ABPA promove SIAVS durante IPPE 2025

São Paulo, 29 de janeiro de 2025 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) está presente na edição 2025 da International Production & Processing Expo (IPPE), que ocorre entre os dias 28 e 30 de janeiro, em Atlanta (EUA). O presidente da ABPA, Ricardo Santin, e o diretor administrativo e financeiro da entidade, José Perboyre, participam do evento.

Durante a IPPE, os representantes da ABPA divulgarão as oportunidades de negócios e de interação com o setor produtivo brasileiro no Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), o maior evento técnico, político e comercial das cadeias produtivas do Brasil, que acontecerá de 04 a 06 de agosto de 2026, no Anhembi Parque, em São Paulo.

“A IPPE é fundamental para impulsionar ainda mais a internacionalização do SIAVS, que, em sua última edição, contou com a presença de representantes de mais de 60 países. Além disso, nossa presença no evento em Atlanta é estratégica para fortalecer os laços com as cadeias produtivas com as quais atuamos de forma complementar. É também uma excelente oportunidade para alinharmos desafios que impactam diretamente todos os polos produtores”, afirma Santin.

Paralelamente ao evento, o presidente da ABPA, Ricardo Santin, participará de uma agenda com membros do setor de diversos continentes, durante o encontro do Conselho Mundial da Avicultura (IPC, na sigla em inglês), entidade da qual é vice-presidente. O encontro debaterá questões e desafios compartilhados pelas nações produtoras, como a implementação de estratégias de prevenção e combate à Influenza Aviária. Importante destacar que o Brasil nunca registrou focos da doença em sua produção comercial.

A biosseguridade também é pauta das reuniões da Associação Latinoamericana de Avicultura (ALA). Santin, que também é vice-presidente da entidade, abordará ações unificadas contra a Influenza Aviária, além de questões técnicas e conjunturais que impactem os produtores avícolas dos países-membros da entidade continental.

ABPA celebra habilitação de novas plantas de carne suína para o mercado do Peru

Informação foi repassada pelo Ministério da Agricultura, em mais um avanço para as exportações de proteínas

São Paulo, 14 de janeiro de 2025 – O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, celebrou a informação repassada hoje pelo Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil sobre a habilitação de oito novas plantas frigoríficas do setor de suínos para o Mercado do Peru.

Aberto em janeiro de 2023 apenas para o estado do Acre, o mercado agora passa a ser destino de produtos de oito novas unidades habilitadas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário do Peru, localizadas nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Além das unidades de suínos, houve a habilitação de uma unidade processadora de aves localizada no Rio Grande do Sul.

País com produção que supera as 220 mil toneladas anuais, o Peru importou 14,8 mil toneladas da proteína em 2023. A maior parte é proveniente do Chile (57% do total), seguida pelos Estados Unidos (13% do total) e Brasil (12% do total).

“O Peru possui consumo per capita de carne suína relativamente baixo, em torno de 8,5 quilos anuais, o que indica potencial para crescimento do setor. Com mais plantas habilitadas, temos uma excelente oportunidade para expandir nossa presença neste importante mercado. É mais uma conquista liderada pelo Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, juntamente com os Secretários de Relações Internacionais, Luís Rua, e de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, que apenas nas duas semanas de 2025 entregaram três grandes notícias para o setor exportador de proteínas, incluindo avanços no México e em Angola. A abertura deverá fortalecer ainda mais a capilaridade de nossas exportações ao longo deste ano”, avalia Santin.

CONSOLIDAÇÃO 2024: Embarques de Carnes de Peru e de Pato somam US$ 165 milhões em 2024

Volume embarcado de carne de peru chegou a  64,1 mil toneladas; já as exportações de carne de pato alcançaram 3,5 mil toneladas

 

São Paulo, 13 de janeiro de 2025 – As exportações brasileiras de carne de peru e de pato – dois segmentos de carnes de alto valor agregado – encerraram o ano de 2024 com movimentos distintos no fluxo dos embarques, conforme levantamentos da *Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)*.

No caso da carne de peru, as exportações totais chegaram a 64,1 mil toneladas nos doze meses de 2024, volume 8,1% menor em relação ao ano de 2023, com 69,8 mil toneladas. A receita dos embarques chegou a US$ 153,9 milhões, saldo 23,4% menor em relação ao ano de 2023, com US$ 201 milhões.

O México foi o principal destino das exportações de carne de peru do Brasil em 2024, com 9,8 mil toneladas (-39% em relação ao ano anterior), seguido  por África do Sul, com 9,5 mil toneladas (-27%), Países Baixos, com 8,6 mil toneladas (-20%), Chile, com 7 mil toneladas (+56%), e Peru, com 2,8 mil toneladas (-36%). 

Já as exportações de carne de pato fecharam o ano passado com 3,551 mil toneladas, volume 1,3% maior na comparação com o ano de 2023, com 3,507. A receita das vendas do ano passado chegaram a US$ 11,9 milhões, saldo 12,7% menor em relação aos US$ 13,7 milhões obtidos em 2023. 

Os Emirados Árabes Unidos foram os principais importadores, com 1.524 toneladas importadas em 2024 (número 66% superior ao embarcado no ano anterior), seguido pela Arábia Saudita, com 893 toneladas (-9%), Catar, com 257 toneladas (-39%), Chile, com 195 toneladas (+94%) e Kuwait, com 179 toneladas (+18%). 

“Os dois setores avícolas somaram para o país US$ 165 milhões em receitas cambiais, e há boas expectativas com relação ao fluxo de embarques em 2025, especialmente para a Europa e Oriente Médio”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

CONSOLIDAÇÃO 2024: Embarques de genética avícola crescem 2,8% no ano

Receita chega a US$ 238,2 milhões

São Paulo, 09 de janeiro de 2025 – As exportações brasileiras de genética avícola (incluindo pintos de 01 dia e ovos férteis) cresceram 2,8%, alcançando 27.229 toneladas em 2024, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em 2023, os embarques de genética chegaram a 26.479 toneladas.

A receita gerada pelos embarques chegou a US$ 238,2 milhões em 2024, saldo 0,8% menor na comparação com o total exportado em 2023, com US$ 240 milhões.

No mês de dezembro, os embarques de genética avícola chegaram a 1.958 toneladas, número 24,3% menor em relação ao mesmo período de 2023, com 2.586 toneladas. Já a receita dos embarques cresceu 5,1%, com US$ 21,2 milhões obtidos em dezembro de 2024, contra US$ 20,2 milhões no mesmo período de 2023.

O México fechou o ano como principal importador de genética avícola do Brasil, com 9.378 toneladas entre janeiro e dezembro, número 30,6% menor em relação a 2023. Em seguida estiveram Senegal, com 4.608 toneladas (+22,1%), Venezuela, com 3.909 toneladas (+521,1%), África do Sul, com 3.459 toneladas (+45,7%) e Paraguai, com 2.634 toneladas (-4%).

“Graças ao status sanitário brasileiro, o setor de genética avícola nacional vem apoiando países que enfrentaram situações sanitárias ou que estão recompondo seus plantéis com genética de alta qualidade. Neste contexto, novamente o setor fechou o ano com desempenho positivo e boas expectativas para o ano de 2025”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

CONSOLIDAÇÃO 2024: Exportações de ovos totalizam 18,4 mil toneladas em 2024

Receita das exportações totaliza US$ 39,2 milhões no ano

São Paulo, 08 de janeiro de 2025 – Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de ovos (entre in natura e processados) totalizaram 18.469 toneladas nos doze meses de 2024, número 27,3% menor em relação ao ano anterior, com 25.404 toneladas.

A receita das exportações de 2024 totalizaram US$ 39,2 milhões, número 37,9% menor em relação ao mesmo período do ano passado, com US$ 63,2 milhões.

Em dezembro, as exportações de ovos do Brasil registraram forte elevação, chegando a 2.054 toneladas, número 116,8% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 947 toneladas.

Em receita, houve incremento de 72,2%, com US$ 4,317 milhões no último mês de 2024, contra US$ 2,507 milhões no mesmo período de 2023.

O Chile encerrou o ano como maior importador de ovos do Brasil, com 6.871 toneladas (+141,4% em relação ao ano anterior), seguido pelos Emirados Árabes Unidos, com 2.354 toneladas (+108,7%), Estados Unidos, com 2.115 toneladas (+84,9%), Japão, com 1.633 toneladas (-84,3%) e Catar, com 1.107 toneladas (+7,1%).

“As exportações do setor, embora pressionadas pela alta demanda interna pelo produto, se mantiveram sustentadas em patamares muito acima ao ocorrido há dois anos. Ao mesmo tempo, o último trimestre de 2024 marcou o início de um fluxo positivo nas exportações brasileiras de ovos, em patamares que deverão se sustentar ao longo de 2025”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

CONSOLIDAÇÃO 2024: Exportações de carne suína crescem 10% e registram recorde em 2024

Receita aumenta 7,6% e supera US$ 3 bilhões pela primeira vez

 

Confira análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/13G5vjjh7vb8Dd1EZtjVmg1_a6ZG0nw8e/view?usp=sharing 

 

São Paulo, 07 de janeiro de 2024 – Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 1,352 milhão de toneladas entre janeiro e dezembro de 2024, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023, com 1,229 milhão de toneladas. 

A receita das exportações anuais do setor superaram, pela primeira vez, o patamar de US$ 3 bilhões. Ao todo, foram obtidos US$ 3,033 bilhões com as exportações de 2024, saldo 7,6% superior ao alcançado no ano anterior, com US$ 2,818 bilhões.

No fechamento de 2024, os embarques de carne suína totalizaram 109,5 mil toneladas, número 1,3% menor em relação ao mesmo período do ano anterior, com 110,9 mil toneladas. Já em receita, houve forte alta de 11,6%, com US$ 258,3 milhões  no último mês de 2024, contra US$ 231,5 milhões no mesmo período do ano anterior. 

Entre os destinos de exportação, as Filipinas encerraram o ano assumindo o primeiro lugar, com 254,3 mil toneladas entre janeiro e dezembro de 2024, número 101,8% superior ao alcançado em 2023. Em seguida estão China, com 241 mil toneladas (-38%), Chile, com 113 mil toneladas (+29,1%), Hong Kong, com 106,9 mil toneladas (-15,5%), Japão, com 93,4 mil toneladas (+131,6%), Singapura, com 79,1 mil toneladas (+23%), Vietnã, com 52,5 mil toneladas (+9,7%), Uruguai, com 46,6 mil toneladas (-5,2%), e México, com 42,8 mil toneladas (+49,9%).

“O setor fechou o ano de 2024 aumentando expressivamente a capilaridade de suas exportações, incrementando significativamente a receita dos embarques e elevando a média mensal de embarques em mais de 10 mil toneladas. Os indicativos seguem positivos em 2025, com tendência de manutenção de fluxo para os países asiático e das Américas”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina fechou o ano de 2024 como maior exportador de carne suína do Brasil, com 730,7 mil toneladas (+10,1%), seguida pelo Rio Grande do Sul, com 289,9 mil toneladas (+3,2%), Paraná, com 185,5 mil toneladas (+9,1%), Mato Grosso, com 37,9 mil toneladas (+22%) e Mato Grosso do Sul, com 29,2 mil toneladas (+17,97%).

 

 

CONSOLIDAÇÃO 2024: Exportações de carne de frango crescem 3% e alcançam novo recorde

Receita com embarques aumenta 1,3%, e se aproxima de US$ 10 bilhões

 

Confira análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1QmMGXYS0Y92UTrIYzBD4UbBc5oVHhPIM/view?usp=sharing 

 

São Paulo, 07 de janeiro de 2025 – As exportações de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram o ano de 2024 com alta de 3%, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ao todo, foram embarcadas 5,294 milhões de toneladas nos doze meses do ano passado, contra 5,138 milhões de toneladas em 2023. É o maior volume de exportação já registrado pelo setor.

Também foi registrado recorde com as receitas de exportação entre janeiro e dezembro de 2024, chegando a US$ 9,928 bilhões, saldo 1,3% superior ao total obtido em 2023, com US$ 9,796 bilhões. 

No último mês de 2024, o setor exportou 448,7 mil toneladas, número 4% menor em relação ao saldo de dezembro de 2023, com 467,2 mil toneladas. Já em receita, houve elevação de 4,6%, chegando a US$ 856,9 milhões em dezembro do ano passado, contra US$ 818,9 milhões no mesmo período do ano anterior. 

“O saldo do ano confirma as expectativas da ABPA e aponta, também, novos patamares estabelecidos em médias de embarques, superando 440 mil toneladas mensais. Os indicativos seguem positivos para 2025, com possibilidades de novas altas mensais e projeções de números relativamente superiores aos alcançados no ano encerrado, indicando a manutenção da rentabilidade das agroindústrias do setor”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin. 

No ranking dos principais importadores de carne de frango do Brasil em 2024 (janeiro a dezembro), a China encerrou o ano no primeiro lugar com 562,2 mil toneladas (-17,6% em relação ao ano anterior), seguida por Emirados Árabes Unidos, com 455,1 mil toneladas (+3,3%), Japão, com 443,2 mil toneladas (+2,2%), Arábia Saudita, com 370,8 mil toneladas (-1,6%), África do Sul, com 325,4 mil toneladas (-4,4%), Filipinas, com 234,8 mil toneladas (+7%), União Europeia, com 231,9 mil toneladas (+6,9%), México, com 212,5 mil toneladas (+22,6%), Iraque, com 179,8 mil toneladas (+18,1%) e Coreia do Sul, com 155,8 mil toneladas (-22,8%).

Entre os estados exportadores, o Paraná segue na liderança, com 2,174 milhões de toneladas (+4,1%), seguido por Santa Catarina, com 1,167 milhão de toneladas (+5,7%), Rio Grande do Sul, com 692 mil toneladas (-6,32%), São Paulo, com 297,2 mil toneladas (+1,6%) e Goiás, com 243,9 mil toneladas (+3%). 

 

Com renovação do PACIC, fluxo de exportações de aves e de suínos devem se manter firmes para o México em 2025

Apenas nos 11 primeiros meses de 2024, foram comercializadas 247 mil toneladas de aves e de suínos do Brasil para o mercado mexicano

São Paulo, 02 de janeiro de 2025 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) comemorou a publicação oficial do Governo do México sobre a renovação do “Pacote contra a Inflação e a Fome” (PACIC, sigla em espanhol), ocorrida no dia 31 de dezembro de 2024, informada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil.

Criado há cerca de dois anos pela Secretaria de Fazenda e Crédito Publico do México, o PACIC tem como objetivo controlar efeitos inflacionários e escassez de alimentos, o pacote incentiva a oferta por meio da importação de produtos estratégicos, como a carne de frango e a carne suína.

Com a renovação do PACIC, ficam mantidas as condições atuais para importação dos produtos, com ausência de cotas limitadoras com tarifa zero. O novo PACIC seguirá em vigor ao longo de todo o ano de 2025.

Após o estabelecimento do Pacote, a parceria entre brasileiros e mexicanos foi significativamente fortalecida. Apenas nos 11 primeiros meses de 2024, o programa viabilizou as importações de 205 mil toneladas de carne de frango (+18,8% em relação ao mesmo período do ano passado) e 42 mil toneladas de carne suína (+49,7% segundo o mesmo período comparativo), o que gerou receitas somadas de US$ 620 milhões. Atualmente, o México é o 7° maior importador de carne de frango do Brasil, e o 10° principal destino em carne suína.

Ao longo do último ano, o Ministério da Agricultura do Brasil dedicou grandes esforços para a manutenção da posição brasileira como fornecedor no âmbito do Pacic. As boas relações entre os países e a sólida parceria construída entre produtores brasileiros e importadores mexicanos indicam que o fluxo de carne de frango e de carne suína do Brasil ao México deverá seguir em ritmo positivo ao longo de 2025, gerando resultados positivos para as duas Nações”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

AVES, SUÍNOS E OVOS: Setores crescem em 2024 e projetam avanços em 2025

Em coletiva, ABPA estima crescimento da produção e consumo;  exportações devem alcançar novos patamares no próximo ano

 

São Paulo, 12 de dezembro de 2024 – A avicultura e a suinocultura do Brasil encerrarão o ano com novos recordes e projetam crescimento para o próximo ano, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).  As informações foram apresentadas hoje (12) em coletiva de imprensa realizada em São Paulo (SP). 

No caso da carne de frango, a ABPA prevê uma produção total de até 15 milhões de toneladas em 2024, número cerca de 1,1% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 14,833 milhões de toneladas.

Deste total, 9,7 milhões de toneladas foram destinadas ao mercado interno, volume quase equivalente ao total referente a 2023, com 9,694 milhões de toneladas. O consumo  per capita deverá ficar em 45,6 quilos, índice 1,1% acima do registrado no ano passado, com 45,1 quilos. 

Já no mercado internacional, as exportações de carne de frango deverão totalizar 5,3 milhões de toneladas em 2024, número 3,1% superior ao volume embarcado em 2023, com 5,139 milhões de toneladas. 

Para 2025, o setor projeta produzir até 15,3 milhões de toneladas (+2,7%), com disponibilidade de cerca de 9,9 milhões de toneladas (+2,1%), com consumo per capita de 46,6 quilos (+2,2%) e exportações de até 5,4 milhões de toneladas (+1,9%). 

“O quadro econômico brasileiro deverá manter sustentados os níveis de consumo no mercado interno, apoiados pela manutenção da competitividade do setor. Já no cenário externo, são esperadas novas aberturas de mercados na América Central e em países da África, além do reforço dos embarques para outras nações da América Latina e Ásia, o que deve ampliar a diversificação de destinos para os nossos produtos”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin. 

No caso da carne suína, a produção deverá fechar o ano de 2024 em 5,35 milhões de toneladas, número 3,8% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 5,156 milhões de toneladas.  

A disponibilidade interna da proteína totalizará cerca de 4 milhões de toneladas, número 1,9% superior à disponibilidade registrada no ano passado, com 3,926 milhões de toneladas. O consumo per capita do setor neste ano crescerá até 3,8%, podendo alcançar 19 quilos per capita. 

Já as exportações do setor deverão fechar o ano com 1,35 milhão de toneladas embarcadas, saldo até 9,8% superior ao registrado em 2023, com 1,23 milhão de toneladas. 

Para 2025, o setor projeta uma produção de até 5,45 milhões de toneladas (+2%), com disponibilidade interna de 4 milhões de toneladas (estável), consumo per capita de 19 quilos (estável) e exportações alcançando até 1,45 milhão de toneladas (+7,4%). 

“No mercado externo, existe expectativa de melhora do fluxo para a China, além da habilitação de novas plantas para destinos da América Latina, que se somarão à continuidade da demanda de mercados em pré-listing, como Filipinas e Chile.  O consumo interno de carne suína deverá ser influenciado positivamente pela boa competitividade do produto entre as carnes, também influenciado pelos custos de produção em patamares equilibrados”, ressalta Santin.

Já para o setor de ovos, a produção deste ano de 2024 deverá alcançar 57,6 bilhões de unidades, número 9,8% maior em relação ao ano anterior, com 52,448 bilhões de unidades.  

O consumo per capita chegará a 269 unidades em 2024, número 11,2% maior em relação ao registrado no ano anterior, com 242 unidades.  

As exportações do setor deverão alcançar 18 mil toneladas, volume 29,5% menor em relação ao ano passado, com 25,404 mil toneladas.  

Para 2025, o setor projeta produção de 59 bilhões de unidades (+2,4%), com consumo per capita de até 272 unidades (+1,1%) e embarques de 21 mil toneladas (+16,7%). 

“Há expectativas otimistas sobre o incremento dos níveis de consumo de ovos no Brasil, alcançando patamares nunca antes experimentados, o que reforça a consolidação da proteína como item básico de consumo no país.  No mercado internacional, espera-se a abertura do mercado do bloco europeu e do Reino Unido para o produto já no próximo ano, o que deverá mudar o fluxo de exportações para níveis positivos”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin. 

 

Exportações de carne suína crescem 15,1% em novembro

Embarque mensal é o terceiro maior da série histórica; no ano, alta acumulada é de 11,1%

 

São Paulo, 09 de dezembro de 2024 – Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 121,1 mil toneladas em novembro.  O número é o terceiro maior número já registrado na série histórica mensal do setor, e supera em 15,1% o total exportado no mesmo período do ano passado, com 105,7 mil toneladas. 

Em receita, a alta das exportações chega a 29,5%, com US$ 291,7 milhões gerados no décimo primeiro mês deste ano, contra US$ 225,2 milhões no mesmo período do ano passado. 

No ano (janeiro a novembro), as exportações brasileiras de carne suína totalizaram 1,243 milhão de toneladas, volume 11,1% maior em relação aos onze primeiros meses de 2023, com 1,118 milhão de toneladas.  

Em receita, a alta acumulada no ano chega a 7,3%, com US$ 2,774 bilhões neste ano, contra US$ 2,586 bilhões em 2023.  

Principal destino das exportações do setor, as Filipinas importaram 28,8 mil toneladas em novembro, volume 143,9% maior em relação ao mesmo período do ano passado. Em seguida estão China, com 21,1 mil toneladas (-17,2%), Chile, com 10,6 mil toneladas (+45,7%), Japão, com 9,2 mil toneladas (+170,7%), Hong Kong, com 7,9 mil toneladas (-38,4%), e Vietnã, com 5,6 mil toneladas (+66,9%). 

“Em onze meses, as exportações de carne suína já superaram todo o embarque do setor registrado no ano passado. Neste contexto, é importante ressaltar o aumento da capilaridade das exportações de carne suína e o efeito positivo da adoção do sistema de pré-listing* para diversos mercados, como Filipinas e Chile, que agora despontam entre os principais destinos do setor”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina segue como principal exportador de carne suína do Brasil, com 62,2 mil toneladas embarcadas em novembro, número 8,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Em seguida estão o Rio Grande do Sul, com 30,4 mil toneladas (+27,7%), Paraná, com 16 mil toneladas (+15,9%), Mato Grosso, com 3,2 mil toneladas (+5,5%) e Mato Grosso do Sul, com 2,3 mil toneladas (+48,4%).

 

**Pré-listing*: O acordo de acreditação de sistema e estabelecimento de pré-listing autoriza todas as empresas habilitadas pelo Sistema de Inspeção Federal a solicitarem o processo de credenciamento para exportar seus produtos para o mercado que aceita o acordo. As missões técnicas das autoridades destes países importadores passam a focar na validação do sistema, não de plantas.