Nutrição animal ganha protagonismo no SIAVS 2026 e impulsiona nova geração de eficiência na produção

Empresas do segmento apresentam soluções que conectam desempenho, sustentabilidade e competitividade

 

São Paulo, 22 de abril de 2026 – O Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS 2026), que será realizado de 4 a 6 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), destacará o papel estratégico da nutrição animal na evolução da cadeia produtiva. Em um cenário cada vez mais orientado por eficiência e precisão, o segmento chega ao evento com soluções que impactam diretamente produtividade, custo e qualidade dos alimentos.

Apenas do segmento de nutrição animal são quase 40 empresas, incluindo fabricantes de rações, premixes, núcleos, aditivos e ingredientes. O grupo reúne empresas com atuação nacional e internacional, apresentando tecnologias aplicadas à produção de aves, suínos, bovinos e outras proteínas.

As soluções refletem uma nova etapa da produção animal, mais orientada por dados, controle e desempenho. Entre os destaques estão formulações de alta precisão, aditivos funcionais, estratégias para ganho de conversão alimentar e ferramentas que ampliam a eficiência nutricional em diferentes sistemas produtivos.

Mais do que um insumo, a nutrição se consolida como vetor de competitividade. No SIAVS, essas tecnologias estarão inseridas em um ambiente que integra toda a cadeia produtiva, permitindo que produtores e agroindústrias visualizem, de forma prática, como a nutrição se conecta ao resultado final.

Essa integração fortalece o posicionamento do evento como espaço de negócios e de atualização técnica, ao aproximar empresas de nutrição de seus clientes diretos — produtores, cooperativas e agroindústrias — em busca de soluções aplicáveis ao dia a dia da produção.

“A nutrição animal é um dos pilares da eficiência produtiva. O SIAVS reúne essas soluções em um ambiente que favorece a troca de conhecimento e a geração de negócios”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

A programação técnica do evento também abordará temas relacionados ao segmento, com discussões sobre inovação, eficiência produtiva, sustentabilidade e tendências de mercado.

O SIAVS 2026 ocupará 45 mil metros quadrados, crescimento de 65% em relação à edição anterior, e deverá reunir centenas de empresas expositoras e visitantes de mais de 60 países.

Saiba mais pelo site www.siavs.com.br.

AGENDA:
Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS
Data: 4 a 6 de agosto de 2026
Local: Distrito Anhembi – São Paulo – Brasil – Av. Olavo Fontoura, 1209
Horário da feira: 10h às 19h (dias 04 e 05) e 10h às 17h (dia 06)

Exportadores brasileiros de proteína animal participam da FHA Singapore 2026

Ação promovida pela ABPA e ApexBrasil reunirá 10 agroindústrias brasileiras em estande coletivo na principal feira de alimentos e hospitalidade do Sudeste Asiático

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), levará exportadores brasileiros de proteína animal, entre os dias 21 e 24 de abril, para a FHA – Food & Hotel Asia, uma das mais importantes feiras internacionais voltadas aos setores de alimentos, food service e hospitalidade do continente asiático, realizado em Singapura.

Promovendo as marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck, cerca de 10 agroindústrias brasileiras participaram da iniciativa, em um espaço exclusivo para os setor.  Estão confirmadas: Alibem, Copacol, Ecofrigo, Frigoestrela, GTfoods, MBRF, Naturovos, Seara, Jaguafrangos e Zanchetta.

Singapura é um dos mercados mais relevantes para as exportações brasileiras de proteína animal no Sudeste Asiático, especialmente por sua posição estratégica como hub logístico e de distribuição regional. O país mantém presença consistente entre os destinos das exportações brasileiras de carne de frango, com 15,4 mil toneladas embarcadas em fevereiro, crescimento de 20,1% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado do primeiro bimestre, os embarques para o mercado singapurense somaram 29,6 mil toneladas, alta de 9,4% frente ao mesmo período de 2025.

No caso da carne suína, Singapura também figura entre os destinos relevantes da pauta exportadora brasileira, com 5,4 mil toneladas embarcadas em fevereiro e 10,9 mil toneladas no acumulado de janeiro e fevereiro, refletindo a demanda constante do mercado local por proteínas importadas de fornecedores com elevado padrão sanitário e capacidade regular de abastecimento.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a participação brasileira na FHA reforça a estratégia de ampliação da presença da proteína animal do Brasil em mercados com elevada dependência de importações de alimentos.

“A FHA é uma das principais plataformas de conexão com importadores, distribuidores e operadores do setor de food service da Ásia. A presença das agroindústrias brasileiras no evento reforça o posicionamento do Brasil como fornecedor confiável de proteína animal, com elevado padrão sanitário, capacidade produtiva e regularidade no abastecimento de mercados internacionais”, avalia Santin.

Veja mais informações sobre o evento pelo site
https://www.foodnhotelasia.com/

Novas adesões ao maior evento do setor de proteína animal reforça oportunidades para visitantes

São Paulo, 15 de abril de 2026 – A evolução tecnológica da cadeia de proteína animal estará no centro do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS 2026), maior evento dos setores do país, que acontecerá entre os dias 04 e 06 de agosto no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

Reunindo um número ampliado de empresas fornecedoras de equipamentos, soluções industriais e tecnologias aplicadas à produção e ao processamento de alimentos o SIAVS 2026 reforçará sua posição como principal vitrine de inovação do setor ao concentrar, em um único ambiente, soluções que abrangem todas as etapas da cadeia produtiva, da produção primária à indústria.

Com a participação de dezenas de empresas especializadas em equipamentos do campo à agroindústria, o SIAVS apresentará ao público tecnologias voltadas ao aumento de eficiência, controle de processos, segurança sanitária e sustentabilidade. O perfil dos expositores inclui fabricantes nacionais e multinacionais, desenvolvedores de tecnologias digitais e integradores de soluções industriais, refletindo o avanço consistente da automação e da digitalização no setor.

Entre os destaques estão sistemas de automação industrial, equipamentos com maior eficiência energética, equipamentos para granjas e processamentos em frigoríficos, soluções baseadas em inteligência artificial e visão computacional, tecnologias voltadas à biosseguridade, além de ferramentas de rastreabilidade e gestão de dados em tempo real. O conjunto de soluções evidencia uma cadeia produtiva cada vez mais orientada por dados, precisão operacional e padrões elevados de qualidade.

A presença dessas empresas reforça o SIAVS como ponto de convergência entre indústria, tecnologia e produção, conectando fornecedores a agroindústrias, cooperativas e produtores em busca de maior competitividade no mercado global.

“O avanço tecnológico tem sido determinante para o desempenho da proteína animal brasileira. O SIAVS reúne essas soluções em um ambiente único, permitindo acesso direto às inovações que já estão transformando a produção de alimentos”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Além da feira, o evento contará com programação técnica alinhada a essa agenda de transformação, com palestras e painéis dedicados à digitalização da produção, inteligência artificial, eficiência operacional, sustentabilidade e tendências de consumo. A proposta é integrar conhecimento técnico e soluções práticas, ampliando a capacidade de adaptação do setor aos novos desafios.

Maior edição da história do evento, o SIAVS 2026 ocupará uma área de 45 mil metros quadrados — crescimento de 50% em relação à edição anterior. A expectativa é reunir centenas de empresas expositoras e visitantes de mais de 60 países, consolidando o evento entre os principais encontros globais da proteína animal.

Saiba mais pelo site www.siavs.com.br.

 

AGENDA:

Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS

DATA: 4 a 6 de agosto de 2026

LOCAL: Distrito Anhembi – São Paulo – Brasil – Av. Olavo Fontoura, 1209

HORÁRIO DA FEIRA: 10h às 19h (dias 04 e 05) e 10h às 17h (dia 06)

 

Exportações de carne suína registram recorde histórico em março

Embarques superam 150 mil toneladas, e crescem 32,2%

Análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin https://drive.google.com/file/d/1E8Cw1NfY-onB-3b8uoRDk6efL_5ysmMT/view?usp=sharing

 

São Paulo, 08 de abril de 2026 – Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) registraram recorde histórico em março, com total de 153,8 mil toneladas embarcadas, número que supera em 32,2% o registrado no mesmo período do ano passado, com 116,3 mil toneladas.

A receita dos embarques de março também é recorde, com US$ 361,6 milhões registrados no período, saldo 30,1% maior em relação aos US$ 278 milhões no terceiro mês de 2025.

No ano (janeiro a março), o crescimento em volumes é de 16,5% em volumes, com 392,2 mil toneladas embarcadas no primeiro trimestre deste ano, contra 336,8 mil toneladas no mesmo período do ano passado. A receita registrada no período chegou a US$ 916 milhões, saldo 16,1% maior em relação ao ano anterior, com US$ 788,9 milhões.

Principal destino das exportações de carne suína, as Filipinas foram destino de 48,9 mil toneladas em março (volume 80,7% maior em relação ao mesmo período do ano anterior), seguido pelo Japão, com 18,2 mil toneladas (+85,8%), China, com 12,7 mil toneladas (-9,5%), Chile, com 10,6 mil toneladas (+26,1%) e Hong Kong, com 8,8 mil toneladas (-29,4%).

“A demanda global por carne suína do Brasil segue elevada, em especial, em mercados como Filipinas, Japão e outros países da Ásia e da América do Sul.  O comportamento das exportações neste início de ano deve persistir ao longo dos próximos meses, confirmando a projeção de alta para os embarques de 2026”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina segue como maior exportador de carne suína do Brasil, com 71 mil toneladas exportadas em março (+21,5% em relação ao mesmo período do ano passado), seguido pelo Rio Grande do Sul, com 43,3 mil toneladas (+71,4%), Paraná, com 21,4 mil toneladas (+10,5%), Minas Gerais, com 4,8 mil toneladas (+69,%) e Mato Grosso, com 4,2 mil toneladas (+37,8%).

Mesmo com crise no Oriente Médio, exportações de carne de frango crescem 6% em março

Embarques para países impactados pelo Conflito do Oriente Médio seguem recebendo produtos, ainda que parcialmente, mesmo com fechamento do Estreito de Ormuz

 

Análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin. Link: https://drive.google.com/file/d/1cpcLwurnM7EivDfRWfoW4cTG9HnbHv2v/view?usp=sharing

São Paulo, 08 de abril de 2026 – As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 504,3 mil toneladas em março, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 6% o total exportado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 476 mil toneladas.

A receita mensal das exportações também registrou recorde. Ao todo, foram US$ 944,7 milhões em março deste ano, número 6,2% maior em relação aos US$ 889,9 milhões no mesmo período de 2025.

No ano (janeiro a março), o volume embarcado pelo setor chegou a 1,456 milhão de toneladas, superando em 5% o total exportado no primeiro trimestre de 2025, com 1,387 milhão de toneladas. O crescimento é ainda mais expressivo em receita, com US$ 2,764 bilhões neste ano, resultado 6,9% maior em relação ao ano anterior, com US$ 2,586 bilhões no ano passado.

China retomou o ritmo das importações praticadas antes de maio de 2025 (quando ocorreu um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade na produção comercial do Brasil, situação que já foi superada), com total de 51,8 mil toneladas em março deste ano (+11,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior). No ranking dos principais destinos estão o Japão, com 42,1 mil toneladas (+41,3%), a Arábia Saudita, com 38,7 mil toneladas (-5,3%), a África do Sul (+21,4%), com 33,1 mil toneladas e a União Europeia, com 30,7 mil toneladas (+33,7%).

Em uma análise dos efeitos da Guerra no Golfo Pérsico e o fechamento do estreito de Ormuz, as exportações para os países do Oriente Médio que são destinos da carne de frango do Brasil registraram queda de 18,5% nos volumes embarcados em março deste ano na comparação com o mês de fevereiro, anterior ao conflito.

“Apesar da queda comparativa registrada no Oriente Médio, os expressivos volumes comprovam que o fluxo de exportações segue acessando a região por meio das rotas alternativas.  São mais de 100 mil toneladas enviadas aos mercados da região no mês de março, com mais de 45 mil toneladas destinadas aos países diretamente impactados pelo fechamento do Estreito de Ormuz.  As gestões de facilitação realizadas pelo Ministério da Agricultura e pelo setor têm sido efetivas, garantindo oferta de alimentos para as áreas hoje atingidas pela Guerra do Golfo.  No restante dos mercados, a demanda segue crescente, em especial, nos principais destinos da Ásia”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin. 

Principal estado exportador, o Paraná embarcou 202 mil toneladas, número 5,1% maior em relação ao mesmo período do ano passado. Em seguida estão Santa Catarina, com 109 mil toneladas (+2,7%), Rio Grande do Sul, com 70,7 mil toneladas (+11,9%), São Paulo, com 32,5 mil toneladas (+22,6%) e Goiás, com 26 mil toneladas (+14,8%).

 

Estão abertas as inscrições para programação de palestras do SIAVS 2026

SIAVS abre inscrições para programação de palestras e anuncia maior edição da história em 2026

 

Estão abertas as inscrições para participação na programação de palestras do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), maior evento das cadeias produtivas das proteínas animais do Brasil, que será realizado entre os dias 04 e 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

A programação reunirá especialistas nacionais e internacionais em uma agenda abrangente de conteúdos voltados aos principais desafios e tendências das proteínas animais, além de temas transversais estratégicos para a produção.

Entre os destaques da grade estão painéis sobre sanidade e biosseguridade, com foco na prevenção e controle de enfermidades; sustentabilidade e ESG, incluindo eficiência produtiva, bem-estar animal e redução de impactos ambientais; inovação e tecnologia, com aplicações em automação, digitalização e inteligência de dados; nutrição animal e insumos, com análises de custos e eficiência; além de debates sobre mercado e comércio internacional, geopolítica, acesso a mercados e segurança alimentar.

A programação foi estruturada para oferecer conteúdo técnico de alto nível, com aplicabilidade prática para produtores, agroindústrias e profissionais da cadeia produtiva.

O SIAVS 2026 já nasce como um marco histórico para a proteína animal brasileira e mundial. Maior edição de todos os tempos, a feira ocupará 45 mil metros quadrados – um salto de 65% em relação a 2024 – e se posiciona definitivamente entre os maiores encontros globais do setor, com a participação confirmada de empresas e visitantes de mais de 60 países.

Realizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o evento reúne milhares de visitantes de todas as regiões do Brasil e do exterior, incluindo lideranças políticas, autoridades, compradores internacionais, formadores de opinião e profissionais de toda a cadeia produtiva.

A nova edição evidencia o avanço da internacionalização do evento. Pela primeira vez, estarão presentes grandes líderes globais em equipamentos de linhas industriais, como Marel, Meyn, Foodmate e Mayekawa, reforçando o perfil inovador e tecnológico do SIAVS.

Outro destaque é a expansão da participação do setor de bovinos, que triplicou sua presença, passando de 280 metros quadrados em 2024 para mais de 620 metros em 2026, um crescimento superior a 120%.

No destaque da feira, mais de 5 mil metros quadrados estarão dedicados às principais agroindústrias de aves, suínos,bovinos, peixes, ovos e genética – segmentos em que o Brasil é referência mundial em produção sustentável e competitiva. Ao lado delas, empresas de genética, equipamentos de granja, insumos biológicos e farmacêuticos completarão a vitrine internacional de soluções para toda a cadeia produtiva.

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o crescimento do evento reflete o papel estratégico do Brasil no cenário global. _“O SIAVS se consolida como um espaço global de articulação, onde conhecimento, negócios e cooperação se encontram. É neste ambiente que o Brasil reafirma seu papel como referência em segurança alimentar e como parceiro confiável e estratégico para o futuro da proteína animal_”, destaca.

Paralelamente à feira, a programação técnica do SIAVS consolida-se como um dos principais fóruns de conteúdo do setor, integrando conhecimento, inovação e visão estratégica em um ambiente de alto nível.

As inscrições e informações completas do evento podem ser obtidas pelo link www.siavs.com.br.

 

SERVIÇO

Inscrições para participação na programação de palestras do SIAVS 2026

Data do evento: 04 a 06 de agosto de 2026

Local: Distrito Anhembi – São Paulo (SP)

Informações e inscrições: www.siavs.com.br

Estão abertas as inscrições para o Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável do SIAVS 2026

Estão abertas as inscrições para o Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável, reconhecimento científico que a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) promoverá durante o SIAVS 2026 – Salão Internacional de Proteína Animal, maior evento da avicultura e da suinocultura do Brasil, que será realizado entre os dias 04 e 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

A iniciativa contempla duas distinções, voltadas à valorização de pesquisas com efetiva aplicabilidade prática para a cadeia produtiva da proteína animal:

  • Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável – Grandes Áreas, destinado a trabalhos científicos com impacto nas áreas de produção, manejo e ambiência; nutrição; tecnologia e processos; sanidade; sustentabilidade; e saúde pública.
  • Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável – RAM (Resistência aos Antimicrobianos), voltado exclusivamente a estudos que abordem estratégias, ferramentas, indicadores e práticas relacionadas ao uso responsável de antimicrobianos e ao enfrentamento da resistência microbiana na produção animal, tema estratégico para o setor e alinhado aos princípios internacionais de One Health – no âmbito da  campanha “Uso Consciente, Futuro Responsável”, mantida pela ABPA.

O objetivo do Mérito é estimular pesquisas que extrapolem o ambiente acadêmico e apresentem aplicabilidade concreta, contribuindo para ganhos de eficiência, segurança sanitária, sustentabilidade e competitividade internacional da avicultura e da suinocultura brasileiras.

Os trabalhos inscritos serão avaliados por comissão julgadora composta por especialistas com reconhecida atuação técnica e acadêmica. Entre os critérios considerados estão:

  • Relevância estratégica para o setor
  • Grau de inovação
  • Consistência metodológica
  • Aplicabilidade prática
  • Potencial de impacto na cadeia produtiva

Após a etapa de avaliação, os trabalhos selecionados serão apresentados durante a programação oficial do SIAVS, ampliando sua visibilidade junto a empresários, pesquisadores, autoridades sanitárias e representantes nacionais e internacionais.

Como forma de reconhecimento, o primeiro autor do trabalho vencedor em cada uma das duas distinções participará, com apoio da organização, de uma experiência internacional em uma das principais feiras globais de alimentos, podendo escolher entre a SIAL Paris 2026, em Paris, ou a Gulfood 2027, em Dubai. A iniciativa proporciona imersão no ambiente internacional de negócios e inovação, fortalecendo a formação estratégica dos pesquisadores.

As inscrições devem ser realizadas conforme as orientações disponíveis no site oficial do evento, onde também constam regulamento completo, prazos, formato de submissão e demais informações: https://siavs.com.br/trabalho-cientifico/

Exportações de ovos crescem 16,3% em fevereiro

Receita mensal avança 25,1%; Chile e Japão impulsionam embarques do mês

 

São Paulo, 10 de março de 2026 – As exportações brasileiras de ovos (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 2.939 toneladas em fevereiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 16,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 2.527 toneladas.

Em receita, o crescimento foi ainda mais expressivo. As vendas internacionais do setor somaram US$ 6,175 milhões, valor 25,1% superior ao obtido em fevereiro de 2025, quando as exportações totalizaram US$ 4,936 milhões.

No acumulado do primeiro bimestre, as exportações brasileiras de ovos alcançaram 6.025 toneladas, número 23,4% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 4.884 toneladas. Em receita, o crescimento comparativo chega a 37,9%, com US$ 12,583 milhões obtidos nos dois primeiros meses de 2026, contra US$ 9,122 milhões no mesmo período do ano passado.

Entre os principais destinos das exportações brasileiras de ovos em fevereiro estão Chile, com 767 toneladas (+156,8%), Emirados Árabes Unidos, com 531 toneladas (-3,1%), Japão, com 524 toneladas (+143,5%), e México, com 284 toneladas (+12,7%).

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o desempenho das exportações reflete o fortalecimento da presença internacional da cadeia produtiva de ovos brasileira e a ampliação da diversificação de destinos.

“Os resultados deste início de ano mostram um crescimento consistente das exportações, com destaque para mercados da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina. A diversificação de destinos e a competitividade do produto brasileiro têm ampliado o espaço da nossa produção no comércio internacional, consolidando gradualmente a cultura exportadora do setor de ovos”, avalia Santin.

Embarques de carne suína crescem em fevereiro e Filipinas ampliam liderança entre destinos

Alta mensal é impulsionada pela demanda asiática; embarques para Filipinas avançam mais de 77% no mês

 

São Paulo, 06 de março de 2026 – As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 122,1 mil toneladas em fevereiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 6,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 114,4 mil toneladas.

Em receita, o desempenho também foi positivo. Ao todo, as vendas internacionais do setor somaram US$ 284,1 milhões, valor 4,1% superior ao obtido em fevereiro de 2025, quando as exportações alcançaram US$ 272,9 milhões.

No acumulado do primeiro bimestre do ano, as exportações brasileiras de carne suína chegaram a 238,4 mil toneladas, volume 8,1% maior em relação ao mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 220,5 mil toneladas. Em receita, o crescimento acumulado chega a 8,5%, com US$ 554,4 milhões obtidos nos dois primeiros meses de 2026, contra US$ 510,9 milhões registrados no mesmo período do ano passado.

Na análise por país-destino, as Filipinas ampliaram sua posição como principal mercado para a carne suína brasileira. Em fevereiro, o país importou 40,9 mil toneladas, volume 77,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. Em seguida aparecem Japão, com 12,1 mil toneladas (+34,8%), China, com 11,1 mil toneladas (-43%), Chile, com 8,8 mil toneladas (+6%), e Hong Kong, com 8 mil toneladas (-40%).

Também figuram entre os principais destinos Singapura, com 5,4 mil toneladas (-16,6%), Argentina, com 4,3 mil toneladas (-10,5%), Uruguai, com 4 mil toneladas (+8,7%), México, com 3,2 mil toneladas (+8%), e Geórgia, com 3,1 mil toneladas (+122%).

“O avanço expressivo em mercados como Filipinas e Japão demonstra a confiança dos importadores no status sanitário, na regularidade de fornecimento e na competitividade da proteína produzida no Brasil. Ao mesmo tempo, a diversificação de destinos tem ampliado a segurança da pauta exportadora, reduzindo a dependência de mercados específicos e abrindo novas oportunidades comerciais. Neste cenário, fatores como a credibilidade sanitária, a capacidade produtiva e a eficiência logística do setor brasileiro deixam de ser apenas condicionantes e passam a se consolidar como diferenciais estratégicos para sustentar o crescimento das exportações ao longo do ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principal exportador de carne suína, Santa Catarina embarcou 57 mil toneladas em fevereiro, número 7,7% menor em relação ao mesmo período do ano passado.  Em seguida estão o Rio Grande do Sul, com 29,7 mil toneladas (+24,1%), Paraná, com 20,6 mil toneladas (+15,3%), Mato Grosso, com 3,9 mil toneladas (+39,2%) e Minas Gerais, com 3,1 mil toneladas (+34,3%).

Embarques de carne de frango crescem 5,3% em fevereiro

Alta em receita mensal chega a 8,6%; China reassume liderança nos embarques mensais

São Paulo, 06 de março de 2026 – As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 493,2 mil toneladas em fevereiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é o maior já registrado para o mês de fevereiro, superando em 5,3% o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 468,4 mil toneladas.

O saldo em dólares também é o maior já registrado para o mês de fevereiro. Ao todo, foram US$ 945,4 milhões, número 8,6% superior ao alcançado no mesmo período do ano passado, com US$ 870,4 milhões.

No ano, a alta acumulada chega a 4,5%, com 952,3 mil toneladas embarcadas no primeiro bimestre deste ano, contra 911,4 mil toneladas no mesmo período do ano passado. Em receita, o crescimento comparativo é de 7,2%, com US$ 1,819 bilhão em 2026, contra US$ 1,696 bilhão nos dois primeiros meses de 2025. É o melhor desempenho já registrado no período, tanto em volume quanto em receita.

Considerando os dados por país, a China reassumiu a liderança das exportações de carne de frango. Ao todo, foram 49,4 mil toneladas exportadas em fevereiro, número apenas 0,4% menor em relação ao registrado no segundo mês de 2025. Em seguida estão Emirados Árabes Unidos, com 44 mil toneladas (+13,4%), Japão, com 38,2 mil toneladas (+38%), Arábia Saudita, com 33,8 mil toneladas (+7,3%), África do Sul, com 31,3 mil toneladas (+27,6%), União Europeia, com 30,1 mil toneladas (+46,3%), Filipinas, com 30 mil toneladas (+29,2%), Coreia do Sul, com 18,5 mil toneladas (+2,4%), México, com 15,8 mil toneladas (-24,3%), e Singapura, com 15,4 mil toneladas (+20,1%).

“Vimos em fevereiro a consolidação da retomada dos embarques para a China, nos mesmos patamares anteriormente praticados para este destino, comportamento também observado nas exportações para a União Europeia. Os efeitos comerciais do foco de Influenza Aviária registrado — e já superado — na produção comercial do Brasil, em maio do ano passado, foram superados e devem influenciar positivamente o desempenho das exportações nos próximos meses, acompanhando a alta dos embarques para os principais países importadores.  Isso comprova a forte demanda internacional que há pela proteína animal do Brasil. Por outro lado, são grandes os esforços para a construção de alternativas logísticas que mantenham o fluxo para destinos afetados pelo conflito no Golfo do Oriente Médio”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

No levantamento por Estado, o Paraná seguiu na liderança, com 211 mil toneladas exportadas em fevereiro, número 13,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.  Em seguida estão Santa Catarina, com 104,6 mil toneladas (-1,9%), Rio Grande do Sul, com 61,1 mil toneladas (-12,47%), São Paulo, com 28,8 mil toneladas (+6,4%) e Goiás, com 24,5 mil toneladas (+19,36%).

Novo destino para a carne de frango – Os exportadores de carne de frango celebraram o anúncio do Ministério da Agricultura e Pecuária sobre a conquista de acesso ao mercado das Ilhas Salomão para exportações do setor brasileiro.

País com forte dependência de importações de alimentos e demanda crescente por proteína animal, as Ilhas Salomão possuem aproximadamente 830 mil habitantes e apresentam produção doméstica limitada de frango. Dados da Food and Agriculture Organization (FAO) indicam que a oferta interna do produto dobrou ao longo da última década, passando de cerca de 2 mil toneladas em 2010 para aproximadamente 4 mil toneladas, refletindo um setor em expansão, porém ainda dependente de importações para atender à demanda.  Em 2024, as importações de carne de frango somaram cerca de US$ 10,8 milhões, com fornecimento concentrado principalmente na Austrália e nos Estados Unidos.

“A abertura deste mercado coloca o Brasil como alternativa sólida na parceria estratégica para o apoio à segurança alimentar deste país, oferecendo proteína de qualidade produzida com elevados padrões sanitários e grande capacidade de abastecimento”, analisa Santin.