Exportações de carne de frango fecham primeiro semestre com recorde histórico em volume e receita

Embarques de junho crescem 40,6% e consolidam melhor desempenho da história das exportações brasileiras para um primeiro semestre

 

São Paulo, 06 de julho de 2026 – As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 482,8 mil toneladas em junho, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume supera em 40,6% o registrado no mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 343,4 mil toneladas.

A receita obtida com as exportações alcançou US$ 985,5 milhões, resultado 54,7% superior ao registrado em junho do ano passado, quando foram contabilizados US$ 637 milhões.

Impulsionados pelo desempenho de junho, os embarques brasileiros encerraram o primeiro semestre de 2026 com o melhor resultado da história das exportações brasileiras de carne de frango, tanto em volume quanto em receita. Entre janeiro e junho, os embarques alcançaram 2,936 milhões de toneladas, número 12,9% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando foram exportadas 2,600 milhões de toneladas.

Em receita, o crescimento acumulado alcança 17%, com US$ 5,700 bilhões entre janeiro e junho deste ano, frente aos US$ 4,871 bilhões registrados no mesmo período de 2025.

Entre os principais destinos das exportações brasileiras em junho, a China manteve a liderança, com 50,1 mil toneladas embarcadas (+12.248,8% em relação ao mesmo período do ano anterior). Na sequência aparecem Japão, com 46,6 mil toneladas (-0,9%), Emirados Árabes Unidos, com 46,2 mil toneladas (-5,1%), Arábia Saudita, com 33,1 mil toneladas (-1,0%), União Europeia, com 28 mil toneladas (+250,7%), África do Sul, com 26,3 mil toneladas (+946,3%), México, com 25,4 mil toneladas (+728,8%), Coreia do Sul, com 18,5 mil toneladas (+7.819,7%), Filipinas, com 12,5 mil toneladas (+330,2%) e Singapura, com 12 mil toneladas (-19,4%). Vale lembrar que parte das elevadas variações percentuais registradas em alguns mercados decorre da baixa base de comparação de junho de 2025, período impactado pelas restrições temporárias decorrentes do único caso, já superado, de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em uma granja comercial no Brasil.

No desempenho por estados exportadores, o Paraná manteve a liderança nacional, com 199,3 mil toneladas embarcadas em junho (+48,2%), seguido por Santa Catarina, com 103,3 mil toneladas (+35,2%), Rio Grande do Sul, com 56,7 mil toneladas (+40,1%), São Paulo, com 29,9 mil toneladas (+40,0%) e Goiás, com 29,4 mil toneladas (+55,4%).

“Os resultados do primeiro semestre foram conquistados em um ambiente marcado pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio e pelos desafios logísticos decorrentes desse contexto, especialmente nas rotas marítimas associadas ao Estreito de Ormuz. Mesmo diante desse cenário, o Brasil ampliou significativamente sua presença em mercados estratégicos e de valor agregado, como Japão, União Europeia, Coreia do Sul e China, ao mesmo tempo em que manteve forte presença no Oriente Médio e expandiu oportunidades em mercados emergentes. O desempenho de junho, embora influenciado por uma base comparativa menor frente à ocorrência já superada de IAAP no Brasil, reforça a diversificação da pauta exportadora brasileira, a competitividade da nossa cadeia produtiva e consolida bases sólidas para mais um ano de resultados históricos nas exportações de carne de frango”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Dia latino-americano do frango mobiliza toda a América Latina hoje

América Latina produz 31,5 milhões de toneladas de carne de frango e responde por 29,4% da produção mundial.

03 de julho de 2026 – Produtores, trabalhadores, técnicos, empresas, entidades setoriais e consumidores de toda a América Latina e do Caribe celebram hoje o Dia Latino-Americano do Frango, data dedicada ao reconhecimento da contribuição da avicultura para a segurança alimentar, a geração de empregos, o desenvolvimento econômico e o abastecimento da região.

Comemorada anualmente na primeira sexta-feira de julho, a data reúne iniciativas em diversos países para destacar o papel da cadeia avícola na produção de alimentos e no desenvolvimento social e econômico latino-americano.

Os dados consolidados no Relatório da Carne de Frango 2026, elaborado pelo Instituto Latino-Americano do Frango (ILP), vinculado à Associação Latino-Americana de Avicultura (ALA), evidenciam a dimensão alcançada pelo setor.

Em 2025, a América Latina e o Caribe produziram 31,5 milhões de toneladas de carne de frango, volume equivalente a 57,6% de toda a produção das Américas e 29,4% da produção mundial.

Na prática, quase três em cada dez quilos de carne de frango produzidos no planeta têm origem na América Latina e no Caribe.

A trajetória de crescimento também evidencia a capacidade de resposta da avicultura regional. Entre 2010 e 2025, a produção aumentou 40,4%, passando de **22,5 milhões para 31,5 milhões de toneladas.

Esse desempenho superou o crescimento registrado no mundo (35,8%) e no conjunto das Américas (36,1%).

A região também ocupa posição estratégica no comércio internacional. Em 2025, as exportações latino-americanas alcançaram aproximadamente *5,74 milhões de toneladas, equivalentes a **39,4% das exportações mundiais* e *64,6% de todos os embarques realizados pelas Américas*.

Produção voltada para alimentar a própria região

Embora a América Latina seja um dos principais polos exportadores de carne de frango do mundo, a maior parte da produção permanece nos mercados regionais.

Em 2025, o consumo alcançou *27,4 milhões de toneladas, com média próxima de 41 quilos por habitante ao ano.

Os indicadores demonstram a presença cotidiana da carne de frango na alimentação dos latino-americanos e reforçam seu papel como uma proteína de alta qualidade, acessível, versátil e disponível para diferentes perfis de consumidores.

“O Dia Latino-Americano do Frango é uma oportunidade para reconhecer as milhares de famílias que trabalham diariamente nesta cadeia produtiva, enfrentando grandes desafios, e tornam possível que centenas de milhões de pessoas tenham acesso a uma proteína de qualidade, fundamental para a segurança alimentar. Hoje celebramos o alimento, mas, principalmente, aqueles que o produzem e toda a contribuição social e econômica gerada por essa atividade”, afirma Maria del Rosário Penedo de Falla, presidente da ALA.

 

Do produtor à mesa

Por trás de cada prato de frango existe uma ampla rede formada por produtores, trabalhadores das granjas, médicos-veterinários, técnicos, especialistas em nutrição, colaboradores das agroindústrias, distribuidores, comerciantes e profissionais de diversas áreas.

A atuação coordenada dessa cadeia permite manter o abastecimento dos mercados, ampliar o acesso aos alimentos e gerar oportunidades em comunidades rurais e urbanas.

Por isso, a celebração destaca não apenas as qualidades do produto, mas também a importância de todos os profissionais que trabalham diariamente para que a carne de frango chegue com qualidade, sanidade e regularidade aos lares latino-americanos.

 

Perspectivas para o setor

Os resultados do relatório indicam que a carne de frango continuará ocupando posição central no sistema alimentar regional.

O crescimento da produção acima da média mundial, o elevado consumo interno e a expressiva participação no comércio internacional demonstram a capacidade do setor de atender simultaneamente às necessidades da população da região e à demanda de outros mercados.

Nos próximos anos, o desafio será sustentar essa expansão com ganhos de produtividade, sanidade, biosseguridade, inovação, eficiência no uso dos recursos e capacidade de adaptação às novas demandas dos consumidores.

O fortalecimento da produção local também será determinante para ampliar a disponibilidade de alimentos e reduzir vulnerabilidades em uma região marcada por diferentes realidades econômicas, sociais e produtivas.

ABPA e ApexBrasil lançam campanha internacional para promover a proteína animal brasileira durante a Copa

Ação alcançará 651 pontos de mídia nos Estados Unidos, Canadá e México, com conteúdos em inglês e espanhol

 

São Paulo, 16 de junho de 2026 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), está promovendo uma ampla ação internacional de promoção da proteína animal brasileira nos países que recebem a Copa deste ano.

A campanha será veiculada entre os dias 11 de junho e 22 de julho, com presença em 651 pontos de mídia distribuídos entre Estados Unidos, Canadá e México, alcançando consumidores e turistas em algumas das principais cidades da América do Norte.

A ação integra a estratégia de fortalecimento da imagem internacional das proteínas animais produzidas no Brasil, destacando atributos reconhecidos globalmente, como qualidade, segurança alimentar, sustentabilidade e capacidade de abastecimento.

Nos Estados Unidos, a campanha estará presente em 190 pontos de comunicação, concentrados principalmente em Nova Iorque, incluindo outdoors, táxis, lojas de conveniência, hotéis, bares, restaurantes, academias e elevadores corporativos. No Canadá, a ação alcançará 459 pontos em Toronto e Vancouver, com presença em outdoors, aeroportos, metrôs, trens, pontos de ônibus, táxis, centros comerciais e estabelecimentos de alimentação. No México, a campanha será veiculada em dois outdoors instalados em avenidas de grande circulação da Cidade do México.

Como parte da iniciativa, os materiais veiculados contarão com QR Codes que direcionarão o público para conteúdos digitais exclusivos em inglês e espanhol. Entre eles está um vídeo institucional especialmente desenvolvido para a campanha, que associa momentos de celebração, convivência e integração entre diferentes culturas ao consumo de carne de frango, carne suína e ovos produzidos no Brasil.  Veja o link do vídeo em português:  https://youtube.com/shorts/8v9X8VsOpiU?feature=share

Além da presença física nos países-sede, a campanha também contará com uma ampla estratégia digital, por meio das redes sociais das marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork e Brazilian Egg, ampliando o alcance das mensagens junto aos consumidores internacionais.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a realização da campanha em um período de grande atenção internacional oferece uma oportunidade única para fortalecer a imagem da proteína animal brasileira.

“A Copa é um dos raros momentos em que diferentes culturas se conectam simultaneamente em torno de uma mesma paixão. Aproveitar esse ambiente para apresentar a proteína animal brasileira é uma forma de reforçar atributos que nos diferenciam globalmente, como qualidade, segurança, sustentabilidade e capacidade de abastecimento. Queremos que consumidores de diferentes países associem o Brasil não apenas ao esporte, mas também à produção de alimentos de excelência”, destaca.

A ação integra os projetos setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork e Brazilian Egg, mantidos pela ABPA em parceria com a ApexBrasil, e faz parte do calendário de iniciativas voltadas ao fortalecimento da presença internacional da proteína animal brasileira.

SOBRE A ABPA – A ABPA é a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos da cadeia produtiva, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 12 bilhões. Sob a tutela da ABPA está a gestão, em parceria com a ApexBrasil, das cinco marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Duck e Brazilian Pork.

SOBRE A APEXBRASIL – A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira, entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

SOBRE AS MARCAS SETORIAIS – Os Projetos Setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Duck e Brazilian Pork são mantidos pela ABPA em parceria com a ApexBrasil, com o objetivo de promover, junto ao mercado internacional, as carnes de frango, suína, pato, ovos e material genético produzidos no Brasil. Por meio da participação em feiras, realização de workshops e outras ações especiais de promoção comercial, os projetos valorizam atributos destes setores produtivos – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e fortalecem as marcas internacionais dos produtos brasileiros. Atualmente, cerca de 62 empresas participam dos projetos setoriais. Informações sobre como integrar os projetos podem ser obtidas pelo e-mail isis.sardella@abpa-br.org.

 

Exportações de carne suína crescem 9% em maio

Receita mensal avança 3,8% e acumulado do ano segue em patamar histórico

 

Confira análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://drive.google.com/file/d/1nOatFXTjoIjQFyfi1N97UBTsovkCYQ7h/view?usp=sharing

 

São Paulo, 05 de junho de 2026 – As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 129,4 mil toneladas em maio, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O resultado é o maior já registrado para um mês de maio e supera em 9% o volume embarcado no mesmo período de 2025, quando foram exportadas 118,8 mil toneladas.

A receita das exportações alcançou US$ 302,1 milhões, também o melhor desempenho já registrado para meses de maio, resultado 3,8% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, com US$ 291,2 milhões.

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, os embarques brasileiros de carne suína chegaram a 661,7 mil toneladas, número 13,1% maior em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 584,8 mil toneladas.

Em receita, o crescimento acumulado alcança 11,9%, com US$ 1,546 bilhão entre janeiro e maio deste ano, frente aos US$ 1,382 bilhão registrados no mesmo período do ano passado.

Entre os principais destinos das exportações brasileiras de carne suína em maio, as Filipinas permaneceram na liderança, com 27,2 mil toneladas embarcadas, volume 3,8% inferior ao registrado em maio de 2025. Em seguida aparecem Japão, com 15,2 mil toneladas (+83,2%), Chile, com 10,9 mil toneladas (-0,1%), China, com 8,9 mil toneladas (-25,9%), México, com 8,6 mil toneladas (+20,4%), Hong Kong, com 8,2 mil toneladas (+13,8%), Argentina, com 5,8 mil toneladas (+13,7%), Uruguai, com 4,7 mil toneladas (+0,3%), Vietnã, com 4,6 mil toneladas (-14,2%) e Singapura, com 4,1 mil toneladas (-50,5%).

No desempenho por estados exportadores, Santa Catarina manteve a liderança nacional, com 62,5 mil toneladas embarcadas em maio (+4,9%), seguida por Rio Grande do Sul, com 32,7 mil toneladas (+19,5%), Paraná, com 18,3 mil toneladas (-4,8%), Mato Grosso, com 4,6 mil toneladas (+52,4%) e Minas Gerais, com 3,7 mil toneladas (+26,5%).

“Os embarques de carne seguem sustentados graças à diversificação de destinos do setor. Observamos expansão relevante em mercados estratégicos de valor agregado, como o Japão, e diversos outros com volumes menores como Geórgia, Costa do Marfim, Coreia do Sul e outros que, somados, influenciaram positivamente o resultado do mês. O fato de registrarmos o melhor mês de maio da história para as exportações de carne suína reforça a solidez da demanda internacional e projeta um ano extremamente positivo para a suinocultura brasileira, com potencial para alcançar novos recordes em volume e receita”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Exportações de carne de frango superam US$ 1 bilhão em maio e estabelecem novo recorde histórico

Volume embarcado em maio é o maior já registrado para o mês; desempenho ocorre mesmo diante dos desafios enfrentados no Estreito de Ormuz

 

São Paulo, 05 de junho de 2026 – As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram um marco inédito em maio de 2026, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Pela primeira vez na história do setor, a receita mensal das exportações superou a marca de US$ 1 bilhão, totalizando US$ 1,009 bilhão no período.

O resultado é 36,1% maior que o obtido em maio de 2025, quando as exportações geraram US$ 741,2 milhões.

Em volume, os embarques somaram 509,9 mil toneladas (maior resultado já registrado para um mês de maio), número que é 29,6% superior ao alcançado no mesmo período do ano passado, com 393,4 mil toneladas – mês com base menor, decorrente do único registro (já superado) de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) na história do setor nacional.

Com o desempenho de maio, as exportações brasileiras de carne de frango acumulam 2,453 milhões de toneladas entre janeiro e maio deste ano, resultado 8,7% superior ao registrado no mesmo período de 2025, com 2,257 milhões de toneladas.

Em receita, o crescimento acumulado alcança 11,3%, com US$ 4,714 bilhões nos cinco primeiros meses de 2026, frente aos US$ 4,234 bilhões registrados no mesmo intervalo do ano passado.

Entre os principais destinos das exportações brasileiras em maio, a China liderou as importações, com 48,3 mil toneladas embarcadas (+34,7%), seguida por Japão, com 43,2 mil toneladas (+53,9%), União Europeia, com 40,2 mil toneladas (+61,6%), Arábia Saudita, com 39,1 mil toneladas (+27,5%), Emirados Árabes Unidos, com 32,3 mil toneladas (+1,2%), África do Sul, com 31,4 mil toneladas (+22,8%), México, com 23,5 mil toneladas (+40,9%), Filipinas, com 20,8 mil toneladas (-14,2%), Coreia do Sul, com 18,2 mil toneladas (+36,4%) e Reino Unido, com 12,2 mil toneladas (+18,8%).

No desempenho por estados exportadores, o Paraná manteve a liderança nacional, com 213,9 mil toneladas embarcadas em maio (+35,1%), seguido por Santa Catarina, com 113,9 mil toneladas (+39,7%), Rio Grande do Sul, com 62,9 mil toneladas (+21,3%), São Paulo, com 27,8 mil toneladas (+10,5%) e Goiás, com 26,4 mil toneladas (+26,4%).

“Os resultados foram conquistados em um ambiente marcado por incertezas logísticas globais e pelos impactos decorrentes das tensões no Oriente Médio, especialmente nas rotas marítimas associadas ao Estreito de Ormuz. Mesmo diante desse contexto, o Brasil ampliou significativamente sua presença em mercados estratégicos e de valor agregado, como Japão, União Europeia, Coreia do Sul e China, ao mesmo tempo em que mantivemos forte presença no Oriente Médio e ampliamos oportunidades em mercados emergentes. Isso demonstra a diversificação da pauta exportadora brasileira e a competitividade da nossa cadeia produtiva”, conclui”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

ABPA celebra reconhecimento da China ao Brasil como livre de febre aftosa

Reconhecimento ocorre após longa e intensa negociação liderada pelo MAPA e MRE; novo status deverá representar avanço das relações sanitárias entre Brasil e China, com impacto direto nas exportações de carne suína

São Paulo, 02 de junho de 2026 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o anúncio realizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sobre o reconhecimento do território brasileiro, por parte das autoridades chinesas,  como livre de febre aftosa, o que beneficiará diretamente a suinocultura nacional.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a medida representa um importante avanço para a consolidação da confiança sanitária construída entre Brasil e China ao longo das últimas décadas e reforça o reconhecimento internacional da robustez do sistema brasileiro de defesa agropecuária.

“O resultado é fruto de um trabalho técnico consistente conduzido pelo MAPA, consolidado pelo Ministro André de Paula, em conjunto com o Secretário de Relações Internacionais, Luis Rua, e de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, com o Ministério das Relações Exteriores, a ApexBrasil, os serviços estaduais de defesa agropecuária e o setor produtivo, culminando em mais uma importante conquista para a suinocultura e toda a agropecuária nacional. O anúncio também amplia as oportunidades para a cadeia produtiva brasileira de carne suína, especialmente em estados que passam a contar com o mesmo reconhecimento sanitário anteriormente concedido apenas a regiões específicas do país”, analisa.

Segundo estimativas da ABPA, a ampliação do reconhecimento sanitário para outros estados com plantas habilitadas para exportação poderá representar incremento superior a 40 mil toneladas anuais nos embarques brasileiros destinados ao mercado chinês, com impacto positivo para a geração de renda, empregos e divisas para o país.  

Antes do reconhecimento, apenas o Estado de Santa Catarina (que conta com 7 plantas habilitadas para exportação à China) detinha o status  de livre de aftosa sem vacinação perante as autoridades chinesas. Agora, os estados do Rio Grande do Sul, com 8 plantas, e Mato Grosso, com 1 planta, também deverão ser beneficiados de maneira imediata – com a possibilidade de embarcar carnes com osso e miúdos externos (permissão exclusiva para regiões com esse status).  E novas oportunidades poderão surgir para outras unidades federativas, com potenciais futuras habilitações.

“O reconhecimento de todo o território brasileiro como livre de febre aftosa fortalece a posição do Brasil como fornecedor confiável de alimentos e cria novas oportunidades para a expansão sustentável das exportações brasileiras. A medida reforça a elevada confiança sanitária existente entre Brasil e China e cria condições ainda mais favoráveis para o aprofundamento das relações comerciais entre os dois países, especialmente em um momento de crescente demanda global por alimentos seguros e produzidos sob elevados padrões sanitários”, ressalta Santin. 

ABPA e Vida de Granja unem forças em campanha digital sobre biosseguridade e prevenção à Influenza Aviária

Iniciativa orienta familias produtoras sobre cuidados sanitários nas granjas

 

São Paulo, 29 de maio de 2026 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o projeto Vida de Granja, liderado pela produtora rural Luciana Dalmagro, lançaram hoje uma campanha nacional de conscientização sobre biosseguridade e prevenção à Influenza Aviária, conectando informação técnica, rotina do campo e comunicação digital em uma ação voltada ao fortalecimento da sanidade avícola brasileira.

A campanha reunirá vídeos, conteúdos educativos, materiais informativos e ativações digitais produzidas diretamente dentro do ambiente de produção, mostrando como as práticas de biosseguridade fazem parte da rotina diária das granjas brasileiras e são essenciais para a proteção dos animais, da produção de alimentos e da segurança alimentar. 

Com linguagem dinâmica e abordagem conectada ao cotidiano do campo, os conteúdos abordarão temas como controle de acesso às granjas, higienização de veículos e equipamentos, troca de vestimentas, monitoramento sanitário, cuidados com aves silvestres, manejo preventivo e comunicação imediata em casos suspeitos.

Os materiais serão publicados nos canais digitais da ABPA e do “Vida de Granja”, ampliando o alcance das informações técnicas e reforçando a conscientização sanitária junto a produtores, colaboradores, estudantes, profissionais do agro e consumidores interessados em conhecer mais sobre a produção de alimentos no Brasil. Confira o vídeo no canal da ABPA no Youtube: https://youtu.be/t2BYvB8eqps

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a iniciativa reforça o papel estratégico da comunicação para o fortalecimento da cultura de prevenção sanitária.

“A biosseguridade é uma construção diária, feita por milhares de pessoas dentro das granjas e em toda a cadeia produtiva. Ao aproximarmos informação técnica de uma comunicação mais próxima e acessível, ampliamos o entendimento sobre a importância dos cuidados preventivos e valorizamos o trabalho realizado pelo setor para proteger a produção brasileira.  Ao mesmo tempo, o vídeo busca reforçar as orientações aos produtores, apoiando a preservação do status sanitário da nossa produção comercial”, destaca Santin.

Para Luciana Dalmagro, a campanha também ajuda a aproximar o público urbano da realidade do campo.

“Muitas pessoas não conhecem o nível de cuidado, tecnologia e responsabilidade envolvido na produção avícola. Mostrar isso de forma transparente, prática e educativa é uma maneira de fortalecer a conscientização sobre biosseguridade e valorizar o trabalho desenvolvido diariamente dentro das granjas”, afirma.

A ação integra os esforços contínuos da avicultura brasileira para fortalecimento das medidas preventivas e educação sanitária, alinhados às boas práticas internacionais e às diretrizes dos órgãos oficiais de defesa agropecuária.

Sobre a ABPA
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) é a entidade representativa da avicultura e da suinocultura do Brasil, reunindo empresas e associações dos segmentos de carne de frango, carne suína, ovos, material genético avícola e produtos processados. Com mais de 140 associados, a ABPA atua na defesa institucional e no fortalecimento da cadeia produtiva brasileira, promovendo ações voltadas à qualidade, sanidade, sustentabilidade, inovação e competitividade do setor no Brasil e no exterior. A entidade representa um dos setores mais relevantes do agronegócio nacional, responsável pela geração de milhões de empregos diretos e indiretos e pela presença da proteína animal brasileira em mais de 160 países. A ABPA também lidera iniciativas estratégicas voltadas à biosseguridade, segurança alimentar, abertura de mercados internacionais, promoção comercial, desenvolvimento tecnológico e qualificação setorial.

Sobre o Vida de Granja
O Vida de Granja é um projeto voltado à divulgação da avicultura industrial e da produção sustentável, compartilhando conteúdos sobre manejo, biosseguridade, inovação, sustentabilidade e rotina das granjas brasileiras. O projeto foi criado na Fazenda Alta Conquista, em Sales Oliveira (SP), e tem como proposta aproximar produtores, estudantes, profissionais do agro e consumidores da realidade da produção avícola moderna.  Saiba mais pelo Instagram @vidadegranja_ .

Road Show em Pequim reforça parceria estratégica entre brasil e china e reúne lideranças dos setores público e privado

Evento promovido pela ABPA contou com cerca de 80 participantes e fortaleceu o diálogo técnico sobre segurança alimentar, sanidade e comércio internacional

São Paulo, 22 de maio de 2026 – Terminou bem-sucedida a ação organizada ontem (21)  pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em Pequim, em mais uma etapa do Road Show 2026 – Improving a Succesfull Partnerships in Food Security, fórum de diálogo sobre segurança alimentar, cooperação sanitária e previsibilidade do comércio internacional.

Reunindo cerca de 80 participantes do lado brasileiro e chinês, o evento realizado na capital chinesa reforçou a relevância da parceria construída entre Brasil e China no abastecimento global de alimentos.

A programação contou com a participação de autoridades brasileiras e chinesas ligadas ao comércio internacional, à defesa agropecuária e à segurança alimentar. Entre os participantes estiveram o presidente da ABPA, Ricardo Santin; o embaixador do Brasil em Pequim, Marcos Bezerra Abbott Galvão; o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Luís Rua; e o chefe da ApexBrasil Ásia-Pacífico, Victor Queiroz.

Pelo lado chinês, participaram a presidente da China Meat Association (CMA), Chen Wei; o consultor de pesquisa em política industrial da CMA, Gao Guan; o diretor da Divisão de Padrões de Abate do Centro de Controle de Doenças Animais da China (MARA), Gao Shengpu; o diretor e pesquisador do Centro de Pesquisa em Normas e Regulamentos Técnicos Internacionais de Inspeção e Quarentena da Administração Geral das Alfândegas da China (GACC), Ji Xincheng; e o pesquisador do Instituto de Segurança Alimentar do Centro de Pesquisa Científico e Tecnológico da Alfândega da China, Zhang Zhaohui.

Durante o seminário, foram debatidos temas relacionados à segurança alimentar global, sanidade animal, regionalização sanitária, previsibilidade dos fluxos comerciais e a importância da adoção de decisões fundamentadas em critérios científicos internacionalmente reconhecidos, especialmente aqueles estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

O elevado nível das discussões e a ampla participação de representantes dos setores público e privado reforçaram o interesse mútuo em aprofundar a cooperação entre os dois países, em um momento de expansão das relações comerciais e fortalecimento dos mecanismos de confiança sanitária.

“Foi um encontro extremamente positivo. Tivemos a oportunidade de reunir autoridades, especialistas e lideranças empresariais dos dois países em torno de um objetivo comum: fortalecer a segurança alimentar e ampliar a previsibilidade das relações comerciais. A receptividade às mensagens apresentadas e a qualidade dos debates demonstram o alto grau de maturidade e confiança que caracteriza a relação entre Brasil e China”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Segundo Santin, a expressiva participação registrada no evento confirma a relevância do tema para o futuro do abastecimento global de alimentos.

“Brasil e China compartilham responsabilidades estratégicas na segurança alimentar mundial. O interesse demonstrado pelos participantes, a presença de importantes autoridades chinesas e brasileiras e o ambiente extremamente construtivo das discussões reforçam que estamos avançando na direção correta, construindo soluções baseadas em ciência, cooperação e benefício mútuo”, destaca.

O Road Show integra a estratégia internacional da ABPA para promover decisões comerciais fundamentadas em critérios técnicos e científicos, fortalecendo o diálogo com mercados estratégicos e contribuindo para maior previsibilidade e segurança no comércio global de alimentos.

Exportadores de proteína animal projetam US$ 45,5 milhões após a Sial China 2026

Ação promovida pela ABPA e ApexBrasil em uma das maiores feiras de alimentos da Ásia gerou US$ 3,25 milhões em negócios imediatos_

 

São Paulo, 20 de maio de 2026 – A participação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), na Sial China 2026 foi encerrada hoje com perspectivas positivas para os exportadores brasileiros de proteína animal no mercado asiático.

Segundo levantamento consolidado junto às empresas participantes, os contatos comerciais realizados durante a feira deverão gerar US$ 45,5 milhões em negócios ao longo dos próximos 12 meses. Apenas durante os três dias do evento, os negócios efetivamente concretizados somaram US$ 3,25 milhões.

Realizada entre os dias 18 e 20 de maio, em Xangai, a Sial China é reconhecida como uma das mais importantes plataformas internacionais para o setor de alimentos e bebidas na Ásia, reunindo importadores, distribuidores, varejistas e operadores do food service de dezenas de países.

A ação da ABPA contou com um estande de 72 metros quadrados, estruturado para reuniões de negócios, promoção institucional e fortalecimento da imagem da proteína animal brasileira junto ao mercado asiático.

Participaram da ação as empresas Alibem, Aurora, Bello, Somave e Vibra Foods.

De acordo com a ABPA, a edição deste ano foi marcada pelo fortalecimento das negociações com compradores asiáticos e pela busca crescente por fornecedores capazes de garantir regularidade de abastecimento, previsibilidade logística e elevados padrões sanitários.

“A China e o mercado asiático seguem entre os principais polos de crescimento para a proteína animal brasileira. A Sial é uma plataforma estratégica para ampliar negócios, consolidar relacionamentos comerciais e reforçar o posicionamento do Brasil como fornecedor confiável e competitivo para a segurança alimentar global”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Após a participação na feira, a ABPA dará sequência às ações no mercado chinês com a realização do Road Show Beijing, programado para hoje (21 de maio), em Pequim. A iniciativa integra a estratégia setorial de fortalecimento institucional e comercial da proteína animal brasileira junto às autoridades, importadores e stakeholders chineses.

SIAVS 2026 reúne principais agroindústrias de proteínas animais e amplia foco em negócios internacionais

Evento concentra produtores, exportadores e compradores em um ambiente único, do campo ao prato

 

São Paulo, 14 de maio de 2026 – Em sua maior edição, o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS 2026), que será realizado de 4 a 6 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), se consolidará como o maior hub das agroindústrias produtoras e exportadoras do Brasil ao longo dos três dias de evento. O foco é claro: gerar negócios e conectar o setor aos mercados interno e internacional.

O evento reunirá mais de 100 agroindústrias dos segmentos de aves, suínos, carne bovina, ovos, patos e outras proteínas, que contarão com estandes próprios ou participação por meio de projeto setorial em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), como é o caso das marcas Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck, da ABPA, além do Brazilian Beef, mantido pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC).

O modelo do evento integra, em um único ambiente, empresas de toda a cadeia produtiva, do campo ao produto final. Nesse contexto, as agroindústrias concentram a agenda de negócios, com atendimento direto a clientes nacionais e internacionais.

Representantes de mais de 50 países estarão no evento, com a presença de centenas de importadores internacionais. O evento também deverá reunir compradores do varejo e do atacado nacional, ampliando as oportunidades de negócios para as empresas expositoras.

A presença direta das agroindústrias, com equipes comerciais e portfólio de produtos, reforça o caráter do SIAVS como plataforma voltada à geração de negócios e à ampliação de mercados.

“O SIAVS reúne, em um mesmo ambiente, empresas de toda a cadeia e compradores de diversos mercados. É uma oportunidade direta de conexão comercial e de fortalecimento da presença internacional da proteína animal brasileira”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Além da feira, o evento contará com programação técnica voltada a temas estratégicos para o setor, como mercado, inovação, eficiência produtiva e sustentabilidade.

O SIAVS 2026 ocupará 45 mil metros quadrados, crescimento de 65% em relação à edição anterior, e deverá reunir centenas de empresas expositoras e visitantes de mais de 60 países.

Saiba mais pelo site www.siavs.com.br

 

AGENDA:

Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS

DATA: 4 a 6 de agosto de 2026

LOCAL: Distrito Anhembi – São Paulo – Brasil – Av. Olavo Fontoura, 1209

HORÁRIO DA FEIRA: 10h às 19h (dias 04 e 05) e 10h às 17h (dia 06)