DIA MUNDIAL DO FRANGO: Mesmo diante de um dos momentos mais desafiadores da história, setor mantém oferta ao Brasil e amplia presença internacional

Vídeo para a data com o presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://bit.ly/42pW4fR

São Paulo, 10 de maio de 2023 – Hoje é o Dia Mundial do Frango, data estabelecida pelo Conselho Mundial da Avicultura (IPC, sigla em inglês) para exaltar as conquistas do setor internacional, divulgar as qualidades e estimular o consumo desta que é uma das mais importantes proteínas de origem animal para a segurança alimentar global. O dia também é comemorado pela avicultura do Brasil, que é um dos países de maior destaque no quadro internacional, explica o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin.

Após enfrentar um dos períodos mais difíceis da história recente – com uma alta nos custos de produção sem precedentes e o quadro crítico gerado pela pandemia – a avicultura do Brasil indica encontrar um quadro menos crítico, com números positivos.

Um deles é o status da produção nacional. Os números consolidados pela ABPA mostram que o Brasil assumiu o segundo lugar entre os maiores produtores mundiais de carne de frango (posto antes ocupado pela China), totalizando 14,5 milhões de toneladas em 2022. Para este ano, a expectativa do setor é de se aproximar de 15 milhões de toneladas produzidas.

Em exportações, o saldo também é positivo. Após alcançar um recorde histórico nos embarques realizados em 2022, com 4,8 milhões de toneladas nos 12 meses do ano, há expectativa de um saldo ainda maior em 2023, ultrapassando 5 milhões de toneladas – conforme as projeções da ABPA. Anualmente, são US$ 9,7 bilhões de resultados em receitas cambiais para o país, promovendo empregos e renda para o Brasil.

Apesar da alta de custos de produção, a oferta interna de produtos não foi afetada, sendo até mesmo ampliada durante e após o período da pandemia, conforme informa Santin.

“As empresas se mantiveram resilientes em meio à crise que alcançou o setor nos últimos dois anos, e conseguiram avançar significativamente. No mercado internacional, ampliamos a nossa presença. O principal destaque, no entanto, é o mercado interno, para onde destinamos cerca de 67% da nossa produção. Atualmente, a carne de frango é a proteína animal mais consumida no Brasil, com índices de consumo per capita acima de 45 quilos anuais”, analisa.

Veja mais informações sobre a produção de carne de frango do Brasil aqui: https://abpa-br.org/destaque/dia-mundial-do-frango/

Exportações de carne de frango crescem 4% em abril

Média das exportações do setor se mantém acima das 430 mil toneladas no quadrimestre

Vídeo com análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin: https://bit.ly/3M934br

São Paulo, 09 de maio de 2023 – As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 435,1 mil toneladas em abril, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 4% o total embarcado no mesmo período de 2022, quando foram exportadas 418,2 mil toneladas.

Em receita, as vendas internacionais do setor alcançaram US$ 840,3 milhões, número 2,3% maior que o total registrado em abril do ano passado, com US$ 821 milhões.

No acumulado de 2023, as exportações de carne de frango já totalizam 1,749 milhão de toneladas, volume 12,1% superior ao registrado no 1° quadrimestre de 2022, com 1,560 milhão de toneladas.

No mesmo período, a receita acumulada chegou a US$ 3,413 bilhões, saldo 18,9% superior ao realizado no ano passado, com US$ 2,872 bilhões.

“O volume embarcado em abril praticamente repete a média mensal registrada ao longo deste ano, que está acima das 430 mil toneladas. Nos próximos meses, são esperados números de exportações equivalentes aos de abril, projetando para o ano volumes superiores a 5 milhões de toneladas de carne de frango embarcadas pelo Brasil para mais de 150 países”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin. 

Principal destino das exportações brasileiras, a China importou no quadrimestre 262,8 mil toneladas, volume 33,3% superior ao embarcado no mesmo período de 2022.  Outros destaques foram o Japão, com 140,6 mil toneladas (+6,2%), África do Sul, com 134,1 mil toneladas (+12%), Arábia Saudita, com 119,5 mil toneladas (+36,9%), União Europeia, com 79,6 mil toneladas (+11%), Filipinas, com 76 mil toneladas (+8,3%) e México, com 69,6 mil toneladas (+18,9%).

No levantamento por estado, o Paraná segue como principal exportador do setor, com 727,5 mil  toneladas exportadas entre janeiro e abril, superando em 16,75% o resultado registrado em 2022.  Em seguida estão Santa Catarina, com 366,2 mil toneladas (+8,88%), Rio Grande do Sul, com 245,6 mil toneladas (+1,02%), São Paulo, com 101,5 mil toneladas (+26,27%) e Goiás, com 79,8 mil toneladas (+37,49%).

“A China continua o seu ritmo acelerado de compras e este comportamento também se repete em vários destinos importantes como México, Coreia do Sul e Singapura. Ao mesmo tempo que vemos constantes reduções de volumes produzidos e exportados por alguns países concorrentes do Brasil, as exportações brasileiras continuam ganhando espaço internacionalmente, reafirmando assim o país como um parceiro sólido em um momento de grandes incertezas em função de questões como por exemplo a influenza aviária em várias partes do mundo” destaca o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Exportações de carne suína crescem 16,6% em abril

Receita das vendas internacionais aumenta 29,9% no quarto mês do ano

São Paulo, 08 de maio de 2023 – As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 104,5 mil toneladas em abril, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 16,6% maior que o embarcado no quarto mês de 2022, com 89,7 mil toneladas.

Em receita, o saldo das exportações alcançou US$ 251,3 milhões no período, superando em 29,9% o total exportado em abril de 2022, com US$ 193,4 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a abril), as exportações de carne suína alcançaram 379,4 mil toneladas, volume 15,9% maior que o embarcado no primeiro quadrimestre de 2022, com 327,3 mil toneladas.

Em receita, a alta registrada no período chega a 29,7%, com US$ 897,7 milhões entre janeiro e abril de 2023, contra US$ 692 milhões realizados no mesmo período do ano passado.

“As vendas internacionais brasileiras cresceram em oito dos dez maiores países importadores do setor, em especial, nos cinco maiores importadores localizados na Ásia e na América do Sul. Diversos fatores influenciaram o saldo positivo de abril e do quadrimestre, desde questões sanitárias na produção local de mercados asiáticos até mesmo a ampliação das habilitações e novos mercados que começam efetivamente a importar do Brasil. Nos quatro primeiros meses do ano fizemos uma média de quase 95 mil toneladas por mês.”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Entre os principais destinos das exportações, a China se manteve como maior importadora do produto brasileiro, com total de 143,2 mil toneladas registradas entre janeiro e abril deste ano, superando em 20,8% as exportações realizadas no primeiro quadrimestre de 2022.  Outros destaques foram Hong Kong, com 42,2 mil toneladas (+24,8%), Filipinas, com 27,8 mil toneladas (+19,5%), Chile, com 27,3 mil toneladas (+69,3%) e Singapura, com 23,8 mil toneladas (+18,7%).

No levantamento das exportações por estado, Santa Catarina segue na liderança das exportações brasileiras, com 207,2 mil toneladas exportadas entre janeiro e abril, registrando desempenho 13,7% maior que os embarques realizados em 2022. Em seguida estão o Rio Grande do Sul, com 89,1 mil toneladas (+26,81%), Paraná, com 51,3 mil toneladas (+0,54%), Mato Grosso, com 8,114 mil toneladas (+119%), e Mato Grosso do Sul, com 7,95 mil toneladas (+63,25%). .

“A perspectiva de ampliação e abertura de novos mercados e a expectativa de manutenção dos volumes embarcados para a China e outros destinos importantes especialmente na Ásia, com destaque para mercados de alto valor agregado como Japão e Coreia do Sul apontam para níveis de exportação anuais em torno de 1,2 milhão de toneladas em 2023, o que faria o Brasil se aproximar ainda mais do terceiro maior exportador do mundo, o Canadá”, comentou o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Ação da ABPA e ApexBrasil busca novas oportunidades de negócios para exportadores brasileiros no Canadá

Em busca de novas oportunidades junto ao mercado canadense, exportadores de aves e de suínos do Brasil participarão de uma ação liderada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (ApexBrasil) durante a SIAL Canadá, prevista entre os dias 09 e 11 de maio, em Toronto.

Para repetir o sucesso da edição anterior do evento, a ABPA contará com um espaço exclusivo no evento, onde serão realizadas ações de imagem e de promoção de negócios.

Cinco agroindústrias já confirmaram participação no espaço: Aurora Alimentos, BRF, Pamplona Alimentos, Seara Alimentos e Somave Alimentos. 

Além de encontros de negócios com importadores e potenciais clientes, a ABPA realizará uma série de ações focadas na valorização da imagem dos setores brasileiros, como a distribuição de materiais promocionais físicos e virtuais, que remetem ao hotsite das marcas setoriais Brazilian Chicken e Brazilian Pork. 

“O mercado canadense tem reforçado a demanda por produtos brasileiros, seja com uma alta de quase 50% nas compras de carne de frango ou com o início das vendas de carne suína, cujas primeiras tratativas ocorreram exatamente na edição passada do evento. Neste contexto, há boas expectativas quanto aos resultados que serão gerados na edição deste ano, quando também reforçaremos nossos laços com os stakeholders locais”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

O Canadá é um tradicional importador da carne de frango do Brasil. Apenas no 1° trimestre de 2023, o país importou 4,072 mil toneladas, volume 43% superior ao registrado no mesmo período do ano passado – gerando uma receita de US$ 13,6 milhões para o Brasil. 

Recentemente, o país da América do Norte abriu o seu mercado para a carne suína brasileira. Os primeiros embarques foram registrados em março, totalizando 275 toneladas. 

Reino Unido aumenta cotas para importação de carne de aves do Brasil

Incremento de volume de cotas deve adicionar mais de US$ 60 milhões nas exportações brasileiras

São Paulo, 20 de abril de 2023 – O Reino Unido publicou esta semana os volumes atualizados das cotas de carne de aves do Brasil, que possibilitará um incremento nas vendas do produto avícola para o destino europeu.  

Com o BREXIT, a União Europeia e o Reino Unido estabeleceram um acordo inicial de distribuição das cotas tarifárias (com tarifas diferenciadas) existentes para vendas de carne de aves, que indicava à ilha britânica uma cota total de 79,9 toneladas anuais de carne de frango. 

Após longa e detalhada negociação conduzida pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, com o apoio do Ministério da Agricultura e da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o volume das cotas tarifárias foi expandido para 96,5 mil toneladas anuais – um incremento de 16,6 mil toneladas anuais. 

“A divisão inicial não condizia com a realidade de mercado.  Agora, as cotas para o Reino Unido foram expandidas em praticamente todas as linhas tarifárias  Os destaques foram frango cozido e frango salgado. Deveremos já ver resultados positivos em nossas exportações a partir de julho, quando a cota entrará em vigor”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, estas alterações deverão gerar uma receita adicional de mais de US$ 60 milhões nas vendas dos produtos avícolas para o Reino Unido. 

“Foi uma importante conquista do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério da Agricultura, que deverá gerar impactos positivos relevantes no saldo geral dos embarques avícolas do país ainda este ano, além de consolidar o Brasil como grande parceiro no fornecimento de produtos avícolas para o mercado britânico”, avalia Santin.

 

 

Na Colômbia, ABPA, ApexBrasil, MAPA, MRE e Embaixada Brasileira promovem seminário sobre parcerias e complementariedade

Representantes brasileiros encerram ação com plano de ação para ampliar parcerias

Com o objetivo de fortalecer laços entre os setores de proteínas do Brasil e da Colômbia, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil, o Ministério de Relações Exteriores e a Embaixada Brasileira em Bogotá, promoveram nesta terça-feira (18), em Bogotá, o seminário “Brasil & Colômbia: Sociedad Estratégica y Complementariedad para la Seguridad Alimentaria”.

Abordando, em especial, parcerias para a suinocultura do Brasil, o seminário contou com apresentação de dados sobre a produção, pontos referentes à qualidade, sanidade e sustentabilidade do setor produtivo brasileiro.  

Contando com a presença de autoridades e importadores da Colômbia, o seminário teve como pauta principal a ampliação dos laços entre brasileiros e colombianos, em parcerias estratégicas voltadas para a garantia de fornecimento e a segurança alimentar, em complementariedade à produção local.  

O evento contou com apresentações do diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, de Marcello Martins, da ApexBrasil, de Clóvis Serafini, adido agrícola do Brasil na Colômbia, de Luis Guilherme da Silva, Ministro Conselheiro da Embaixada do Brasil na Colômbia, de Bruno Leite, Chefe da Divisão de Promoção do Agronegócio do MRE e de Leonardo Rocha Bento, chefe do setor de agricultura da Embaixada do Brasil na Colômbia.

“Foi uma oportunidade de diálogo importante para construirmos um canal sólido com o mercado colombiano. Tratamos de complementariedade, de apoio para a oferta de alimentos contra questões inflacionárias.  Reforçamos nossa posição como parceiro sólido e confiável para a segurança alimentar e finalizamos o evento tendo em mãos um plano de ação com este propósito”, destaca Rua.

Agendas em Bogotá – O Diretor de Mercados da ABPA, Luís Rua, e a Analista de Inteligência de Mercados, Vitória Pereira, participaram ainda de outras agendas com autoridades e stakeholders em Bogotá, na Colômbia, com foco na consolidação de parcerias para a avicultura e a suinocultura do Brasil.

No primeiro dia da missão (segunda-feira, 17), os representantes da ABPA se reuniram com o Diretor Executivo da Câmara de Comércio e Integração Brasil-Colômbia, Francisco Solano, juntamente com o adido agrícola do Brasil na Colômbia, Clóvis Serafini, o chefe do setor de agricultura da Embaixada do Brasil em Bogotá, Leonardo Rocha Bento, além de representantes de empresas associadas. Na ocasião, foram discutidas sinergias entre Brasil e Colômbia, e como o setor suinícola brasileiro pode ser um parceiro estratégico da Colômbia, contribuindo com a complementariedade e segurança alimentar do país.

Já no dia seguinte, o time da ABPA participou de encontro com o Embaixador do Brasil na Colômbia, Paulo Estivallet de Mesquita. Durante a reunião foram apresentadas informações acerca da produção de carne suína do Brasil, e como o setor suinícola brasileiro pode ser um importante parceiro da Colômbia, contribuindo com a complementariedade e segurança alimentar do país. Na ocasião estiveram presentes também Luis Guilherme da Silva, Ministro Conselheiro da Embaixada do Brasil na Colômbia, Cesar de Oliveira Barrio, Conselheiro da Embaixada do Brasil na Colômbia, Bruno Leite, Chefe da Divisão de Promoção do Agronegócio do MRE, Clóvis Serafini, adido agrícola do Brasil na Colômbia, Leonardo Rocha Bento, chefe do setor de agricultura da Embaixada do Brasil na Colômbia, John James Méndez, assessor de economia, comércio internacional e agricultura da Embaixada do Brasil na Colômbia, e associadas à ABPA.

SOBRE A ABPA – A ABPA é a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos da avicultura e da suinocultura do Brasil, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 8 bilhões. Sob a tutela da ABPA está a gestão, em parceria com a ApexBrasil, das cinco marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Duck e Brazilian Pork. Por meio de suas marcas setoriais, a ABPA promove ações especiais em mercados-alvo e divulga os diferenciais dos produtos avícolas e suinícolas do Brasil – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e fomenta novos negócios para a cadeia exportadora de ovos, de material genético, de carne de frangos e de suínos.

SOBRE A APEXBRASIL – A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira, entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A ApexBrasil também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atrair investimentos estrangeiros diretos (IED) ao Brasil, com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

SOBRE AS MARCAS SETORIAIS – Os Projetos Setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders, Brazilian Duck e Brazilian Pork são mantidos pela ABPA em parceria com a ApexBrasil com o objetivo de promover junto ao mercado internacional as carnes de frangos, de suínos, patos, ovos e material genético produzidos no Brasil. Por meio da participação em feiras, realização de workshops e outras ações especiais de promoção comercial, os projetos valorizam atributos destes setores produtivos – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e valorizam as marcas internacionais dos produtos, fomentando novos negócios para os exportadores brasileiros. Cerca de 62 empresas participam dos projetos atualmente. Informações sobre como fazer parte dos projetos setoriais podem ser obtidas pelo e-mail Isis.sardella@abpa-br.org.

Exportações de genética avícola crescem 93,7% em março

Receita das vendas aumentam 84,7% no mês

São Paulo, 19 de abril de 2023 – As exportações brasileiras de genética avícola (incluindo pintos de 01 dia e ovos férteis) totalizaram 3,038 mil toneladas em março, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 93,7% o resultado registrado no mesmo período de 2022, quando foram embarcadas 1,569 mil toneladas.

As vendas de março geraram receita de US$ 27,842 milhões, saldo 84,7% superior ao verificado no terceiro mês de 2022, com US$ 15,078 milhões.

No primeiro trimestre, as vendas de genética avícola avançaram 92,5%, com 7,685 mil toneladas exportadas em 2023, contra 3,991 mil toneladas no ano anterior.

A receita das vendas do ano chegou a US$ 70,080 milhões, saldo 70,3% maior que o registrado nos três primeiros meses de 2022, com US$ 41,157 milhões.

Principal destino das exportações de genética avícola em março, o México importou 1,719 mil toneladas no mês, número 279% superior ao registrado no mesmo período de 2022. Outros destaques foram Peru, com 626 toneladas (+34.182%) e Paraguai, com 287 toneladas (+13,3%).

“Os países da América Latina expandiram as suas importações em março, superando destinos tradicionais do setor, como Senegal. Venezuela, Arábia Saudita e União Europeia também fizeram compras significativas no mês, reforçando a posição brasileira como plataforma exportadora de genética avícola, que é um segmento de alto valor agregado na avicultura”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Exportações de carne suína crescem 16,9% em março

Receita dos embarques totalizaram US$ 248,9 milhões no mês

São Paulo, 11 de abril de 2023 – As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 106,9 mil toneladas em março, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 16,9% as vendas registradas no mesmo período de 2022, quando foram embarcadas 91,5 mil toneladas.

Em receita, as vendas de março totalizaram US$ 248,9 milhões, número 30,8% superior ao obtido em março de 2022, quando a receita alcançou US$ 190,3 milhões.

No trimestre, o volume exportado de carne suína chegou a 274,8 mil toneladas, volume 15,7% maior que as 237,5 mil toneladas embarcadas entre janeiro e março de 2022. No mesmo período, a receita das exportações totalizou US$ 646,3 milhões, saldo 29,6% maior que o total obtido nos três primeiros meses de 2022, com US$ 498,5 milhões.

“Custos de produção em alta no mundo, assim como os impactos de questões sanitárias em vários países produtores de carne suína têm sustentado a tendência de aumento pela demanda do nosso produto, que é refletida pelas elevações nas vendas em oito dos dez maiores importadores da carne suína brasileira. Diferentemente do que vimos no 1° trimestre de 2022, os três primeiros meses deste ano seguem em ritmo equivalente ao visto no segundo semestre do ano passado, indicando um ano com tendência de alta comparativa nas exportações”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principal destino dos embarques, a China importou 109,6 mil toneladas entre janeiro e março, número 25,6% superior ao registrado em 2022, com 87,2 mil toneladas.  No mesmo período, também se destacaram as vendas para Chile, com 21,3 mil toneladas (+96,8%), Filipinas, com 17,8 mil toneladas (+8), Singapura, com 15,9 mil toneladas (+25,8%), e Japão, com 7,2 mil toneladas (+36,9%).

“Além dos tradicionais destinos de exportação, houve neste mês a realização dos primeiros embarques de carne suína do Brasil para o México, consolidando o fluxo de embarques para este mercado que foi recentemente aberto para os produtos brasileiros. Ao mesmo tempo, o recrudescimento da Peste Suína Africana na China e nas Filipinas devem manter as exportações brasileiras em patamares acima das 100 mil toneladas mensais”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.