Exportações de ovos mantêm crescimento em setembro

Embarques no ano já superam 34 mil toneladas e receita ultrapassa US$ 80 milhões

 

São Paulo, 08 de outubro de 2025 – As exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 2.076 toneladas em setembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 39,7% o volume registrado no mesmo período do ano passado, com 1.485 toneladas.

A receita obtida com os embarques do mês alcançou US$ 5,5 milhões, resultado 94,2% superior ao total registrado em setembro de 2024, com US$ 2,8 milhões.

Com o desempenho do mês, o setor acumula 34.348 toneladas exportadas entre janeiro e setembro, número 174,1% maior que o registrado nos nove primeiros meses de 2024, com 12.542 mil toneladas. Em receita, o acumulado do ano chegou a US$ 80,8 milhões, alta de 201,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, com US$ 26,7 milhões.

Principal destino do mês, o Japão importou 692 toneladas em setembro, saldo 497,1% maior em relação ao mesmo período do ano passado. Em seguida estão o Chile, com 400 toneladas (-57,1%), Emirados Árabes Unidos, com 279 toneladas (sem embarques registrados em setembro), México, com 251 toneladas (sem embarques registrados) e Estados Unidos, com 100 toneladas (-41,1%).

“Após a ocorrência do tarifaço, houve uma reconfiguração no mapa das exportações do setor, com restabelecimento de fluxo para mercados tradicionais do Oriente Médio e destinos recentemente abertos na América Latina”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Embarques de carne de frango restabelecem níveis e alcançam 480 mil toneladas em setembro

África do Sul assume liderança entre os principais destinos do mês

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 482,3 mil toneladas em setembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). É o melhor resultado mensal registrado nos 11 meses, sendo superado apenas pelo volume embarcado em setembro de 2024, com 485 mil toneladas – ficando, portanto, apenas 0,6% menor em relação ao mesmo período do ano passado.

A receita das exportações de carne de frango alcançou US$ 857,9 milhões em setembro, saldo 10,1% menor em relação ao mesmo período do ano anterior, com US$ 953,8 milhões.

No ano (janeiro a setembro), foram embarcadas 3,876 milhões de toneladas, volume 1% inferior ao exportado nos nove primeiros meses do ano anterior, com 3,917 mil toneladas. A receita acumulada no período chegou a US$ 7,166 bilhões, número 1,5% menor em relação a 2024, com US$ 7,273 bilhões.

Pela primeira vez, a África do Sul foi o principal destino mensal das exportações do setor, com 38,7 mil toneladas exportadas em setembro – número 35,9% maior em relação ao mesmo período do ano passado. O ranking dos principais destinos do mês é completado por Emirados Árabes Unidos, com 37,2 mil toneladas (-10,2%), México, com 37,1 mil toneladas (+55,5%), Japão, com 36,4 mil toneladas (-0,2%), Arábia Saudita, com 35,7 mil toneladas (+19,2%), Filipinas, com 32,3 mil toneladas (+103,2%), Coreia do Sul, com 25,7 mil toneladas (+229,8%),Chile, com 18 mil toneladas (+81,3%), Iraque, com 13,5 mil toneladas (+7,9%) e Hong Kong, com 12,5 mil toneladas (+138,6%).

“O fato de termos baixa diferença entre os volumes embarcados os principais destinos de exportação em setembro mostra uma procura generalizada pelo produto brasileiro, reflexo de demandas em parte reprimidas durante o período em que determinados mercados suspenderam a importação devido ao foco já resolvido de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade, no Rio Grande do Sul. Há boas expectativas que o desempenho siga em patamares equivalentes no próximo mês, agora, com a retomada das vendas para a União Europeia”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principal estado exportador brasileiro, o Paraná embarcou 182,3 mil toneladas em setembro (-6,9%), seguido por Santa Catarina, com 116,7 mil toneladas (+10,5%), Rio Grande do Sul, com 65,2 mil toneladas (+3,2%), São Paulo, com 31,1 mil toneladas (+10,7%) e Goiás, com 21,6 mil toneladas (+10,8%)

Exportações de carne suína alcançam maior volume mensal da história

Receita com embarques realizados durante o mês de setembro também é recorde

São Paulo, 07 de outubro de 2025 – As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 151,6 mil toneladas em setembro. É o maior volume mensal já registrado pelo setor, e que supera em 25,9% o total exportado no mesmo período do ano passado, com 120,4 mil toneladas.

A receita obtida com as exportações de setembro também é recorde. Ao todo, foram US$ 368,4 milhões realizados este ano, o que supera em 29,9% o total alcançado no mesmo período do ano passado, com US$ 283,7 milhões.

Com o desempenho expressivo de setembro, os embarques de carne suína já acumulam alta de 13,2% em volume exportado entre janeiro e setembro deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando 1,121 milhão de toneladas em 2025, contra 990,7 mil toneladas no mesmo período do ano passado. Em receita, a alta chega a 24,6%, com US$ 2,702 bilhões neste ano, contra US$ 2,169 bilhões no ano anterior.

As Filipinas seguem expandindo sua participação nas exportações brasileiras, com 49 mil toneladas de carne suína importadas em setembro – saldo 73,9% maior em relação ao mesmo período do ano passado. Em seguida estão China, com 13,6 mil toneladas (-18,2%), Japão, com 11,4 mil toneladas (+32,4%), Vietnã, com 9,6 mil toneladas (+39,8%), México, com 9,6 mil toneladas (+55,8%), Chile, com 8,3 mil toneladas (-13,7%), Hong Kong, com 8,2 mil toneladas (-5,3%), Singapura, com 5,6 mil toneladas (+2,2%), Argentina, com 4,2 mil toneladas (+82,2%) e Geórgia, com 4 mil toneladas (+120%).

“Embora seja o principal destino, as Filipinas não são o único impulsionador da forte demanda pelo produto brasileiro, que cresce em taxas significativamente elevadas em mercados estratégicos. A tendência é de continuidade da demanda, com o fechamento do ano com resultados recordes”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina segue como maior estado exportador de carne suína, com 72,7 mil toneladas exportadas em setembro (+17,4% em relação ao mesmo período do ano anterior), e é seguido pelo Rio Grande do Sul, com 35,7 mil toneladas (+39,6%), Paraná, com 25,3 mil toneladas (+35,5%), Minas Gerais, com 2,9 mil toneladas (-10,6%) e Mato Grosso, com 3,9 mil toneladas (+19,1%).

 

ABPA e Meat Traders Association de Singapura firmam acordo para ampliar cooperação no comércio de proteína animal

Colônia (Alemanha), 6 de outubro de 2025 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Meat Traders Association of Singapore (MTAS) assinaram hoje, em meio à programação da Anuga 2025, um Memorando de Entendimento (MoU) que estabelece uma aliança estratégica entre Brasil e Singapura para o fortalecimento das relações comerciais e institucionais ligadas à proteína animal.

O acordo prevê o intercâmbio de informações e experiências, a cooperação em temas técnicos e regulatórios e o apoio a ações de promoção comercial envolvendo carnes de frango, suína e produtos processados. As entidades também atuarão em conjunto na ampliação de redes de fornecimento, melhoria da qualidade dos produtos e articulação com autoridades regulatórias, como a Singapore Food Agency (SFA) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), para facilitar o comércio e aprimorar a segurança alimentar.

Pelo documento, as entidades se comprometem a manter diálogo contínuo e troca de informações regulares para identificar novas oportunidades de colaboração entre os setores produtivos dos dois países. O memorando terá vigência inicial de 12 meses, com renovação automática, e servirá de base para a construção de projetos e iniciativas conjuntas de longo prazo.

“Esta parceria é um avanço nas relações entre o Brasil e Singapura no campo da segurança alimentar e da cooperação sanitária. Reforça o papel do Brasil como parceiro confiável na oferta global de proteína animal, e abre novas frentes para o fortalecimento de um comércio cada vez mais baseado em ciência, previsibilidade e confiança mútua”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Singapura é o atual nono principal destino da carne de frango exportada pelo Brasil.  Ao todo, foram 101,4 mil toneladas embarcadas entre janeiro e agosto, gerando receita de US$ 185 milhões. O mercado também é o sexto maior importador de carne suína brasileira, com 54,7 mil toneladas importadas nos oito primeiros meses deste ano, com receita de US$ 155,3 milhões. 

A assinatura ocorreu conjuntamente em encontro com o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), Roberto Perosa – que assinou memorando equivalente para o setor de bovinos. 

A ação aconteceu em meio à programação de ações da ABPA na Anuga 2025 – uma das maiores feiras de alimentos e bebidas do mundo – que marca a primeira iniciativa institucional após a reabertura do mercado europeu à carne de frango brasileira.  Com um estande de mais de 400 metros quadrados, a iniciativa reúne 26 agroindústrias dos setores de aves, suínos e ovos. Além da presença de importantes cooperativas e empresas, o espaço brasileiro abriga ações de promoção das marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck, com rodadas de negócios, encontros com stakeholders globais e atividades de relacionamento institucional.

Durante o evento, a ABPA tem promovido degustações comandadas pelo chef Marcelo Bortolon, com a apresentação de preparos especiais com proteínas brasileiras, valorizando atributos como sabor, qualidade e sustentabilidade.   

 

Com reabertura do mercado europeu, ABPA leva agroindústrias para uma das maiores feiras de alimentos do mundo

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), levará 26 agroindústrias brasileiras para ação dos setores em meio à ANUGA 2025, uma das maiores feiras de alimentos e bebidas do mundo, que será realizada entre os dias 4 e 8 de outubro, em Colônia, Alemanha.

 

Na primeira ação desde a reabertura da União Europeia à carne de frango do Brasil, a ABPA contará com uma área exclusiva de mais de 400 metros quadrados e a participação de empresas e cooperativas dos segmentos de carne de aves, carne suína e de ovos. Entre elas estão: Bello Alimentos, C.Vale, Ecofrigo, RPF, BMG, SSA, Alibem, Villa Germânia, Frimesa, Copacol, Rudolph, Cooperativa Lar Agroindustrial, Coasul, Zanchetta, Netto Alimentos, BFB, Saudali, Frigoestrela, Dália Alimentos, Vibra Agroindustrial, GT Foods, Friato, Jaguafrangos, Avenorte, Somave e Frangos Pioneiro.  Outras empresas associadas estarão com estande próprio no evento, como BRF, JBS e Pamplona Alimentos.

 

Durante a feira, o estande do Brasil será também palco de ações promocionais das marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck, que compõem o projeto setorial mantido pela ABPA e pela ApexBrasil. A equipe da ABPA promoverá encontros de relacionamento com stakeholders globais e atividades institucionais.

 

Durante os dias do evento, a ABPA também promoverá uma ampla degustação de pratos especiais com proteínas brasileiras, preparadas pelo Chef Marcelo Bortolon – em um cardápio exclusivo que valoriza a diversidade e a qualidade dos cortes de aves e os ovos produzidos no Brasil. Os pratos serão servidos aos visitantes e importadores estratégicos ao longo dos dias de evento, como forma de fortalecer a percepção sensorial da proteína brasileira e reforçar seus atributos de sabor, segurança e sustentabilidade.

 

“A ANUGA será um ponto estratégico de reconexão com os importadores europeus e demais parceiros internacionais, de todos os continentes, em um momento simbólico para o setor. A reabertura do mercado europeu reforça a credibilidade do sistema sanitário brasileiro, e nossa participação na feira visa fortalecer esse diálogo técnico-comercial com base em ciência, sustentabilidade e segurança alimentar”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

 

A participação na ANUGA integra o projeto setorial realizado pela ABPA em parceria com a ApexBrasil, por meio das marcas setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck. A iniciativa visa ampliar a presença da proteína animal do Brasil nos principais mercados do mundo, com foco em relações institucionais, expansão comercial e promoção de imagem.

 

Restabelecimento da UE – A ABPA comemorou o anúncio do Ministério da Agricultura e Pecuária, ocorrido na semana passada, sobre a reabertura do mercado da União Europeia para a carne de frango exportada pelo Brasil.  A suspensão estava em vigor desde a ocorrência identificada e já resolvida de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em produção comercial no Rio Grande do Sul.

 

Entre janeiro e maio (mês da ocorrência da enfermidade), as exportações de carne de frango para o bloco europeu alcançaram 125,3 mil toneladas, volume então 20,8% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. Em receita, foram cerca de US$ 386,3 milhões, saldo 38% maior em relação ao obtido no ano anterior.

 

“Os primeiros embarques após a retomada já estão em águas e a expectativa é que as exportações se restabeleçam nos mesmos níveis de antes, com uma oportunidade de eventual aumento frente à demanda não atendida neste período de suspensão.  Por isso, há forte expectativa quanto aos resultados desta edição da Anuga”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

ABPA LANÇA MOVIMENTO “USO CONSCIENTE, FUTURO SUSTENTÁVEL”

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lançou hoje o Movimento Uso Consciente, Futuro Sustentável, iniciativa que busca ampliar e incentivar  a conscientização do setor de aves, suínos e ovos sobre o uso responsável de antimicrobianos na produção.  O lançamento ocorreu em evento híbrido realizado na sede da entidade, em São Paulo (SP).

 

Inspirado no conceito internacional de One Health (Saúde Única)  – que reconhece a interdependência entre saúde animal, humana e ambiental – o movimento promove informação qualificada e estimula o engajamento dos elos da cadeia produtiva em torno de ações voluntárias de incentivo ao uso prudente de antimicrobianos na cadeia produtiva .

 

Uma das bases do movimento é a parceria com entidades  setoriais vinculadas à ABPA. A iniciativa será ativada em espaços como o SIAVS e em eventos organizados por parceiros da associação , criando oportunidades para a difusão de conteúdos técnicos e boas práticas.

 

As ações incluem o lançamento de um hotsite oficial, que reunirá materiais educativos, minicursos digitais e agenda de cursos e eventos. Também serão divulgados materiais de comunicação em redes sociais, campanhas informativas e conteúdos técnicos de apoio às empresas signatárias.

 

“O movimento nasce para incentivar, unir esforços e valorizar práticas já presentes em nosso setor. É uma medida pelo incentivo à conscientização, que fortalece a cultura de responsabilidade e mostra que estamos atentos às expectativas da sociedade e dos mercados”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

 

Para Sula Alves, diretora técnica da ABPA, o movimento reforça um trabalho contínuo de educação e engajamento. “Nosso objetivo é apoiar produtores, agroindústrias e profissionais com informações técnicas claras e acessíveis, que ajudem a orientar decisões no dia a dia da produção. Conscientizar é criar uma base sólida para o futuro, garantindo saúde única, qualidade dos alimentos e sustentabilidade para o setor.”

 

Saiba mais sobre a campanha pelo site www.todoscontraram.com.br

SIAVS 2026 quebra recordes e se consolida como um dos maiores eventos globais da proteína animal

Com presença confirmada de 60 países, feira ocupará 45 mil m² e atrai os maiores players da cadeia internacional

 

São Paulo, 30 de setembro de 2025 – O Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS) 2026 já nasce como um marco histórico para a proteína animal brasileira e mundial. Maior edição de todos os tempos, a feira ocupará 45 mil metros quadrados – um salto de 65% em relação a 2024 – e se posiciona definitivamente entre os maiores encontros globais do setor, com a participação confirmada de empresas e visitantes de mais de 60 países.

 

Realizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o SIAVS acontecerá de 04 a 06 de agosto de 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP). A cada edição, o evento reúne milhares de visitantes de todas as regiões do Brasil e do exterior, incluindo lideranças políticas, autoridades, compradores internacionais, formadores de opinião e profissionais de toda a cadeia produtiva.

 

A nova edição evidencia o avanço da internacionalização do evento. Pela primeira vez, estarão presentes grandes líderes mundiais em equipamentos de linhas industriais, como Marel, Mein e Foodmate, reforçando o perfil inovador e tecnológico do SIAVS. Outro destaque é a expansão da participação do setor de bovinos, que triplicou sua presença, saltando de 280 metros quadrados em 2024 para mais de 620 metros em 2026 – um crescimento superior a 120%.

 

No coração da feira, mais de 5 mil metros quadrados estarão dedicados às principais agroindústrias de aves, suínos, ovos e genética – segmentos em que o Brasil é referência mundial em produção sustentável e competitiva. Ao lado delas, empresas de genética, equipamentos de granja, insumos biológicos e farmacêuticos completarão a vitrine internacional de soluções para toda a cadeia produtiva.

 

“Estamos na reta final da comercialização dos espaços e a procura internacional é intensa. O SIAVS 2026 se consolida como um evento verdadeiramente global, mais diversificado e conectado às demandas dos mercados, um dos maiores palcos de negócios e inovação da proteína animal no mundo”, destaca o diretor de negócios do SIAVS, José Perboyre.

 

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o crescimento exponencial do evento reflete o papel estratégico do Brasil no cenário internacional: “O SIAVS transcende fronteiras e se transformou em uma plataforma global de diálogo, conhecimento e cooperação. É aqui que o mundo enxerga o Brasil como porto seguro da segurança alimentar, um parceiro confiável e essencial para o futuro da proteína animal”.

 

Saiba mais pelo site www.siavs.com.br.

Sobre o SIAVS – O Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS) é o maior evento do Brasil e um dos maiores do mundo voltados à proteína animal. Realizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o SIAVS reúne a cadeia produtiva completa – genética, equipamentos, insumos, agroindústrias e serviços – em uma plataforma global de negócios, conhecimento e inovação. A cada edição, o evento atrai milhares de visitantes de dezenas de países, consolidando-se como vitrine internacional da produção sustentável, segura e competitiva de aves, suínos, ovos, bovinos e outras proteínas.

ABPA estreia na Expoalimentaria com mais de US$ 71 milhões em negócios projetados

ABPA ESTREIA NA EXPOALIMENTARIA COM MAIS DE US$ 71 MILHÕES EM NEGÓCIOS PROJETADOS
Participação inédita da entidade incluiu adesão de quatro empresas e realização de seminário técnico no âmbito do Road Show Internacional 2025

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), concluiu com resultados expressivos sua primeira participação na Expoalimentaria, maior feira do setor de alimentos e bebidas da região andina, encerrada na semana passada em Lima (Peru).

Com a participação de quatro empresas associadas – Dom Porquito, Avenorte, Somave e Bello – a ação promoveu as proteínas de aves, suínos, ovos e a genética avícola brasileiras (no âmbito dos projetos setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck), em dezenas de encontros promovidos com importadores do Peru, México, Chile, Argentina, Estados Unidos, República Dominicana, Omã, além de países da Europa.

De acordo com a ABPA, durante os três dias de encontros de negócios no evento foram consolidados US$ 9,2 milhões em negócios de exportações, com expectativa de US$ 71,5 milhões em negócios ao longo dos próximos 12 meses.

Além da presença na feira, a ABPA também promoveu em Lima, no dia 23 de setembro, a terceira edição do ROAD SHOW INTERNACIONAL 2025 – No Borders for Food: Parcerias para Segurança Alimentar, em parceria com a ApexBrasil e com apoio da Embaixada do Brasil no Peru. Com o tema “Proteína Animal: Decisiones Basadas en la OMSA para Seguridad Alimentaria”, o seminário bilateral reuniu autoridades peruanas e brasileiras em um debate técnico sobre o papel das normas da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA/WOAH) na promoção de um comércio internacional mais seguro, transparente e baseado em evidências científicas.

“A presença da ABPA no Peru combinou ações estratégicas de promoção comercial com diplomacia sanitária. Foi uma oportunidade importante para fortalecer relações comerciais com países-chave da região andina e reforçar o compromisso do Brasil com as melhores práticas de segurança alimentar”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Azerbaijão abre mercado para termoprocessados e é nova oportunidade para aves e suínos do Brasil

Anúncio foi feito hoje pelo Ministério da Agricultura e Pecuária  

 

São Paulo, 26 de setembro de 2025 – A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o anúncio feito hoje pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, sobre a abertura do mercado do Azerbaijão para os produtos cárneos termoprocessados de aves e suínos do Brasil.

A oficialização foi comunicada pelas autoridades sanitárias azeris, em tratativas conduzidas pelo Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, juntamente com os secretários Luis Renato Rua (Relações Internacionais) e Carlos Goulart (Defesa Agropecuária), e suas equipes técnicas. O resultado representa um avanço estratégico para o Brasil em um mercado em plena expansão no consumo de proteína animal.

O consumo per capita de carne de frango no Azerbaijão gira em torno de 15 quilos por habitante, com 141 mil toneladas consumidas internamente (dados de 2021), com projeções que indicam a possibilidade de alcançar até 152 mil toneladas em 2026. No último ano, as importações de carne de frango pelo país chegaram a 41,9 mil toneladas – volume 46% superior ao registrado em 2023 –, com origem majoritária na Ucrânia e na Rússia.

Historicamente, o Brasil já registrou fluxos significativos de exportação de carne de frango ao Azerbaijão, encerrados em 2019 e retomados de forma pontual em 2024. No caso da carne suína, apesar do baixo consumo no país, os embarques brasileiros responderam pela maior parte dos volumes importados nos últimos anos.

Com a abertura para os termoprocessados, o setor produtivo projeta a retomada gradual da presença brasileira no mercado, com produtos alinhados às exigências locais e à crescente demanda da população.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a abertura amplia as perspectivas de acesso ao mercado azeri. “O Brasil é reconhecido mundialmente pela qualidade e segurança de seus produtos, que atendem aos mais rigorosos padrões internacionais. A nova abertura reforça, desta forma, nossa posição como parceiro estratégico do Azerbaijão, em um momento de crescimento consistente da demanda local ”, destacou Santin.

Posicionamento Setorial

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o anúncio do Ministério da Agricultura e Pecuária da oficialização da reabertura do mercado da União Europeia para a carne de frango exportada pelo Brasil ao destino. A oficialização foi publicada no Jornal Oficial da União Europeia.

Suspensos desde o anúncio da identificação de um foco e já resolvido de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em produção comercial no estado do Rio Grande do Sul, os embarques para o Bloco Europeu deverão ser oficialmente restabelecidos a partir de amanhã. A oficialização ocorre após confirmação prévia dada pelo comissariado europeu ao Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

O anúncio é a confirmação de um trabalho de alta eficiência realizado pelo Ministro Fávaro, juntamente com os Secretários Luis Renato Rua (Relações Internacionais) e Carlos Goulart (Defesa Agropecuária), juntamente com suas equipes, em um amplo esforço para a consolidação das negociações pelo restabelecimento deste que é um dos mais relevantes destinos da carne de frango do Brasil.

Entre janeiro e maio (mês da ocorrência da enfermidade), as exportações de carne de frango para o bloco europeu alcançaram 125,3 mil toneladas, volume então 20,8% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. Em receita, foram cerca de US$ 386,3 milhões, saldo 38% maior em relação ao obtido no ano anterior.

Com a oficialização da reabertura, a expectativa do setor é que as exportações se restabeleçam nos patamares anteriormente praticados, com possibilidade de incrementos devido à demanda reprimida durante este período de suspensão.