Exportações de carne de frango mantêm patamares de 400 mil ton

Veja avaliação do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1BEy-bpgEhBjLwbFGZfZissuPW1tjmwxU/view?usp=sharing

São Paulo, 06 de junho de 2025 – As exportações brasileiras de carne de frango (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 393,4 mil toneladas em maio, de acordo com levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).  O número é 12,9% menor em relação ao registrado no mesmo período do ano passado, com 451,6 mil toneladas. 

A receita de exportações obtida no período totalizou US$ 741,1 milhões, saldo 9,5% menor em relação ao mesmo mês do ano passado, com US$ 818,7 milhões.

“Mesmo com as suspensões aplicadas pelos cerca de 20 mercados, incluindo alguns dos principais destinos das exportações de carne de frango, os embarques se mantiveram próximos das 400 mil toneladas.  O impacto, até aqui, foi proporcionalmente menor em relação à relevância no histórico de importações dos países com suspensões aplicadas.  Esse é um indicativo de que o redirecionamento de cargas está ocorrendo como forma de manter o fluxo dos embarques no mercado internacional”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin. 

No ano (janeiro a maio), o volume exportado chegou a 2,256 milhões de toneladas, número 4,8% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 2,152 milhões de toneladas. 

Já a receita registrada nos cinco primeiros meses deste ano chegou a US$ 4,234 bilhões, saldo 10,18% superior ao alcançado no mesmo período de 2024, com US$ 3,842 bilhões. 

Entre os mercados que influenciaram o resultado das exportações de maio estão a China, com importações de 35,8 mil toneladas (-28% em relação ao mesmo período do ano anterior), África do  Sul, com 25,5 mil toneladas (-20,5%) e México, com 16,6 mil toneladas exportadas (-18,8%).  Ao mesmo tempo, as exportações para a União Europeia cresceram 46,2%, com 24,8 mil toneladas registradas no mês.

“A queda nos volumes embarcados ocorreu dentro do projetado pelo setor, considerando as suspensões decorrentes após o registro do foco de Influenza Aviária em granja comercial, situação esta que já foi resolvida.   As vendas para China, África do Sul e México retraíram nos patamares esperados.  No caso da União Europeia, as vendas para o mercado vinham em ritmo consideravelmente elevado, o que justifica a alta, mesmo com a autossuspensão aplicada na segunda quinzena de maio”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin. 

Comunicado à Imprensa

São Paulo, [21/05/2025] – Diante da atenção pública gerada em torno da Influenza Aviária, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) reforça que não há risco de contaminação pelo consumo de carne de frango e ovos.

A orientação está alinhada com os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. Segundo o órgão, “Não há evidências de que qualquer pessoa tenha se infectado com gripe aviária por meio de alimentos.

A ABPA reforça que o preparo correto é o principal fator de segurança alimentar para qualquer situação sobre os alimentos.  O Ministério destaca, em seu portal oficial, a importância das boas práticas de higiene e cocção na manipulação de alimentos de origem animal:
 https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sanidade-animal-e-vegetal/saude-animal/programas-de-saude-animal/pnsa/influenza-aviaria

Além disso, a entidade orienta a população a seguir medidas simples e eficazes em casa:

  • Cozinhar completamente carnes e ovos;
  • Evitar o consumo de alimentos crus ou mal cozidos;
  • Higienizar as mãos e utensílios após o preparo dos alimentos.

Com base em evidências científicas e nas recomendações das autoridades sanitárias nacionais e internacionais, o consumo de carne de frango e ovos no Brasil é, sempre foi e permanecerá seguro.

NOTA SETORIAL – Identificação de foco de H5N1

Com relação à identificação de foco de H5N1 em uma granja de aves do município de Montenegro (RS), a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) ressaltam a total transparência do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil, juntamente com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) do Rio Grande do Sul em relação à identificação, comunicação e contenção da situação, que é pontual.

A ABPA e a ASGAV estão apoiando o MAPA e a Seapi neste processo. Todas as medidas necessárias para o contingenciamento da situação foram rapidamente adotadas, e a situação está sob controle e monitoramento dos órgãos governamentais.

Ao mesmo tempo, as entidades confiam na rapidez das tratativas que serão adotadas pelo Ministério e pela Secretaria em todos os níveis, de tal forma que qualquer efeito decorrente da situação seja solucionado no menor prazo possível.

Por fim, a ABPA e a ASGAV lembram que a situação em questão – assim como qualquer outra ocorrência da enfermidade em aves – não representa qualquer risco ao consumidor final.

ABPA leva empresas brasileiras à SIAL China 2025 para reforçar parcerias e promover proteínas animais do Brasil

Evento acontece de 19 a 21 de maio, em Xangai; espaço contará com cinco agroindústrias exportadoras e foco em novos negócios com o mercado asiático

 

São Paulo, 15 de maio de 2025 – Em meio à missão oficial brasileira na China, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) participará, entre os dias 19 e 21 de maio, da SIAL China 2025, uma das maiores feiras de alimentos e bebidas do mundo, que será realizada no Shanghai New International Expo Center (SNIEC), na cidade de Xangai.

A entidade contará com um espaço exclusivo de 72 m², dedicado à promoção institucional e comercial das carnes de aves e suína brasileiras, além da genética avícola e dos ovos, que integram a pauta exportadora representada pela ABPA.

Estarão presentes cinco empresas associadas, que utilizarão o espaço da ABPA para reuniões com importadores, autoridades e potenciais clientes internacionais. Participam da ação as agroindústrias Alibem, Aurora, Bello, Somave e Vibra, referências em qualidade, sustentabilidade e presença global.

“A SIAL China é uma vitrine estratégica para o Brasil junto ao mercado asiático, especialmente no momento em que buscamos ampliar nossas parcerias e reforçar o posicionamento das nossas proteínas como soluções seguras, sustentáveis e acessíveis para a segurança alimentar global”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Além da agenda comercial, a presença institucional da ABPA na feira também terá como foco a valorização do status sanitário do Brasil – livre de Influenza Aviária na produção comercial – bem como os diferenciais logísticos e ambientais da produção brasileira, aspectos decisivos para compradores internacionais.

A participação brasileira na SIAL China faz parte do projeto Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck mantido pela ABPA em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), voltado à promoção setorial das proteínas animais do país em mercados-alvo.

Principal destino das exportações de carne de frango, a China importou 140,4 mil toneladas apenas no primeiro trimestre de 2025. De carne suína, foram 53,4 mil toneladas no mesmo período. Somados, os dois setores geraram receita de US$ 446 milhões nos três primeiros meses deste ano.

 

Mais informações sobre a SIAL China estão disponíveis em: www.sialchina.com.

ABPA e ApexBrasil renovam convênio com impacto direto nas exportações

Projeto anterior gerou US$ 3,9 bilhões em exportações; assinatura ocorreu em novo escritório da ABPA&ABIEC em Pequim;

 

São Paulo, 14 de maio de 2025 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) assinaram hoje o novo convênio que fortalece as estratégias de exportações das proteínas de aves, suínos e ovos do Brasil.  A assinatura ocorreu no novo escritório da ABPA e da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), inaugurado em Pequim (China).

Assinado pelo presidente da ABPA, Ricardo Santin, e pelo presidente da Apex-Brasil, Jorge Viana, o novo convênio será ampliado em volume de ações diretas de negócios e de fortalecimento da imagem setorial no mercado global.

Com ciclo de dois anos, o novo projeto será ampliado em 50% no número de feiras – de 6 para 9 participações com espaços exclusivos e a presença das indústrias exportadoras, incluindo mercados estratégicos como as Filipinas – além da promoção de projetos especiais (com missões internacionais de compradores, jornalistas e stakeholders ao mercado brasileiro) e de imagem internacional em grandes eventos globais, como a COP 30, Expo Mundial, Copa do Mundo 2026 e outros. Novas campanhas e ações promocionais também estão previstas no novo convênio.

“O novo convênio conta com uma gama de ações e uma ampliação estratégica na promoção de negócios que deverão gerar impactos diretos nas exportações brasileiras.  A inclusão de novos mercados-alvo também é uma sinalização da maturidade do projeto, que agora vislumbra outros eixos de atuação”, avalia a gestora do projeto e gerente de marketing e promoção comercial da ABPA, Isis Sardella.

Com duração menor (1 ano e meio) e menos ações em feiras internacionais (6 ao todo), o convênio anterior gerou US$ 3,9 bilhões em negócios sequentes à participação nos eventos.  Apenas durante as participações nas exposições (como a Anuga Alemanha, Sial Paris, Gulfood e Sial China), foram consolidados US$ 820 milhões em exportações de aves, suínos e ovos made in Brazil.   Diversas ações de imagem voltadas ao papel feminino no desenvolvimento setorial, de reforço à sustentabilidade setorial, entre outros pontos, também fizeram parte da programação.

“O convênio deve apoiar o Brasil a estabelecer novos patamares de negócios em exportações, que já sinalizam recorde para este ano.  Vai ao encontro de uma nova fase da estratégia brasileira de promoção da proteína animal, com novos mercados, novas estruturas e a expectativa de geração de mais receitas cambiais para os setores e as comunidades produtoras de aves, suínos e ovos do nosso país”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Novo espaço em Pequim – A assinatura ocorreu em meio à inauguração do novo espaço da ABPA e da ABIEC , com o apoio da ApexBrasil, em Pequim.

A solenidade de abertura do espaço promovida por Santin, Viana e pelo presidente da ABIEC, Roberto Perosa, contou com a presença de diversas autoridades brasileiras, incluindo o Secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Luís Rua, o Secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Rosa, o embaixador do Brasil em Pequim, Marcos Galvão, entre outros.

Na ocasião, a ABPA e a ABIEC também assinaram um Memorando com  a ApexBrasil e o Ministério da Agricultura e Pecuária, com o objetivo de fortalecer as ações de fomento às exportações de proteínas animais do Brasil.

 

Abertura de mercado chinês para miúdos de frangos, carne de pato e carne de peru amplia pauta exportadora com principal parceiro da proteína animal do Brasil

Trabalho sólido de negociação pelo Ministério da Agricultura gera oportunidades para setores avícolas brasileiros com potencial de expansão internacional

São Paulo, 13 de maio de 2025 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o anúncio do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil sobre a abertura do mercado da China para miúdos de frangos, carne de peru e carne de patos provenientes de estabelecimentos brasileiros.

O anúncio foi feito em meio à missão presidencial do Brasil na China, maior parceiro comercial do setor de proteína animal do Brasil, para onde foram destinadas, em 2024, mais de 770 mil toneladas de carne de frango e de carne suína produzidas nas indústrias brasileiras.

Agora, a abertura do mercado chinês para três novos produtos de aves abre oportunidade para a ampliação da pauta exportadora, entre um novo segmento em frangos (incluindo coração, fígado e moela), além de duas novas proteínas, de patos e de perus, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

“Essa é a uma verdadeira conquista amplamente negociada pelo Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e seus secretários Luís Rua e Carlos Goulart, em segmentos que têm demanda no maior parceiro comercial do Brasil. É um resultado direto desta missão, que mostra, também, a confiança chinesa na capacidade brasileira de fornecer produtos de alta qualidade, com sanidade e em oferta adequada ao mercado”, ressalta Santin, que participa da missão.

Exportações de ovos crescem em abril e brasil amplia presença em novos mercados

Com destaque para os Estados Unidos e Japão, setor projeta retomada no ano e consolidação de novos fluxos comerciais

São Paulo, 12 de maio de 2025 – As exportações brasileiras de ovos (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 4,3 mil toneladas em abril, volume 271% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 1,17 mil toneladas, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em receita, os embarques geraram US$ 10,57 milhões, resultado 252,9% maior que o obtido em abril de 2024, quando as exportações totalizaram US$ 2,99 milhões.

Com o desempenho do mês, o acumulado do quadrimestre de 2025 alcança 13 mil toneladas, alta de 133,8% em relação ao mesmo período do ano passado, com 5,5 mil toneladas. A receita no período chegou a US$ 28,3 milhões, alta de 152,6%, em relação ao mesmo período de 2024, com US$ 11,2 milhões.

“O mês de abril mantém o ritmo positivo das exportações de ovos, com presença crescente do produto brasileiro em mercados de alto valor e rigor sanitário. A ampliação das vendas para os Estados Unidos e o Japão, por exemplo, reforça a confiança internacional na qualidade e na segurança da nossa produção”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Destaques de abril

Entre os principais destinos, os Estados Unidos lideraram as importações de ovos do Brasil no mês, com 2,8 mil toneladas embarcadas e receita de US$ 6,3 milhões. O Japão aparece na sequência, com 371 toneladas (+298,9%) e receita de US$ 777 mil (+299,7%).

Outros destaques:

  • México: 242 toneladas embarcadas – país que retoma posição entre os principais compradores;
  • Chile: 638 toneladas (-11,7%), com receita de US$ 1,58 milhão (-8,4%);
  • Uruguai: 83 toneladas (+18,6%), com receita de US$ 406 mil (+61,6%);
  • União Europeia: 22 toneladas (+64%), com receita de US$30 mil (-21,6%);
  • Libéria: 15 toneladas (+36,7%) com receita de US$40 mil (+51,9%);
  • Ilhas Marshall e Aruba também integraram a lista de destinos do mês.

“Estamos observando uma recomposição estratégica da pauta exportadora. Os embarques estão mais diversificados e com presença em mercados que demandam produtos com alto padrão de qualidade, abrindo caminho para a consolidação de fluxos duradouros”, analisa Santin.

O mundo celebra o dia do frango: uma proteína que nutre, gera empregos e transforma regiões

Com uma produção de quase 30 milhões de toneladas na América Latina, a carne de frango é símbolo de segurança alimentar e desenvolvimento

 

9 de maio de 2025 – Neste sábado (10), nações produtoras de todo o mundo celebram o Dia Mundial do Frango, uma data instituída para homenagear um dos alimentos mais consumidos, acessíveis e estratégicos para a segurança alimentar global: a carne de frango. Nesse cenário, a América Latina exerce um papel de liderança mundial, segundo o Instituto Latinoamericano do Frango (ILP, sigla em espanhol), órgão vinculado à Associação Latinoamericana de Avicultura (ALA).

A origem da celebração remonta a campanhas de valorização promovidas por entidades internacionais do setor avícola, em reconhecimento ao papel fundamental dessa proteína na nutrição, geração de empregos e combate à fome.

Em 2024, a produção mundial de carne de frango superou as 103 milhões de toneladas, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Desse total, quase 30% vieram da América Latina, de acordo com estimativas do ILP/ALA. Ao todo, 29,9 milhões de toneladas foram produzidas por países da região.

A América Latina também se destaca como grande exportadora global. Das 13,5 milhões de toneladas exportadas mundialmente, 5,7 milhões de toneladas têm origem em países latino-americanos.

O Brasil tem parte fundamental neste processo. Sozinho, o país produziu 14,9 milhões de toneladas no ano passado, exportando mais de 5,1 milhões de toneladas para mais de 150 países em todo o mundo.

 

Impacto social e econômico na região

O impacto da avicultura na América Latina vai muito além dos volumes produtivos. Com uma população estimada em 663,7 milhões de pessoas (dados da CEPAL), a região não só apresenta um alto consumo dessa proteína — com média de 39,6 kg por habitante, uma das mais elevadas do planeta — como também depende do setor como motor de desenvolvimento econômico e social.  No Brasil, o consumo per capita alcança 45,5 quilos.

Estima-se que a cadeia avícola latino-americana gere milhões de empregos diretos e indiretos, especialmente em áreas rurais e cidades de porte médio, onde a produção de carne de frango representa acesso à renda, inclusão produtiva e dinamização de cadeias industriais locais.

Além de impulsionar economias locais, a produção avícola na América Latina se destaca por seus altos padrões sanitários e sustentabilidade ambiental, com uso eficiente de recursos naturais e baixas emissões de carbono por quilo produzido, quando comparada a outras proteínas.

“Celebrar esta data é fundamental, não apenas para reconhecer o valioso trabalho das nossas cadeias produtivas, mas também para reafirmar o compromisso que temos, como grandes produtores, com a segurança alimentar de nossas nações e do mundo. A carne de frango é muito mais do que uma fonte de nutrição: é uma ferramenta de desenvolvimento, inclusão e sustentabilidade”, afirma María del Rosario Penedo de Falla, presidente da ALA.

 

A carne de frango como aliada da nutrição e da saúde

De acordo com o CINCAP (Centro de Informação Nutricional da Carne de Frango da Argentina), 150 gramas de peito de frango sem pele oferecem:

  • 32 g de proteínas de alto valor biológico, com todos os aminoácidos essenciais;
  • Baixo teor de gorduras saturadas;
  • Niacina (vitamina B3, essencial para o metabolismo energético, prevenção de doenças neurológicas e saúde da pele;
  • Triptofano, aminoácido precursor da serotonina, que contribui para a regulação do humor e do sono.

Por ser leve, de fácil digestão e versátil, a carne de frango é ideal para todas as fases da vida — desde a alimentação complementar de bebês até idosos —, bem como para atletas e pessoas em processos de recuperação nutricional.

 

Sobre o Dia Mundial do Frango

O Dia Mundial do Frango é celebrado internacionalmente em 10 de maio, e foi criado pelo International Poultry Council (IPC) com o objetivo de reconhecer o valor dessa proteína para uma alimentação segura, acessível e sustentável. Em uma era marcada por desafios como o crescimento populacional e as mudanças climáticas, a carne de frango se consolida como alimento estratégico para garantir nutrição de qualidade a bilhões de pessoas.

 

INFORMAÇÕES

Instituto Latinoamericano do Frango (ILP)

coordinadorilp@avicolatina.com

www.ilp-ala.org

Exportações de carne suína crescem em abril e setor mantém curva positiva em 2025

Avanço em mercados estratégicos impulsiona resultado do mês; Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná registram forte crescimento nas vendas internacionais

São Paulo, 9 de maio de 2025 – As exportações brasileiras de carne suína (considerando produtos in natura e processados) alcançaram 129,2 mil toneladas em abril de 2025, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número representa um crescimento de 14,6% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram exportadas 112,7 mil toneladas.

Em receita, as vendas internacionais do mês somaram US$ 301,5 milhões, valor 24,7% superior ao registrado em abril de 2024, com US$ 241,9 milhões.

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2025, o Brasil embarcou 466 mil toneladas de carne suína, alta de 15,9% em comparação ao mesmo período do ano passado (402,2 mil toneladas). A receita cambial no período atingiu US$ 1,09 bilhão, crescimento de 29,9% em relação aos US$ 839,6 milhões obtidos entre janeiro e abril de 2024.

“O resultado de abril reforça a tendência de alta nas exportações em 2025, com avanço nos principais mercados e expansão em destinos estratégicos da Ásia e América Latina. Além do aumento em volume, o setor registra uma valorização importante na receita, refletindo a qualidade do produto brasileiro e o reconhecimento internacional do nosso status sanitário”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principais destinos em abril de 2025:

  • Filipinas – 29,8 mil toneladas (+78,4%), com US$ 66,2 milhões (+90,4%);
  • China – 15,1 mil toneladas (-30,0%), com US$ 32,4 milhões (-29,2%);
  • Hong Kong – 12,2 mil toneladas (+34,1%), com US$ 29,9 milhões (+63,6%);
  • Chile – 9,1 mil toneladas (+24,7%), com US$ 22,9 milhões (+45,8%);
  • México – 7,3 mil toneladas (+121,6%), com US$ 16,7 milhões (+109,9%);
  • Japão – 7,2 mil toneladas (+2,0%), com US$ 25 milhões (+10,9%);
  • Singapura – 6,7 mil toneladas (-17,7%), com US$ 19,2 milhões (-0,7%)
  • Argentina – 5,9 mil toneladas (+630,0%), com US$ 16,5 milhões (+693,0%);
  • Estados Unidos – 4,7 mil toneladas (+43,6%), com US$ 7,3 milhões (+27,2%).

Desempenho por estado exportador

Os principais estados exportadores de carne suína em abril foram:

  • Santa Catarina – 66,3 mil toneladas, com alta de 6,8% em relação a abril de 2024;
  • Rio Grande do Sul – 27,9 mil toneladas, com crescimento de 29,2%;
  • Paraná – 21,5 mil toneladas, registrando expansão de 25,5%.
  • Minas Gerais – 3,5 mil toneladas, incrementando em 114,7%;
  • Mato Grosso – 2,9 mil toneladas, com retração de 26,7%.

A ABPA projeta que o ritmo positivo se manterá nos meses seguintes, impulsionado por novas aberturas de mercado, maior previsibilidade logística e negociações sanitárias em curso com mercados da América do Norte e do Sudeste Asiático. A manutenção dos padrões de biossegurança e o compromisso com práticas sustentáveis seguirão como alicerces para a expansão da carne suína brasileira no comércio global.

Exportações de carne de frango mantém estabilidade em abril, com crescimento no acumulado do ano

Volume embarcado no mês se manteve próximo ao recorde de 2024; receita em dólar cresce 2,7%, impulsionada por novos mercados e desempenho da União Europeia

 

São Paulo, 8 de maio de 2025 – Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) geraram receita de US$ 906,1 milhões, com crescimento de 2,7% em relação ao mesmo período do ano passado, com US$ 882,2 milhões.

Em volume, os embarques totalizaram 475,9 mil toneladas em abril, volume próximo ao exportado no mesmo período de 2024, quando foram embarcadas 480,7 mil toneladas (queda de apenas 1,0%).

Com o resultado, o acumulado do quadrimestre de 2025 alcançou 1,86 milhão de toneladas, volume 9,5% superior ao registrado no mesmo período de 2024, com 1,70 milhão de toneladas. Em receita, o total embarcado nos quatro primeiros meses do ano chegou a US$ 3,49 bilhões, avanço de 15,5% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior (US$ 3,02 bilhões).

“O desempenho de abril consolida a tendência de crescimento nas exportações de carne de frango no ano, com manutenção de volumes expressivos e crescimento consistente em receita. A diversificação dos mercados e o bom desempenho em destinos como União Europeia e África do Sul compensaram a retração pontual em países como China e Japão”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Entre os principais destinos em abril, destacam-se:

  • China: 51,9 mil toneladas ( -10% sobre abril/24), com US$ 127,1 milhões em receita (-1,5%);
  • União Europeia: 26,8 mil toneladas (+42,8%), com forte alta na receita: US$ 83,5 milhões (+65,2%);
  • África do Sul: 26,5 mil toneladas (-3,3%), com receita de US$ 14,9 milhões (-3,4%);
  • México: 18 mil toneladas (-4,6%), com US$ 42,7 milhões (-5,6%);
  • Filipinas: 26,9 mil toneladas (-8,6%), mas com leve aumento de receita: US$ 22,5 milhões (+1,1%).

“Chama atenção o avanço da carne de frango brasileira em mercados com maior valor agregado e exigências técnicas específicas, em especial, a União Europeia. Isso reforça a competitividade do setor e o reconhecimento da sanidade e rastreabilidade dos nossos produtos”, complementa Santin.

Entre os estados exportadores, o Paraná segue na liderança, embarques de 187,3 mil toneladas em abril (-4,8% em relação ao mesmo período do ano passado, seguido por Santa Catarina, com 108,3 mil toneladas (+4,2%), *Rio Grande do Sul*, com 64,8 mil toneladas (-6,4%), São Paulo, com 27,7 mil toneladas (+6,5%) e Goiás, com 24,6 mil toneladas (+5,9%).

A expectativa da ABPA é de que o ritmo de crescimento se mantenha ao longo do primeiro semestre, com impacto positivo nas exportações totais do ano. O setor segue atento à dinâmica internacional de preços, logística e às negociações sanitárias em curso, especialmente em mercados do Oriente Médio e da Ásia.