco na segurança alimentar e na complementaridade entre a produção sul-coreana e a capacidade brasileira de fornecimento.

O reconhecimento dos demais estados brasileiros como Livre de Aftosa Sem Vacinação também foi pauta do encontro – atualmente, somente Santa Catarina detém este status junto às autoridades sul-coreanas, que é requisito obrigatório para exportações de carne suína ao destino.

A programação contou com apresentações do ministro-conselheiro da Embaixada do Brasil em Seul, Romero Gonçalves Ferreira Maia Filho; do secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Augusto Billi; e do presidente da ABPA, Ricardo Santin.

As apresentações destacaram a importância do diálogo permanente entre os setores público e privado dos dois países, o papel do comércio internacional na diversificação das fontes de abastecimento e a contribuição que fornecedores confiáveis podem oferecer para a previsibilidade e a segurança das cadeias alimentares.

Em sua apresentação, Santin abordou a complementaridade entre Brasil e Coreia do Sul e ressaltou a capacidade da produção brasileira de atender às especificações sanitárias, técnicas e comerciais exigidas pelo mercado sul-coreano.

“O Brasil não busca substituir a produção local. Nosso papel é complementar o abastecimento, oferecendo produtos seguros, sustentáveis e de alta qualidade. Temos escala, diversidade produtiva e capacidade para atender aos requisitos específicos da Coreia do Sul, contribuindo para a previsibilidade do fornecimento e para a segurança alimentar do país”, afirmou Santin.

Entre os avanços apresentados esteve o reconhecimento de todo o território brasileiro pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como livre de febre aftosa sem vacinação. O status reforça a evolução sanitária do país, a solidez de seus sistemas de vigilância e a confiabilidade do Brasil como fornecedor internacional de proteína animal.

A Coreia do Sul ocupa posição estratégica no comércio internacional de alimentos. Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o país foi o quinto maior importador mundial de carne suína em 2025, com 723 mil toneladas em equivalente-carcaça.

A presença brasileira nesse mercado vem avançando. Entre janeiro e agosto de 2026, a Coreia do Sul importou 139,267 mil toneladas de carne de frango do Brasil, crescimento de 42,1% em relação ao mesmo período de 2025. A receita gerada pelos embarques alcançou US$ 304,714 milhões, alta de 61,8%. Apenas em agosto, foram exportadas 17,335 mil toneladas, avanço de 13,2%, com receita de US$ 37,447 milhões, crescimento de 15,1%.

As exportações brasileiras de carne suína para o mercado sul-coreano também apresentaram crescimento. Nos oito primeiros meses de 2026, os embarques totalizaram 19,798 mil toneladas, volume 33,7% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. A receita alcançou US$ 46,992 milhões, alta de 32,9%. Em agosto, foram exportadas 3,722 mil toneladas, crescimento de 41,7%, com receita de US$ 8,482 milhões, avanço de 34,3%.

Os resultados demonstram o fortalecimento da relação comercial entre os dois países e o espaço para ampliar a participação brasileira no abastecimento sul-coreano, tanto em carne de frango quanto em carne suína.

“A Coreia do Sul é um dos mercados consumidores mais relevantes e exigentes do mundo. O fortalecimento dessa parceria permite combinar a eficiência e a escala da produção brasileira com as necessidades de um mercado que valoriza segurança, qualidade e regularidade de fornecimento. É uma relação que pode avançar com ganhos para os dois países”, concluiu Santin.

Após as apresentações, o seminário foi encerrado com um encontro de relacionamento entre autoridades, representantes do setor produtivo e convidados locais. Promovida pela ABPA, com o apoio da ApexBrasil e da Embaixada do Brasil em Seul, a iniciativa integrou as ações internacionais das marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck.

Exportações de ovos crescem 9,1% em agosto e alcançam 2,3 mil toneladas

São Paulo, 10 de setembro de 2026 – As exportações brasileiras de ovos, considerando produtos in natura e processados, totalizaram 2,322 mil toneladas em agosto, volume 9,1% superior ao registrado no mesmo mês de 2025, quando foram embarcadas 2,129 mil toneladas, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A receita obtida com as vendas internacionais chegou a US$ 4,868 milhões, resultado 15% inferior aos US$ 5,729 milhões registrados em agosto de 2025.

No acumulado de janeiro a agosto, as exportações alcançaram 19,982 mil toneladas, volume 38,1% menor que as 32,303 mil toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado. A receita acumulada totalizou US$ 43,903 milhões, retração de 41,7% em relação aos US$ 75,295 milhões registrados nos oito primeiros meses de 2025.

O Chile foi o principal destino das exportações brasileiras de ovos em agosto, com 1,213 mil toneladas, volume 605,1% superior às 172 toneladas embarcadas no mesmo mês de 2025. Na sequência aparecem Vietnã, com 275 toneladas; Serra Leoa, com 160 toneladas; México, com 144 toneladas (-52,6%); e Japão, com 140 toneladas (-75,8%).

“O resultado de agosto mostra uma recuperação dos embarques de ovos brasileiros em diferentes mercados. O desempenho do Chile e o início de vendas para novos destinos no comparativo mensal reforçam a capacidade do setor de diversificar suas exportações. Ao mesmo tempo, o acumulado permanece abaixo do resultado excepcional registrado em 2025, quando houve uma conjuntura internacional atípica, especialmente no mercado norte-americano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Exportações de carne suína crescem 8% em agosto e alcançam 131,1 mil toneladas

São Paulo, 8 de setembro de 2026 – As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 131,126 mil toneladas em agosto, volume 8% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 121,469 mil toneladas, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A receita dos embarques alcançou US$ 289,898 milhões, resultado 1,7% inferior aos US$ 294,931 milhões obtidos em agosto do ano passado. 

No acumulado de janeiro a agosto, as exportações chegaram a 1,057 milhão de toneladas, crescimento de 8,9% em relação às 970,331 mil toneladas embarcadas no mesmo período de 2025. A receita acumulada alcançou US$ 2,447 bilhões, avanço de 4,8% sobre os US$ 2,335 bilhões registrados no ano anterior.

As Filipinas foram o principal destino das exportações brasileiras de carne suína em agosto, com 23,314 mil toneladas, volume 30,4% inferior ao registrado no mesmo mês de 2025. Na sequência aparecem o Japão, com 16,472 mil toneladas, alta de 92,9%; China, com 15,174 mil toneladas, crescimento de 45,9%; Vietnã, com 8,274 mil toneladas, avanço de 38,3%; Chile, com 8,035 mil toneladas, retração de 40%; e Singapura, com 6,552 mil toneladas, elevação de 25,2%.

No levantamento das exportações por Estado, Santa Catarina manteve a liderança em agosto, com 64,091 mil toneladas, volume 12,6% superior às 56,914 mil toneladas registradas no mesmo período de 2025. Na sequência aparecem o Rio Grande do Sul, com 30,369 mil toneladas (-3,3%, ante 31,408 mil toneladas); Paraná, com 22,828 mil toneladas (+24,3%, ante 18,358 mil toneladas); Mato Grosso, com 3,965 mil toneladas (+25,3%, ante 3,163 mil toneladas); e Minas Gerais, com 3,162 mil toneladas (+25,7%, ante 2,517 mil toneladas).

“O crescimento registrado em agosto e a superação de 1 milhão de toneladas exportadas no acumulado do ano demonstram a consistência da demanda internacional pela carne suína brasileira. A ampliação dos embarques para mercados como Japão, China e Vietnã reforça a diversificação dos destinos e a competitividade do produto brasileiro”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Exportações de carne de frango crescem 24,8% em agosto e chegam a 492,6 mil toneladas

São Paulo, 8 de setembro de 2026 – As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, incluindo in natura e processados) totalizaram 492,634 mil toneladas em agosto, volume 24,8% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 394,637 mil toneladas, segundo a *ssociação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A receita dos embarques alcançou US$ 997,870 milhões, resultado 42,7% superior aos US$ 699,458 milhões obtidos em agosto do ano passado.  É o segundo melhor resultado da série histórica, superado apenas por maio deste ano.  

No acumulado de janeiro a agosto, as exportações chegaram a 3,921 milhões de toneladas, crescimento de 15,5% em relação às 3,395 milhões de toneladas embarcadas no mesmo período de 2025. A receita acumulada alcançou US$ 7,689 bilhões, avanço de 21,9% sobre os US$ 6,308 bilhões registrados no ano anterior.

A China foi o principal destino das exportações brasileiras de carne de frango em agosto, com 50,988 mil toneladas. O resultado supera amplamente as 83 toneladas embarcadas no mesmo mês de 2025, período afetado pelas suspensões temporárias decorrentes do único foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) registrado na produção comercial brasileira, situação rapidamente solucionada no primeiro semestre do ano passado.

Na sequência entre os principais destinos aparecem os Emirados Árabes Unidos, com 44,279 mil toneladas, alta de 35,9%; União Europeia, com 42,432 mil toneladas, avanço de 1.469,1% (situação equivalente ao comparativo com a China); Japão, com 41,795 mil toneladas, crescimento de 37,8%; Arábia Saudita, com 35,195 mil toneladas, elevação de 29,9%; e África do Sul, com 25,590 mil toneladas, volume 0,8% inferior ao registrado em agosto de 2025.

Entre os Estados exportadores, o Paraná manteve a liderança em agosto, com 200,585 mil toneladas, volume 26,4% superior às 158,744 mil toneladas registradas no mesmo mês de 2025. Na sequência aparecem Santa Catarina, com 105,993 mil toneladas (+18,1%, ante 89,763 mil toneladas); Rio Grande do Sul, com 61,202 mil toneladas (+38,7%, ante 44,115 mil toneladas); São Paulo, com 29,531 mil toneladas (+20,3%, ante 24,539 mil toneladas); e Goiás, com 24,836 mil toneladas (+15,4%, ante 21,515 mil toneladas).

“Os resultados de agosto reforçam a retomada dos embarques e a capacidade de resposta da avicultura brasileira. Parte das altas registradas na comparação mensal, especialmente em mercados como China e União Europeia, ocorre sobre uma base impactada pelas suspensões temporárias verificadas após o episódio sanitário de 2025, já superado. Ao mesmo tempo, o crescimento consistente no acumulado do ano demonstra a força da demanda internacional, a diversificação dos destinos e a confiança dos mercados na qualidade e na segurança da carne de frango brasileira.  No caso da UE, também há a demanda elevada que antecedeu a suspensão temporária dos embarques, desde 3 de setembro”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

ABPA reforça biosseguridade na suinocultura com nova campanha

Iniciativa usa experiência de produtores para orientar sobre cuidados nas granjas

 

São Paulo, 1º de setembro de 2026 – Em nova ação para a proteção do status sanitário brasileiro, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lançou hoje uma campanha de conscientização sobre os cuidados que devem ser adotados por suinocultores de todo o país para a proteção do plantel nacional.

O vídeo da campanha pode ser conferido aqui: https://youtu.be/xMOIkKV3nZk

A campanha contou com a participação de produtores integrados a empresas produtoras e exportadoras de carne suína do Brasil, e apresenta cuidados nos detalhes com a saúde e o bem-estar dos animais nas granjas. 

Entre os cuidados apontados na campanha estão questões como acesso de pessoas às granjas, cuidados com higienização e uso de roupas exclusivas nas granjas, controle total de circulação de veículos e pessoas nas propriedades, cuidados com a estrutura geral nas unidades produtoras, questões de alimentação, cuidados com animais externos à produção, e outros pontos.

A ação contará com ações em redes sociais e distribuição de materiais pelas empresas associadas do setor junto aos seus produtores.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a iniciativa busca fortalecer cuidados no planejamento e na rotina da produção, blindando o país de enfermidades que hoje afetam unidades produtivas na Ásia, África, Europa e em regiões da América do Norte. 

“O Brasil é livre de Peste Suína Africana, de Diarreia Suína Epidêmica, entre outras enfermidades.  Isso é resultado, em grande parte, dos cuidados adotados pelos produtores da suinocultura nacional na rotina de produção.  São estes cuidados que queremos reforçar, lembrando a todos da responsabilidade que cada um carrega em nosso papel pela segurança alimentar do Brasil e das nações importadoras de nosso produto”, ressalta. 

Acompanhe a ação nas redes sociais da ABPA (@AbpaBR).