Embarques de ovos crescem 22,1% em janeiro

Receita de exportações é 22,8% maior

 São Paulo, 11 de fevereiro de 2025 – As exportações brasileiras de ovos (in natura e processados) totalizaram 2.357 toneladas em janeiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 22,1% o total exportado no mesmo período do ano passado, com 1.931 toneladas.

A receita das exportações de janeiro totalizou US$ 4,186 milhões, saldo 22,8% maior em relação ao obtido em janeiro do ano passado, com US$ 3,408 milhões.

Os Emirados Árabes Unidos foram destinos de 783 toneladas (-22%), seguido por Serra Leoa, com 352 toneladas (+583%), Estados Unidos, com 220 toneladas (+33%), Japão, com 205 toneladas (+28%), e México, recentemente aberto para o setor, com 172 toneladas. 

“Houve uma ampla retomada dos fluxos de importação pelos Emirados Árabes Unidos nos últimos meses, que se somam à recente abertura do México e a demanda serra-leonesa tiveram significativa influência nas exportações de ovos de janeiro. São mercados que devem seguir demandantes ao longo deste ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Embarques de carne suína crescem 6,4% em janeiro

É a primeira vez que o setor rompe a barreira de 100 mil toneladas no primeiro mês do ano

São Paulo, 10 de fevereiro de 2025 – As exportações brasileiras de carne suína totalizaram 106 mil toneladas em janeiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 6,4% o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 99,6 mil toneladas. O resultado é o maior da série histórica para o mês de janeiro, e é a primeira vez que o setor registra volumes acima de 100 mil toneladas para o período.

A receita das exportações de carne suína chegou a US$ 238 milhões, saldo 19,6% superior ao total obtido no mesmo período do ano passado, com US$ 199 milhões.

A China foi a principal importadora de carne suína no mês, com 19,8 mil toneladas importadas no período, saldo 14% menor em relação ao ano anterior. Em seguida estão Filipinas, com 19,5 mil toneladas (+58%), Hong Kong, com 9,5 mil toneladas (estável), Japão, com 8,1 mil toneladas (+87%), Chile, com 7,7 mil toneladas (-29%), Singapura, com 6,5 mil toneladas (+26%), Estados Unidos, 4,7 mil toneladas (-9%), Argentina, com 4,4 mil toneladas (+379%), Uruguai, com 3,7 mil toneladas (+1%), Costa do Marfim, com 3,3 mil toneladas (+103%) e Vietnã, com 2,8 mil toneladas (+127%).

“Os mercados da Ásia, liderados pelas Filipinas, estão ampliando a presença entre os principais destinos das exportações brasileiras, sustentando as tendências positivas e de maior capilaridade de mercados registradas desde o segundo semestre do ano passado”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principal estado exportador, Santa Catarina exportou em janeiro 57,9 mil toneladas, volume 4,4% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. Em seguida estão o Rio Grande do Sul, com 21,5 mil toneladas (+1,7%), Paraná, com 13,1 mil toneladas (+20,5%), Minas Gerais, com 3,4 mil toneladas (+84%) e Mato Grosso, com 3,3 mil toneladas (+26,9%).

Embarques de carne de frango crescem 9,4% em janeiro

Volume embarcado é o maior da série histórica para o mês, receita é 20,9% maior

São Paulo, 10 de fevereiro de 2025 – As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 443 mil toneladas em janeiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 9,4% o total registrado no mesmo período do ano passado, com 404,9 mil toneladas. É o maior volume embarcado na série histórica para o mês de janeiro.

A receita gerada pelas exportações chegou a US$ 826,4 milhões, número 20,9% maior que o resultado obtido no mesmo período do ano passado, com US$ 683,6 milhões.

Principal destino das exportações de carne de frango do Brasil, a China importou 44,3 mil toneladas do produto em janeiro (+15% em relação ao ano anterior). Foi seguida pelos Emirados Árabes Unidos, com 38,9 mil toneladas (estável), Arábia Saudita, com 31,8 mil toneladas (-9%), Japão, com 28,1 mil toneladas (-30%), África do Sul, com 27,5 mil toneladas (-14%), União Europeia, com 22 mil toneladas (+41%), Filipinas, com 20,4 mil toneladas (+39%), Coreia do Sul, com 14,6 mil toneladas (+14%), Iraque, com 14,6 mil toneladas (+4%) e Singapura, com 14,1 mil toneladas (+20%).

“A China, as Filipinas e outros mercados têm mantido fluxo relevante positivo de importações do produto brasileiro, reforçando perspectivas positivas quanto ao comportamento destes mercados ao longo do ano. Para o próximo mês são esperados resultados positivos de outros mercados com avanços recentes, como é o caso do México, com a renovação do programa de segurança alimentar que influenciou positivamente a compra de produtos brasileiros”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Maior estado exportador de carne de frango do Brasil, o Paraná embarcou 180,7 mil toneladas em janeiro (+8,9%), seguido por Santa Catarina, com 94,2 mil toneladas (+3,9%), Rio Grande do Sul, com 58,2 mil toneladas (+7,2%), São Paulo, com 26,1 mil toneladas (+11,2%) e Goiás, com 23,4 mil toneladas (+21,1%).

ABPA promove SIAVS durante IPPE 2025

São Paulo, 29 de janeiro de 2025 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) está presente na edição 2025 da International Production & Processing Expo (IPPE), que ocorre entre os dias 28 e 30 de janeiro, em Atlanta (EUA). O presidente da ABPA, Ricardo Santin, e o diretor administrativo e financeiro da entidade, José Perboyre, participam do evento.

Durante a IPPE, os representantes da ABPA divulgarão as oportunidades de negócios e de interação com o setor produtivo brasileiro no Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), o maior evento técnico, político e comercial das cadeias produtivas do Brasil, que acontecerá de 04 a 06 de agosto de 2026, no Anhembi Parque, em São Paulo.

“A IPPE é fundamental para impulsionar ainda mais a internacionalização do SIAVS, que, em sua última edição, contou com a presença de representantes de mais de 60 países. Além disso, nossa presença no evento em Atlanta é estratégica para fortalecer os laços com as cadeias produtivas com as quais atuamos de forma complementar. É também uma excelente oportunidade para alinharmos desafios que impactam diretamente todos os polos produtores”, afirma Santin.

Paralelamente ao evento, o presidente da ABPA, Ricardo Santin, participará de uma agenda com membros do setor de diversos continentes, durante o encontro do Conselho Mundial da Avicultura (IPC, na sigla em inglês), entidade da qual é vice-presidente. O encontro debaterá questões e desafios compartilhados pelas nações produtoras, como a implementação de estratégias de prevenção e combate à Influenza Aviária. Importante destacar que o Brasil nunca registrou focos da doença em sua produção comercial.

A biosseguridade também é pauta das reuniões da Associação Latinoamericana de Avicultura (ALA). Santin, que também é vice-presidente da entidade, abordará ações unificadas contra a Influenza Aviária, além de questões técnicas e conjunturais que impactem os produtores avícolas dos países-membros da entidade continental.

ABPA celebra habilitação de novas plantas de carne suína para o mercado do Peru

Informação foi repassada pelo Ministério da Agricultura, em mais um avanço para as exportações de proteínas

São Paulo, 14 de janeiro de 2025 – O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, celebrou a informação repassada hoje pelo Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil sobre a habilitação de oito novas plantas frigoríficas do setor de suínos para o Mercado do Peru.

Aberto em janeiro de 2023 apenas para o estado do Acre, o mercado agora passa a ser destino de produtos de oito novas unidades habilitadas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário do Peru, localizadas nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Além das unidades de suínos, houve a habilitação de uma unidade processadora de aves localizada no Rio Grande do Sul.

País com produção que supera as 220 mil toneladas anuais, o Peru importou 14,8 mil toneladas da proteína em 2023. A maior parte é proveniente do Chile (57% do total), seguida pelos Estados Unidos (13% do total) e Brasil (12% do total).

“O Peru possui consumo per capita de carne suína relativamente baixo, em torno de 8,5 quilos anuais, o que indica potencial para crescimento do setor. Com mais plantas habilitadas, temos uma excelente oportunidade para expandir nossa presença neste importante mercado. É mais uma conquista liderada pelo Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, juntamente com os Secretários de Relações Internacionais, Luís Rua, e de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, que apenas nas duas semanas de 2025 entregaram três grandes notícias para o setor exportador de proteínas, incluindo avanços no México e em Angola. A abertura deverá fortalecer ainda mais a capilaridade de nossas exportações ao longo deste ano”, avalia Santin.

CONSOLIDAÇÃO 2024: Embarques de Carnes de Peru e de Pato somam US$ 165 milhões em 2024

Volume embarcado de carne de peru chegou a  64,1 mil toneladas; já as exportações de carne de pato alcançaram 3,5 mil toneladas

 

São Paulo, 13 de janeiro de 2025 – As exportações brasileiras de carne de peru e de pato – dois segmentos de carnes de alto valor agregado – encerraram o ano de 2024 com movimentos distintos no fluxo dos embarques, conforme levantamentos da *Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)*.

No caso da carne de peru, as exportações totais chegaram a 64,1 mil toneladas nos doze meses de 2024, volume 8,1% menor em relação ao ano de 2023, com 69,8 mil toneladas. A receita dos embarques chegou a US$ 153,9 milhões, saldo 23,4% menor em relação ao ano de 2023, com US$ 201 milhões.

O México foi o principal destino das exportações de carne de peru do Brasil em 2024, com 9,8 mil toneladas (-39% em relação ao ano anterior), seguido  por África do Sul, com 9,5 mil toneladas (-27%), Países Baixos, com 8,6 mil toneladas (-20%), Chile, com 7 mil toneladas (+56%), e Peru, com 2,8 mil toneladas (-36%). 

Já as exportações de carne de pato fecharam o ano passado com 3,551 mil toneladas, volume 1,3% maior na comparação com o ano de 2023, com 3,507. A receita das vendas do ano passado chegaram a US$ 11,9 milhões, saldo 12,7% menor em relação aos US$ 13,7 milhões obtidos em 2023. 

Os Emirados Árabes Unidos foram os principais importadores, com 1.524 toneladas importadas em 2024 (número 66% superior ao embarcado no ano anterior), seguido pela Arábia Saudita, com 893 toneladas (-9%), Catar, com 257 toneladas (-39%), Chile, com 195 toneladas (+94%) e Kuwait, com 179 toneladas (+18%). 

“Os dois setores avícolas somaram para o país US$ 165 milhões em receitas cambiais, e há boas expectativas com relação ao fluxo de embarques em 2025, especialmente para a Europa e Oriente Médio”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

CONSOLIDAÇÃO 2024: Embarques de genética avícola crescem 2,8% no ano

Receita chega a US$ 238,2 milhões

São Paulo, 09 de janeiro de 2025 – As exportações brasileiras de genética avícola (incluindo pintos de 01 dia e ovos férteis) cresceram 2,8%, alcançando 27.229 toneladas em 2024, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em 2023, os embarques de genética chegaram a 26.479 toneladas.

A receita gerada pelos embarques chegou a US$ 238,2 milhões em 2024, saldo 0,8% menor na comparação com o total exportado em 2023, com US$ 240 milhões.

No mês de dezembro, os embarques de genética avícola chegaram a 1.958 toneladas, número 24,3% menor em relação ao mesmo período de 2023, com 2.586 toneladas. Já a receita dos embarques cresceu 5,1%, com US$ 21,2 milhões obtidos em dezembro de 2024, contra US$ 20,2 milhões no mesmo período de 2023.

O México fechou o ano como principal importador de genética avícola do Brasil, com 9.378 toneladas entre janeiro e dezembro, número 30,6% menor em relação a 2023. Em seguida estiveram Senegal, com 4.608 toneladas (+22,1%), Venezuela, com 3.909 toneladas (+521,1%), África do Sul, com 3.459 toneladas (+45,7%) e Paraguai, com 2.634 toneladas (-4%).

“Graças ao status sanitário brasileiro, o setor de genética avícola nacional vem apoiando países que enfrentaram situações sanitárias ou que estão recompondo seus plantéis com genética de alta qualidade. Neste contexto, novamente o setor fechou o ano com desempenho positivo e boas expectativas para o ano de 2025”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

CONSOLIDAÇÃO 2024: Exportações de ovos totalizam 18,4 mil toneladas em 2024

Receita das exportações totaliza US$ 39,2 milhões no ano

São Paulo, 08 de janeiro de 2025 – Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de ovos (entre in natura e processados) totalizaram 18.469 toneladas nos doze meses de 2024, número 27,3% menor em relação ao ano anterior, com 25.404 toneladas.

A receita das exportações de 2024 totalizaram US$ 39,2 milhões, número 37,9% menor em relação ao mesmo período do ano passado, com US$ 63,2 milhões.

Em dezembro, as exportações de ovos do Brasil registraram forte elevação, chegando a 2.054 toneladas, número 116,8% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 947 toneladas.

Em receita, houve incremento de 72,2%, com US$ 4,317 milhões no último mês de 2024, contra US$ 2,507 milhões no mesmo período de 2023.

O Chile encerrou o ano como maior importador de ovos do Brasil, com 6.871 toneladas (+141,4% em relação ao ano anterior), seguido pelos Emirados Árabes Unidos, com 2.354 toneladas (+108,7%), Estados Unidos, com 2.115 toneladas (+84,9%), Japão, com 1.633 toneladas (-84,3%) e Catar, com 1.107 toneladas (+7,1%).

“As exportações do setor, embora pressionadas pela alta demanda interna pelo produto, se mantiveram sustentadas em patamares muito acima ao ocorrido há dois anos. Ao mesmo tempo, o último trimestre de 2024 marcou o início de um fluxo positivo nas exportações brasileiras de ovos, em patamares que deverão se sustentar ao longo de 2025”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

CONSOLIDAÇÃO 2024: Exportações de carne suína crescem 10% e registram recorde em 2024

Receita aumenta 7,6% e supera US$ 3 bilhões pela primeira vez

 

Confira análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/13G5vjjh7vb8Dd1EZtjVmg1_a6ZG0nw8e/view?usp=sharing 

 

São Paulo, 07 de janeiro de 2024 – Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 1,352 milhão de toneladas entre janeiro e dezembro de 2024, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023, com 1,229 milhão de toneladas. 

A receita das exportações anuais do setor superaram, pela primeira vez, o patamar de US$ 3 bilhões. Ao todo, foram obtidos US$ 3,033 bilhões com as exportações de 2024, saldo 7,6% superior ao alcançado no ano anterior, com US$ 2,818 bilhões.

No fechamento de 2024, os embarques de carne suína totalizaram 109,5 mil toneladas, número 1,3% menor em relação ao mesmo período do ano anterior, com 110,9 mil toneladas. Já em receita, houve forte alta de 11,6%, com US$ 258,3 milhões  no último mês de 2024, contra US$ 231,5 milhões no mesmo período do ano anterior. 

Entre os destinos de exportação, as Filipinas encerraram o ano assumindo o primeiro lugar, com 254,3 mil toneladas entre janeiro e dezembro de 2024, número 101,8% superior ao alcançado em 2023. Em seguida estão China, com 241 mil toneladas (-38%), Chile, com 113 mil toneladas (+29,1%), Hong Kong, com 106,9 mil toneladas (-15,5%), Japão, com 93,4 mil toneladas (+131,6%), Singapura, com 79,1 mil toneladas (+23%), Vietnã, com 52,5 mil toneladas (+9,7%), Uruguai, com 46,6 mil toneladas (-5,2%), e México, com 42,8 mil toneladas (+49,9%).

“O setor fechou o ano de 2024 aumentando expressivamente a capilaridade de suas exportações, incrementando significativamente a receita dos embarques e elevando a média mensal de embarques em mais de 10 mil toneladas. Os indicativos seguem positivos em 2025, com tendência de manutenção de fluxo para os países asiático e das Américas”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina fechou o ano de 2024 como maior exportador de carne suína do Brasil, com 730,7 mil toneladas (+10,1%), seguida pelo Rio Grande do Sul, com 289,9 mil toneladas (+3,2%), Paraná, com 185,5 mil toneladas (+9,1%), Mato Grosso, com 37,9 mil toneladas (+22%) e Mato Grosso do Sul, com 29,2 mil toneladas (+17,97%).

 

 

CONSOLIDAÇÃO 2024: Exportações de carne de frango crescem 3% e alcançam novo recorde

Receita com embarques aumenta 1,3%, e se aproxima de US$ 10 bilhões

 

Confira análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1QmMGXYS0Y92UTrIYzBD4UbBc5oVHhPIM/view?usp=sharing 

 

São Paulo, 07 de janeiro de 2025 – As exportações de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram o ano de 2024 com alta de 3%, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ao todo, foram embarcadas 5,294 milhões de toneladas nos doze meses do ano passado, contra 5,138 milhões de toneladas em 2023. É o maior volume de exportação já registrado pelo setor.

Também foi registrado recorde com as receitas de exportação entre janeiro e dezembro de 2024, chegando a US$ 9,928 bilhões, saldo 1,3% superior ao total obtido em 2023, com US$ 9,796 bilhões. 

No último mês de 2024, o setor exportou 448,7 mil toneladas, número 4% menor em relação ao saldo de dezembro de 2023, com 467,2 mil toneladas. Já em receita, houve elevação de 4,6%, chegando a US$ 856,9 milhões em dezembro do ano passado, contra US$ 818,9 milhões no mesmo período do ano anterior. 

“O saldo do ano confirma as expectativas da ABPA e aponta, também, novos patamares estabelecidos em médias de embarques, superando 440 mil toneladas mensais. Os indicativos seguem positivos para 2025, com possibilidades de novas altas mensais e projeções de números relativamente superiores aos alcançados no ano encerrado, indicando a manutenção da rentabilidade das agroindústrias do setor”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin. 

No ranking dos principais importadores de carne de frango do Brasil em 2024 (janeiro a dezembro), a China encerrou o ano no primeiro lugar com 562,2 mil toneladas (-17,6% em relação ao ano anterior), seguida por Emirados Árabes Unidos, com 455,1 mil toneladas (+3,3%), Japão, com 443,2 mil toneladas (+2,2%), Arábia Saudita, com 370,8 mil toneladas (-1,6%), África do Sul, com 325,4 mil toneladas (-4,4%), Filipinas, com 234,8 mil toneladas (+7%), União Europeia, com 231,9 mil toneladas (+6,9%), México, com 212,5 mil toneladas (+22,6%), Iraque, com 179,8 mil toneladas (+18,1%) e Coreia do Sul, com 155,8 mil toneladas (-22,8%).

Entre os estados exportadores, o Paraná segue na liderança, com 2,174 milhões de toneladas (+4,1%), seguido por Santa Catarina, com 1,167 milhão de toneladas (+5,7%), Rio Grande do Sul, com 692 mil toneladas (-6,32%), São Paulo, com 297,2 mil toneladas (+1,6%) e Goiás, com 243,9 mil toneladas (+3%).