Com reabertura de China, exportações de carne de frango retomam perspectivas de crescimento para 2025

As exportações brasileiras de carne de frango registraram em outubro o segundo melhor resultado mensal da história do setor, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ao todo, foram exportadas 501,3 mil toneladas de carne no mês, saldo que superou em 8,2% o volume embarcado no mesmo período do ano passado, com 463,5 mil toneladas.

Com isso, as exportações de carne de frango no ano (volume acumulado entre janeiro e outubro) chegaram a 4,378 milhões de toneladas, saldo apenas 0,1% menor em relação ao total registrado no mesmo período do ano passado, com 4,380 milhões de toneladas.

“O desempenho de outubro é o maior desde março de 2023, quando registramos o recorde mensal do setor. Com os expressivos embarques do mês, praticamente zeramos a diferença entre os volumes embarcados neste ano e no ano passado, revisando as projeções para um provável crescimento em toneladas embarcadas para os doze meses de 2025”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

A receita das exportações de outubro chegaram a US$ 865,4 milhões, volume 4,3% menor em relação ao décimo mês de 2024, com US$ 904,4 milhões. No ano (janeiro a outubro), o total chega a US$ 8,031 bilhões, resultado 1,8% menor em relação ao ano anterior, com US$ 8,177 bilhões.

Principal destino das exportações de carne de frango, a África do Sul importou 53,7 mil toneladas em outubro, saldo 126,9% maior em relação ao ano anterior. Em seguida estão Emirados Árabes Unidos, com 40,9 mil toneladas (+32%), Arábia Saudita, com 36,63 mil toneladas (+66,1%), Filipinas, com 34 mil toneladas (+38,2%) e Japão, com 29,7 mil toneladas (-25,5%). “A retomada da China deverá ser um novo fator a influenciar significativamente e de forma positiva o resultado na reta final deste ano para o setor”, ressalta Santin.

O Paraná segue como maior exportador de carne de frango do Brasil, com 205,1 mil toneladas (+7,9%), seguido por Santa Catarina, com 111,6 mil toneladas (+5,8%), Rio Grande do Sul, com 60,9 mil toneladas (+8,8%), São Paulo, com 32,2 mil toneladas (+12,3%) e Goiás, com 27,3 mil toneladas (+44,4%).

Reabertura da China para carne de frango é resultado da competência técnica e diplomática do Brasil

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) comemorou a reabertura do mercado da China para a carne de frango do Brasil, tornada pública hoje pelas autoridades chinesas. 

A suspensão ocorreu no contexto do único foco registrado – e que já foi totalmente superado – de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) na produção comercial de carne de frango do Brasil, ocorrida em 16 de maio.

Junto com o controle e erradicação da enfermidade em um curto espaço de tempo, e esclarecimento das autoridades internacionais – com rápida retomada do status de livre de IAAP perante a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) – as autoridades brasileiras dedicaram amplos esforços diplomáticos para o restabelecimento do fluxo comercial dos mercados suspensos. Isto, em especial, pelo trabalho liderado pelo Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, seus secretários de Relações e Comércio Internacional, Luís Rua, e de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart e suas equipes, engajando nas negociações até mesmo a Presidência, a Vice-Presidência da República e o Ministério das Relações Exteriores.

Gradativamente, todos os grandes importadores de carne de frango retomaram as compras.  Recentemente, a União Europeia anunciou a retomada dos embarques.  Hoje, a China, último grande importador de carne de frango fechado, reabriu seus portos para o produto brasileiro.

“Houve um amplo e altamente profissional trabalho de negociação neste processo, que incluiu a renegociação de certificados sanitários para evitar suspensões totais de países em eventuais novas ocorrências.  Junto a isso, um amplo e intenso esforço diplomático engajado pelo Governo Brasileiro, juntamente com os entes privados liderados pela ABPA, para a retomada das exportações dos mercados suspensos.  A reabertura da China coroa o sucesso dessa grande ação articulada e sob a liderança do Ministro Fávaro e de sua equipe”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Até maio, mês da ocorrência de IAAP, a China era a maior importadora de carne de frango do Brasil.  Apenas entre janeiro e maio, o país havia importado 228,2 mil toneladas de carne de frango (10,4% do total exportado pelo Brasil até então), gerando receita de US$ 545,8 milhões. 

Abertura da Tanzânia para produtos da avicultura e da suinocultura reforça posição exportadora de aves e suínos do Brasil

País africano de quase 70 milhões de habitantes representa nova oportunidade para a proteína animal brasileira

 

São Paulo, 6 de novembro de 2025 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebra o anúncio do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sobre a abertura do mercado da Tanzânia para produtos de aves e suínos do Brasil. A informação foi confirmada hoje pelo Secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luís Rua, em evento realizado em Brasília (DF).

A decisão das autoridades tanzanianas permitirá a exportação de carne e produtos de aves e suínos, ovos férteis e pintos de um dia, além de outros produtos agropecuários brasileiros, marcando um novo capítulo na ampliação da presença nacional no continente africano.

A Tanzânia, com cerca de 70 milhões de habitantes (63% de cristãos e 33% de muçulmanos), é o quarto país mais populoso da África Subsaariana e deverá alcançar 140 milhões de habitantes até 2050, segundo projeções das Nações Unidas. O país também tem um setor de turismo e hospitalidade altamente dinâmico, que responde por mais de 17% do PIB tanzaniano e emprega 11% da força de trabalho, com destaque para o turismo de safári e os destinos litorâneos – segmento que é um importante canal de demanda para produtos avícolas e suinícolas, impulsionando o consumo fora do lar e o fornecimento a redes hoteleiras e gastronômicas.

“Essa expansão populacional, associada ao crescimento do turismo e da urbanização, reforça o potencial de consumo do país — especialmente em produtos alimentares de alto valor nutricional e com estabilidade de oferta”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Em 2024, a Tanzânia importou 8,8 mil toneladas de carne de frango, das quais cerca de 70% tiveram origem no Brasil, 20% vieram dos Estados Unidos e 4% da Turquia. “A totalidade desse comércio se concentrava na região autônoma de Zanzibar.  Com a nova abertura, é ampliado o acesso a todo o território tanzaniano, com potencial de crescimento consistente”, analisa o presidente da ABPA.

No caso da carne suína, há potencial incremento da demanda externa. Segundo dados do Trademap, a Tanzânia importa atualmente cerca de 100 toneladas de carne suína por ano, em sua maioria provenientes do Quênia (67%), da União Europeia (26%) e do Reino Unido (3%). A abertura para o produto brasileiro cria um novo canal de fornecimento competitivo e de alta credibilidade sanitária.

Conforme Santin, apesar do baixo consumo per capita atual de proteínas  – em carne de aves, por exemplo, é estimado em 2 quilos por habitante, conforme a FAO –, o potencial de expansão é significativo, especialmente com o avanço da renda, da urbanização e da modernização do varejo alimentar local.

“A Tanzânia representa uma nova oportunidade para a proteína animal do Brasil. É um mercado de grande potencial, com população em rápido crescimento e alta dependência de importações. A abertura anunciada pelo Ministro Carlos Fávaro e pelo Secretário Luís Rua reforça a confiança internacional na qualidade e na segurança dos nossos produtos, além de ampliar a presença brasileira em um continente estratégico”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

 

 

ABPA celebra avanços anunciados pelo Ministro Carlos Fávaro com a União Europeia e o Suriname

 A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebra dois novos avanços anunciados nesta terça-feira pelo Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro: a adoção do sistema de pre-listing para exportações de ovos à União Europeia e a abertura inédita do mercado do Suriname para a carne suína brasileira. 

A decisão sobre o pre-listing de ovos estabelece o mecanismo que permite ao Brasil indicar e habilitar diretamente estabelecimentos exportadores ao bloco europeu, conforme critérios técnicos acordados com as autoridades da União Europeia. Na semana passada, a União Europeia restabeleceu o sistema para carne de frango, também conduzida pelo Ministro Fávaro e sua equipe.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a adoção do modelo pela União Europeia  reitera a confiança no sistema de inspeção brasileiro e na previsibilidade do controle sanitário nacional. Segundo dados da Comissão Europeia, o bloco é o segundo maior importador mundial de ovos e ovoprodutos, com 122 mil toneladas importadas em 2024. Entre janeiro e julho de 2025, as importações do bloco atingiram 100 mil toneladas, alta de 47% frente ao mesmo período do ano anterior.

“Com consumo per capita médio entre 220 e 225 ovos por habitante, a Europa é um mercado maduro e altamente qualificado, guiado por exigências em sustentabilidade, bem-estar animal e rastreabilidade. O novo pre-listing permitirá que mais indústrias brasileiras se habilitem a exportar para o bloco, agregando valor à produção nacional e fortalecendo a imagem do Brasil como fornecedor de alimentos seguros e sustentáveis. A adoção do pré-listing para ovos reforça a relação de confiança técnica entre o Brasil e a União Europeia e é mais um resultado direto da atuação estratégica do Ministro Carlos Fávaro e de sua equipe, liderada pelo Secretário Luís Rua e pelo Secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart. Trata-se de um reconhecimento à competência técnica do Ministério e à credibilidade do nosso sistema sanitário, que abre novas oportunidades para a cadeia avícola brasileira”, destacou.

Na mesma ocasião, o Ministro Fávaro anunciou a abertura do mercado do Suriname para a carne suína brasileira, um passo inédito nas relações comerciais entre os dois países. A autorização permitirá que o Brasil exporte carne suína in natura e processada ao país, que possui cerca de 630 mil habitantes e alta dependência de importações para o abastecimento de proteínas animais. Até esta habilitação, o Suriname não importava carne suína do Brasil. O consumo per capita local é estimado em 7,74 quilos anuais (dados de 2021).

Além disso, o Suriname já mantém fluxo regular de importações de carne de frango brasileira, com média anual de 3 mil toneladas, o que deve facilitar o ingresso dos produtos suínos nacionais e ampliar o intercâmbio comercial com o país vizinho.

“O Suriname é um novo e promissor destino para a proteína suína brasileira. Essa abertura inédita reflete o trabalho técnico e diplomático conduzido com excelência pelo Ministério. É uma conquista que demonstra a credibilidade do sistema sanitário brasileiro e a capacidade de nossa suinocultura de acessar mercados diversificados, com qualidade e regularidade”, ressalta Santin.

ABPA reforça relações institucionais com a China durante a CIIE 2025

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), participará da edição 2025 da China International Import Expo (CIIE), que será realizada entre os dias 5 e 10 de novembro, em Xangai.

O evento é considerado a principal plataforma para promoção de produtos estrangeiros na China e reúne autoridades, grandes compradores e representantes de mais de uma centena de países.

Durante a feira, a ABPA também participará das atividades institucionais promovidas no pavilhão brasileiro organizado pela ApexBrasil. Representada pelo gerente-executivo de mercados, Estevão Carvalho, e pela representante da ABPA na China, Linda Chen, a ação da ABPA focará no fortalecimento de laços com as representações chinesas, entre autoridades e stakeholders do país asiático.

Com forte presença no mercado chinês, o Brasil é hoje um dos principais fornecedores internacionais de proteínas ao país, incluindo carne de frango e carne suína. De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, neste contexto, a participação na CIIE integra o conjunto de ações com o objetivo de reforçar os vínculos de confiança e ampliar oportunidades para os produtos brasileiros no maior mercado consumidor do mundo.

“A China é um parceiro estratégico para a proteína animal do Brasil. Nossa participação na CIIE 2025 reforça nossos objetivos com um dos mercados mais relevantes para as exportações brasileiras e reafirma o compromisso do setor com o fornecimento de alimentos seguros, sustentáveis e em linha com os mais altos padrões internacionais. Estar presente neste ambiente é uma demonstração clara da solidez das nossas relações e da confiança construída ao longo dos anos”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

ABPA celebra anúncio do MAPA sobre retomada do pre-listing para exportações de carne de aves à União Europeia

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o anúncio do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sobre a retomada do sistema de pré-listing para as exportações de carne de aves (carne de frango, carne de peru e de pato) à União Europeia (UE). A informação, que foi comunicada pelo Ministro Carlos Fávaro, marca um novo momento nas relações comerciais e sanitárias entre o Brasil e o bloco europeu.

O modelo de pré-listing havia sido suspenso em 2018. Nesse contexto, de acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, sua retomada representa um reconhecimento da confiança e da robustez do sistema brasileiro de inspeção e controle sanitário.

“Com a medida, o Brasil volta a ter autonomia para indicar e habilitar estabelecimentos exportadores que cumpram integralmente os requisitos europeus, agilizando processos e ampliando a previsibilidade nas relações com a União Europeia”, ressalta.

Atualmente, cerca de 30 plantas frigoríficas brasileiras estão habilitadas a exportar carne de frango para o bloco europeu. Com o retorno do pre-listing, esse número deverá crescer gradualmente nos próximos meses, permitindo que novas agroindústrias e cooperativas acessem um mercado de alto valor agregado.

Historicamente, a União Europeia é um dos principais destinos das exportações brasileiras de carne de frango. Antes da suspensão do pré-listing, o Brasil chegou a embarcar mais de 500 mil toneladas anuais para o bloco. Em 2024, foram 231,9 mil toneladas exportadas. Entre janeiro e setembro de 2025, o volume acumulado foi de 137,2 mil toneladas. Também foi um dos maiores destinos de carne de peru do Brasil, com mais de 50 mil toneladas importadas anualmente antes da suspensão. O mercado também é importador de carne de pato do Brasil.

“A retomada do pre-listing é um avanço significativo e um sinal claro de confiança da União Europeia no sistema brasileiro de controle sanitário. O trabalho conduzido pelo Ministro Carlos Fávaro, pelo Secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luís Rua, e pelo Secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, em conjunto com suas equipes, vêm fortalecendo ainda mais a credibilidade internacional do Brasil e promovendo avanços concretos na ampliação do acesso a mercados estratégicos”, destaca Santin.

ABPA celebra anúncio do MAPA sobre abertura de Singapura para ovos-produto

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o anúncio do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sobre a autorização do Brasil para exportação de ovos‑produto ao mercado de Singapura. A comunicação oficial foi feita ontem pelo Ministro Carlos Fávaro e pelo Secretário de Relações Internacionais, Luis Rua, após encontro com a Ministra de Sustentabilidade e Meio Ambiente de Singapura, Grace Fu, durante missão ao Brasil.

A nova habilitação é resultado do trabalho conjunto liderado pelo Ministro Fávaro, com apoio técnico da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, comandada por Luís Rua, e da Secretaria de Defesa Agropecuária, sob liderança de Carlos Goulart. O reconhecimento pelas autoridades singapurenses consolida o Brasil entre os países aptos a fornecer produtos de origem animal processados para um dos mercados mais exigentes da Ásia.

Com população de alta renda e forte cultura alimentar, Singapura é dependente de importações para garantir seu abastecimento interno. Em 2024, o país importou cerca de 518 milhões de unidades de ovos, o equivalente a aproximadamente 31 mil toneladas, especialmente da Tailândia e da Indonésia. Desse total, apenas 2,5 mil toneladas corresponderam a ovos processados (ovos-produto) – produto com forte potencial de expansão, especialmente diante da relevância do canal HORECA (Hotelaria, Restaurantes e Catering) no país. 

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, com uma cultura gastronômica vibrante, que mescla alta gastronomia e tradição popular (como os hawker centers), Singapura também atrai milhões de turistas e conta com uma ampla comunidade de expatriados. A estabilidade econômica e a exigência por insumos de alta qualidade sustentam a demanda por ovos líquidos, pasteurizados e outros derivados, com foco em segurança, conveniência e padronização.  Ao mesmo tempo, é um hub de distribuição comercial e de portos para o sudeste da Ásia, o que reforça a importância estratégica do mercado.

“O reconhecimento do sistema brasileiro por Singapura amplia a competitividade da cadeia produtiva e posiciona o Brasil em um novo patamar dentro deste mercado. É uma conquista importante do Ministro, seus Secretários e equipe, sobretudo por se tratar de um produto com maior valor agregado, com potencial de abrir portas para novos fluxos comerciais nos segmentos mais exigentes da alimentação fora do lar”, destaca Ricardo Santin.

DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO: PROTEÍNA ANIMAL É BASE DA SEGURANÇA ALIMENTAR NO BRASIL

Consumo per capita de carne de frango, carne suína e ovos segue em expansão e consolida protagonismo da produção nacional na oferta de alimentos acessíveis e nutritivos

 

São Paulo, 16 de outubro de 2025 – O Brasil ocupa posição de destaque no cenário global quando se trata de segurança alimentar. E grande parte desse protagonismo se deve ao papel das proteínas animais produzidas no país, especialmente a carne de frango, a carne suína e os ovos, que são a base da alimentação diária de milhões de brasileiros. É o que destaca a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em celebração ao Dia Mundial da Alimentação, comemorado nesta quarta-feira (16).

 

Segundo projeções da ABPA, o consumo per capita de carne de frango deverá alcançar 47,4 quilos por habitante em 2025, o segundo maior patamar da série histórica. O número reforça o papel da avicultura como a principal fonte de proteína animal na dieta dos brasileiros — uma proteína acessível, versátil e de elevado valor nutricional.

 

Na carne suína, o consumo deverá atingir 18 quilos por habitante em 2025, em linha com os maiores índices já registrados no país. O produto, cada vez mais presente na mesa dos brasileiros, tem se consolidado como uma alternativa equilibrada em termos nutricionais e competitiva em preço.

 

Já o consumo per capita de ovos deverá crescer 7,1% neste ano, alcançando 288 unidades por habitante — número que colocará o Brasil, pela primeira vez, entre os 10 maiores consumidores de ovos do mundo. A expectativa para 2026 é ainda maior: 306 ovos por habitante, com novo crescimento projetado de 6,3%.

 

“O acesso diário a proteínas animais de qualidade é um dos pilares da segurança alimentar do país. A carne de frango, a carne suína e os ovos estão presentes em todas as regiões, em diferentes faixas de renda, com preços acessíveis e elevado valor biológico. E, mais do que alimentos, representam saúde, nutrição e dignidade à mesa de milhões de brasileiros”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Para garantir a oferta crescente e sustentável desses alimentos, o setor investe continuamente em ganhos de produtividade, inovação tecnológica, gestão eficiente dos recursos naturais e redução de desperdícios ao longo de toda a cadeia produtiva. São avanços que viabilizam uma produção mais inteligente e resiliente, com menor pegada ambiental e maior capacidade de atender à demanda interna em expansão.

 

“Com esses esforços, a avicultura e a suinocultura do Brasil cumprem duplo papel: fornecem proteína segura e acessível à população brasileira e contribuem com a segurança alimentar de mais de 150 países, consolidando o país entre os maiores produtores e consumidores de proteína animal do mundo”, completa o presidente da ABPA.

 

Participação brasileira na Anuga 2025 gera mais de US$ 700 milhões em expectativa de negócios

Ação da ABPA e ApexBrasil contou com 26 empresas e foi a primeira na União Europeia após reabertura do mercado à carne de frango do Brasil

 

São Paulo, 09 de outubro de 2025 – Com resultados expressivos e forte presença institucional, a participação brasileira na ANUGA 2025 — maior feira de alimentos e bebidas da Europa — refletiu o otimismo com a reabertura do mercado europeu para o setor de carne de frango do Brasil. A ação liderada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), gerou US$ 78,6 milhões em negócios fechados durante a feira e uma expectativa de mais de US$ 703 milhões em exportações para os próximos 12 meses.

Realizada entre os dias 4 e 8 de outubro, em Colônia (Alemanha), a ação reuniu 26 agroindústrias exportadoras dos setores de carne de frango, carne suína, ovos e material genético avícola, em um estande de mais de 400 m² – além de outras cinco empresas que participaram do evento com estandes próprios. Foi a primeira atividade setorial na União Europeia após a reabertura do mercado europeu à carne de frango do Brasil, em resposta à superação do único caso de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em aves comerciais no país.

Além das rodadas de negócios e reuniões estratégicas com importadores e autoridades, o espaço brasileiro foi palco de ações de imagem das marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck, que destacaram os diferenciais de qualidade, sustentabilidade e responsabilidade sanitária da produção nacional.

Um dos pontos altos foi a degustação de pratos típicos preparados com proteína animal da avicultura do Brasil, conduzida pelo Chef Marcelo Bortolon, que encantou os visitantes com sabores que traduzem a excelência da produção brasileira com o serviço de mais de 3 mil pratos à base de carne de frango Made in Brazil, além de omeletes e outros.

“A ANUGA 2025 representou um momento estratégico de reconexão com o mercado europeu e demais parceiros internacionais. A avicultura e a suinocultura do Brasil mostraram sua força, sua capacidade de adaptação e, principalmente, sua competitividade. Os resultados falam por si e reforçam a confiança global em nossos produtos”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

A participação na ANUGA faz parte do projeto setorial realizado pela ABPA em parceria com a ApexBrasil, voltado à promoção das exportações da avicultura e da suinocultura do Brasil nos principais mercados internacionais, por meio da geração de negócios, fortalecimento de imagem e aproximação institucional.

Dia Mundial do Ovo 2025: Brasil deve entrar no top 10 mundial de consumo per capita

Produção deverá atingir 62 bilhões de unidades neste ano, com novos recordes previstos para 2026

 

São Paulo, 09 de outubro de 2025 – Celebrado nesta sexta-feira (10), o Dia Mundial do Ovo marca um momento de expansão para a cadeia de postura comercial brasileira. A produção brasileira de ovos deverá alcançar 62 bilhões de unidades em 2025, segundo projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume representa uma alta de 7,5% em relação às 57,683 bilhões de unidades registradas em 2024, consolidando um novo recorde histórico para o setor.

O desempenho está diretamente relacionado ao avanço do consumo interno. Em 2025, cada brasileiro deverá consumir, em média, 288 ovos ao longo do ano, uma elevação de 7,1% frente ao consumo per capita de 269 unidades em 2024. Com isso, o Brasil deverá alcançar, pela primeira vez, a lista dos 10 maiores consumidores per capita de ovos do mundo.

De acordo com o presidente da ABPA e presidente do conselho do Instituto Ovos Brasil (IOB), Ricardo Santin, o movimento de expansão deve continuar em 2026, com produção estimada em até 65 bilhões de unidades e consumo per capita chegando a 306 ovos por habitante, reforçando o papel do ovo na segurança alimentar e na saúde da população – assumindo o sétimo lugar entre os países com maior consumo per capita da proteína no planeta.

“Estamos vivendo uma nova era para o setor de postura. O ovo tem ganhado espaço em todos os perfis de consumo, impulsionado por fatores como acessibilidade, versatilidade e alto valor nutricional. Ao mesmo tempo, o setor tem se beneficiado de custos mais ajustados e maior presença nas mesas dos brasileiros, o que sustenta a perspectiva de crescimento consistente nos próximos anos”, destaca Santin.

O Dia Mundial do Ovo é celebrado anualmente em dezenas de países produtores e consumidores, reconhecendo a importância da proteína na nutrição global. No Brasil, a data é coordenada pelo Instituto Ovos Brasil, que promove ações de valorização e informação em todo o país. A programação pode ser acompanhada pelo site oficial da entidade: www.ovosbrasil.com.br