Novas habilitações para a África do Sul devem ampliar negócios com o Brasil

ABPA comemorou informação anunciada pelo Ministério da Agricultura; entre as habilitações há treze frigoríficos de aves e cinco de suínos

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) aplaudiu o anúncio do Ministério da Agricultura e Pecuária sobre a habilitação de novas plantas de proteína animal para exportações à África do Sul, incluindo treze frigoríficos de aves e cinco de suínos.

Atualmente, a África do Sul é o quinto maior destino das exportações de carne de frango, com 276,5 mil toneladas importadas entre janeiro e outubro, o que gerou receita de US$ 154 milhões. A África do Sul é uma parceira tradicional da proteína animal do Brasil (aberto há mais de duas décadas), demandando, em especial, produtos para processamento da indústria local – reforçando a estratégia do Brasil de complementariedade à produção dos países importadores.

“As novas habilitações conquistadas pelo Ministro Fávaro, seus Secretários de Relações Internacionais, Luis Rua, e de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, e a equipe ministerial são um importante avanço na  África do Sul, que é um mercado bastante relevante para o setor avícola. Com as novas habilitações, esperamos novos impactos positivos não apenas para a carne de frango, como também para a suína, que tem um ótimo potencial de fortalecimento de parceria no auxílio à segurança alimentar sul-africana”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Filipinas assume primeiro lugar nas exportações de carne suína do brasil em 2024

Setor registra recorde mensal em receita dos embarques; embarques mensais crescem 40,7% e registram segundo melhor desempenho histórico

Análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1BDZsJZ3OlBIquTIDQwWgi-GMcyiqtmUL/view?usp=sharing

São Paulo, 08 de novembro de 2024 – As exportações de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 130,9 mil toneladas em outubro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é o segundo melhor saldo mensal da história do setor, e supera em 40,7% as exportações registradas no mesmo período do ano passado, com 93 mil toneladas.

Em receita, o saldo é recorde: total de US$ 313,3 milhões em outubro, superando em 56,4% o total realizado no décimo mês do ano passado, com US$ 200,3 milhões.

No ano (janeiro a outubro), as exportações de carne suína acumulam alta de 10,7% em volumes, alcançando 1,121 milhão de toneladas exportadas nos dez primeiros meses de 2024, contra 1,013 milhão de toneladas no mesmo período do ano anterior.

A receita de exportações em 2024 também é positiva, com alta de 5,2%, com total de US$ 2,482 bilhões entre janeiro e outubro deste ano, contra US$ 2,361 bilhões no mesmo período do ano passado.

No levantamento por destino, as Filipinas assumiram, pela primeira vez, o primeiro lugar nas exportações de carne suína do Brasil no acumulado do ano, com total de 206 mil toneladas exportadas entre janeiro e outubro de 2024, saldo 103,3% maior em relação ao mesmo período do ano anterior. Em seguida estão China, com 199,9 mil toneladas (-40,6%), Chile, com 92,5 mil toneladas (+33,9%), Hong Kong, com 89,4 mil toneladas (-11,8%) e Japão, com 75,8 mil toneladas (+137,2%).

“Após anos como principal destino das exportações de carne suína do Brasil, a China cedeu lugar para as Filipinas, em um momento em que vemos o setor ampliar significativamente a capilaridade de suas exportações. No mês de outubro, dos 10 primeiros importadores, apenas dois não registraram crescimentos expressivos, o que coloca a suinocultura exportadora do Brasil em um novo quadro, com maior sustentabilidade comercial”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina segue como principal exportador de carne suína do Brasil, com 68,6 mil toneladas exportadas em outubro, saldo 45,7% maior em relação ao mesmo período do ano passado. Em seguida estão Rio Grande do Sul, com 27,6 mil toneladas (+25,6%), Paraná, com 20,6 mil toneladas (+44,5%), Mato Grosso, com 3 mil toneladas (-19,2%) e Mato Grosso do Sul, com 2,9 mil toneladas (+54,6%).

 

 

 

Exportações de carne de frango crescem em volume e receita em outubro

Receita mensal segue em compasso positivo; no ano, alta acumulada em volumes chega a 2%

Análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1f8-Nnd-kbb_1_QWkBAqSsMq7fKG6E7mh/view?usp=drive_link

São Paulo, 07 de novembro de 2024 – Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) registraram alta de 15,4% em outubro. Ao todo, foram embarcadas 463,5 mil toneladas no décimo mês deste ano, contra 401,7 mil toneladas no mesmo período do ano anterior.

A alta em receita foi ainda mais expressiva, chegando a 25%, com US$ 904,4 milhões registrados em outubro deste ano, contra US$ 723,5 milhões no mesmo mês de 2023. 

No ano (janeiro a outubro), as exportações de carne de frango acumulam alta de 2%, com 4,38 milhões de toneladas em 2024, contra 4,29 milhões de toneladas em 2023. A receita acumulada no período chegou a US$ 8,177 bilhões, saldo 1,5% menor em relação ao ano anterior, com US$ 8,301 bilhões.

Na análise por destinos, a China (principal importador) registrou elevação de 30,4% em outubro, com 53,5 mil toneladas neste ano. Em seguida estão Japão, com 39,9 mil toneladas (+19,2%), México, com 35 mil toneladas (+21,6%), Emirados Árabes Unidos, com 31 mil toneladas (-11,7%) e Filipinas, com 24,6 mil toneladas (73,9%). 

“Houve notável crescimento em diversos mercados estratégicos, que são destinos de produtos com alto valor agregado. É o caso da China, do Japão e da União Europeia, com crescimento acima de dois dígitos no mês. Parte do expressivo crescimento da receita em outubro se deve a esse movimento de comércio. O mercado global também segue pressionado por questões relacionadas à Influenza Aviária. Como a produção industrial do Brasil é livre da enfermidade, os exportadores avícolas seguem com elevada demanda”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

O Paraná é principal exportador de carne de frango do Brasil, com 190 mil toneladas exportadas em outubro (+14,3% em relação ao ano anterior), seguido por Santa Catarina, com 105,5 mil toneladas (+27,1%), Rio Grande do Sul, com 56 mil toneladas (-2,8%), São Paulo, com 28,7% (+13%) e Goiás, com 18,9 mil toneladas (+6%). 

ABPA reforça parcerias pela segurança alimentar da China na CIIE 2024

São Paulo, 31 de outubro de 2024 – Focada em fortalecer laços com o mercado chinês, Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), participará da China International Import Expo (CIIE), que será realizado entre os dias 05 e 10 de novembro, em Xangai (China).

 

Representada pela coordenadora de promoção, Nayara Dalmolin, a ABPA receberá representantes de importadores e stakeholders locais durante o evento.  Ao mesmo tempo, com foco no reforço da imagem do Brasil no mercado chinês, serão distribuídos materiais promocionais com informações sobre a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da avicultura e da suinocultura do Brasil, além de contatos das empresas exportadoras que fornecem ao mercado chinês.

 

“Temos boas expectativas quanto à qualificação do público presente, exatamente pelo perfil oficial do evento.  Nesta ação, vamos focar no fortalecimento institucional setorial que gerarão boas oportunidades de negócios futuros para os exportadores de proteína animal do Brasil”, avalia Dalmolin.

 

Paralelamente, o presidente da ABPA, Ricardo Santin, participará por vídeo do 15º China International Meat Conference 2024, evento paralelo ao CIEE com a participação de autoridades governamentais e stakeholders do mercado chinês.

 

Organizado pelo Governo da China, o CIIE é o maior evento do país asiático voltado para setores fornecedores de diversos segmentos para este mercado, incluindo alimentos, indústria automobilística, tecnologia, inovação, saúde e outros.

 

Principal destino das exportações de carne de frango e de carne suína do Brasil, a China importou 408 mil toneladas de carne de frango e 180 mil toneladas de carne suína apenas nos nove primeiros meses de 2024, gerando receita de US$ 1,3 bilhão no período.

Após SIAL Paris, exportadores projetam exportações de US$ 880 milhões

Encerrada ontem, a participação das agroindústrias exportadoras de carne de frango, carne suína e de ovos na SIAL Paris 2024 projeta a consolidação de negócios na casa de centenas de milhões de dólares, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a ABPA levou para a França 25 agroindústrias exportadoras de proteínas, entre elas a SSA, Ecofrigo, Saudali, Villa Germania, Seara, C.Vale, Bello, Lar, Zanchetta, Rudolph, Coasul, Vossko, GTFoods, Copacol, Netto, Alibem, Frigoestrela, Dália, Jaguafrangos, Somave, Avenorte, Frimesa, Vibra, BMG e Rainha da Paz.

Conforme projeções apresentadas pelas empresas, os contatos realizados durante o evento deverão gerar mais US$ 880 milhões em exportações para as agroindústrias brasileiras.  Apenas durante os cinco dias da SIAL Paris, foram consolidados US$ 126,7 milhões em contratos de exportação.

Dos mais de 3 mil encontros de negócios realizados, quase a metade são de novos potenciais clientes, conforme informaram as empresas de cooperativas participantes do espaço da ABPA & ApexBrasil.

“Recebemos em nosso espaço lideranças políticas, nomes importantes do comércio global e clientes dos cinco continentes.  Ações como a realizada na SIAL Paris gera ganhos enormes em tempo e custos, ao mesmo tempo em que proporciona oportunidades únicas de avançar, o que é comprovado pelo número de novos clientes registrados nesta edição”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Para a ação, a ABPA reservou mais de 550 metros quadrados dentro da SIAL, organizados em áreas com foco comercial – com as empresas associadas gerando negócios para o Brasil – gastronômico – com a realização da degustação de mais de 2 mil pratos à base de produtos brasileiros – e institucional – com  realização de uma exposição que destacou a liderança e o empreendedorismo feminino na proteína animal do Brasil.

Ainda durante a ação, a ABPA distribuiu materiais institucionais sobre o setor brasileiro, reunindo dados sobre empresas exportadoras e outras informações que abordam a diversificação, a qualidade dos produtos, o status sanitário do País e o perfil sustentável da produção.

Os números consolidam uma estratégia estruturada ao longo dos últimos meses pela ABPA.  A SIAL Paris é uma feira mais humanizada e festiva, e direcionamos nossa estratégia para gerar negócios e fortalecer a imagem do setor produtivo.  Esperamos avançar não apenas em negócios, como também em soft skills para o setor, ampliando a percepção externa sobre quem somos e nossos propósitos como produtores de alimentos”, destaca Isis Sardella, gerente de marketing e promoção comercial da ABPA.

 

ABPA e USAPEEC assinam memorando de cooperação pelo livre comércio global

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, e da USA Poultry and Egg Export Council (USAPEEC), Greg Tyler, assinaram hoje, em Paris (França), um memorando que estabelece um trabalho de cooperação em prol de questões que impactem o comércio global de produtos avícolas.

De acordo com o documento, ambas as entidades trabalharão em conjunto para a superação de temas que dificultam o fluxo e impactam a oferta global de produtos, como protecionismo, questões sanitárias, entre outras políticas de atuação.  O acordo também envolve o debate em torno do papel do Conselho Mundial da Avicultura (sigla em inglês) e outros temas de interesse comum.

Entre seus tópicos de trabalho conjunto citados pelo documento estão:

  • a sustentabilidade ambiental ou ecológica como uma diretriz na produção e comércio de aves;
  • a regulamentação da saúde animal, sanitária e de segurança alimentar baseada nos princípios da ciência sólida e avaliação de risco apropriada;
  • o apoio para o desenvolvimento contínuo da indústria avícola e do comércio internacional;
  • as relações internacionais baseadas na cooperação e a negociação e mediação para resolver diferenças;
  • por fim, a promoção da ciência sólida e do livre comércio;

O documento estabelece a realização de encontros bilaterais periódicos, para estimular o intercâmbio de informações e o fortalecimento das ações, em especial, em temas como saúde animal, disponibilidade de grãos para ração e combustível, uso e disponibilidade de água, biossegurança, segurança alimentar, segurança alimentar, resíduos, gerenciamento de resíduos, meio ambiente e outros.

“Somos concorrentes no mercado internacional, o que não nos impede de trabalhar em conjunto e cooperação em temas que são de interesse de ambos os países, bem como das nações importadoras.  Assim como o grande palco de interação global, que é o IPC, a construção de relações bilaterais de alto nível, como a que construímos entre ABPA e USAPEEC, são fundamentais para o fortalecimento de um comércio global livre”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Empreendedorismo feminino na Proteína Animal do Brasil é destaque na SIAL PARIS 2024

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), realizará uma grande ação de promoção de negócios e valorização da imagem da proteína animal do Brasil em meio à SIAL Paris, prevista entre os dias 19 e 23 de outubro, em Paris (França).

 

Em uma das maiores feiras de alimentos do mundo, a ABPA contará com um espaço exclusivo com três ilhas que, juntas, somam 550 metros quadrados. O espaço está organizado nos seguintes grandes pilares: comercial, gastronômico e institucional.

 

Para a frente de ação com foco comercial, a ABPA levará 25 agroindústrias produtoras e exportadoras de aves, suínos e ovos do Brasil.  São elas: SSA, Ecofrigo, Saudali, Villa Germania, Seara, C.Vale, Bello, Lar, Zanchetta, Rudolph, Coasul, Vossko, GTFoods, Copacol, Netto, Alibem, Frigoestrela, Dália, Jaguafrangos, Somave, Avenorte, Frimesa, Vibra, BMG e Rainha da Paz.

 

Já com foco gastronômico, a ABPA estruturará uma área exclusiva para a degustação de produtos Made in Brazil.  No cardápio estarão os tradicionais galeto com polenta, estrogonofe à brasileira de frango e carne de frango ao molho de laranja.  Empanados de frango, omeletes especiais e outros pratos também serão servidos ao longo da feira.

 

Por fim, no âmbito institucional, a ABPA apresentará, pela primeira vez, uma exposição que fará uma homenagem à liderança e ao empreendedorismo feminino na cadeia agroindustrial de proteína animal.  A exposição contará com fotos e depoimentos de mulheres que fazem a diferença no setor, contando as suas histórias e lições para o fortalecimento do Brasil como protagonista global.

 

Ainda durante a ação, a ABPA realizará a divulgação de materiais institucionais sobre o setor brasileiro, reunindo dados sobre empresas exportadoras e outras informações que abordam a diversificação, a qualidade dos produtos, o status sanitário do País e o perfil sustentável da produção.

 

 “Faremos uma participação diferente na SIAL deste ano.  Nesta edição, nós voltaremos àquelas que fazem a nossa cadeia produtiva mais forte e competitiva, que são presidentes de empresas, gestoras de áreas, especialistas, enfim, lideranças femininas que transformam diariamente a avicultura e a suinocultura do Brasil”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

DIA MUNDIAL DO OVO: Consumo da proteína animal em 2024 será o maior da história

Produção será recorde, se aproximando de 57 bilhões de unidades

 

São Paulo, 11 de outubro de 2024 – Ao longo deste ano, a cada segundo, as granjas brasileiras têm produzido em ritmo recorde, alcançando cerca de 1.800 unidades por segundo, ressalta a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em meio às comemorações do Dia Mundial do Ovo, celebrado esta sexta-feira, 11 de outubro.

Conforme perspectivas da associação, o Brasil deverá encerrar o ano alcançando o marco de 56,900 bilhões de unidades de ovos produzidos nas granjas de norte a sul do país.  O número é recorde, e supera em 8,5% a produção registrada no ano anterior, com 52,448 bilhões de unidades.  

A produção, de acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, tem sido impulsionada pelo aumento do consumo da proteína, que deverá encerrar o ano no maior patamar da história do setor.  

Conforme as projeções da associação, cada brasileiro deverá consumir até 263 unidades ao longo dos 12 meses deste ano, 21 unidades a mais em relação à 2023, quando o índice chegou a 242 unidades. 

“Está mais competitivo produzir ovos em 2024. Os custos estão mais ajustados e o consumidor tem demandado mais o produto. As perspectivas para o setor são positivas e nossos indicadores apontam a ampliação dos níveis de consumo para o próximo ano. Além do fato de ser uma das proteínas mais versáteis e acessíveis disponíveis, o ovo já é reconhecido pelos consumidores de todas as classes e perfis de consumo como um dos alimentos mais completos que existem. Exatamente por isso, o ovo deixou de ser visto apenas como um simples produto e passou a ser um alimento que tem influência tanto para a segurança alimentar, como para a saúde pública”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

O Dia Mundial do Ovo é comemorado em todas as nações produtoras e consumidoras dessa proteína. É o caso do Brasil, que atualmente é o quinto maior produtor desta proteína, e mantém níveis de consumo bem acima da média internacional, que é de 230 unidades.  

No Brasil, o Dia Mundial do Ovo é organizado pelo Instituto Ovos Brasil. Acompanhe as ações pelo site da entidade https://www.ovosbrasil.com.br/

 

Exportações de genética avícola crescem 7,2% em setembro

Setor acumula alta de 5,9% nos volumes embarcados em 2024

Acompanhe a análise da coordenadora de mercados da ABPA, Laiz Foltran: https://drive.google.com/file/d/1G3cS6ywg2JHl6jiiXYglLzEHVVnZexsy/view?usp=sharing 

 

São Paulo, 08 de outubro de 2024 – As exportações brasileiras de genética avícola (incluindo pintos de 01 dia e ovos férteis) totalizaram 1.960 toneladas em setembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 7,2% o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 1.829 toneladas.

A receita gerada pelas exportações chegou a US$ 18,7 milhões, superando em 5,4% o total obtido com as exportações do segmento em setembro de 2023, com US$ 17,8 milhões.

Ao longo dos nove meses de 2024, as exportações de genética avícola totalizaram volume de 20.243 toneladas, volume 5,9% maior em relação ao embarcado entre janeiro e setembro de 2023, com 19.124 toneladas. 

A receita gerada pelos embarques realizados nos nove primeiros meses de 2024 chegou a US$ 170 milhões, saldo 5,5% menor em relação ao ano anterior, com US$ 179,9 milhões.

Pelo segundo mês consecutivo a Venezuela foi o principal destino das exportações do setor.  Ao todo, foram exportadas 678 toneladas de genética avícola para o país em setembro, saldo 1395% maior em relação ao ano anterior. Em seguida estão México, com 504 toneladas (-50,9%), Senegal, com 251 toneladas (-22,1%), Paraguai, com 167 toneladas (-5,3%) e Arábia Saudita, com 124 toneladas (+141,6%).

“Há um redirecionamento do fluxo de exportações de genética entre os países latinoamericanos, com forte demanda pela Venezuela, que tem investido na reconstrução da produção avícola local”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.